ago/08
Melhore o trafégo do seu wordpress
Publicador por dito na categoria Dicas
O wordpress é um ótimo sistema de blogs, mas, como todos os seus concorrentes, pode sair do ar em situações de muito tráfego. Para evitar isso, é sempre interessante ficar de olho nos ajustes de cache e utilizar, se preciso, o plug-in WP Super Cache(http://wordpress.org/extend/plugins/wp-super-cache/).
Envie o Super Cache para a pasta wp-content/plug-ins do WordPress e ative-o na seção Extensões. Depois, clique no link Enable the Cache(a depender da sua versão pode esta em português essa opção), e marque a opção WP Cache and Super Cache enablde. Se quiser mostrar que seu blog agüenta tráfego, marqui ainda o item Proudli tell the world your server is Digg proof. para criar uma mensagem no rodapé das páginas indicando que ele suporta até mesmo o efeito Digg, causado pelo aumento de visitantes quando um site é publicao nesse serviço de notícias.
Efeito Digg: é o nome dado ao evento onde um determinado site ou blog tem uma de suas páginas publicadas em serviços de indexação de links como o Digg, o Slashdot, o Via6 ou outros, e esta determinada página então passa a receber milhões de acessos de uma só vez, tornando o site ou blog muito lento ou mesmo derrubando o serviço e tornando o site ou blog indisponível temporariamente.
Quando muitos usuários acessam um determinado servidor simultaneamente, o servidor tende a ficar sobrecarregado, e por este motivo, pode responder lentamente a cada uma das requisições, ou mesmo entrar em colapso e sair do ar.
Fontes: Revista Infor (mês: Abril 2008) e wikipédia.
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ago/08
Entrevista com o Hacker mais famoso do Mundo – Kevin Mitnick
Publicador por dito na categoria NoticiasMonty Brinton
O americano Kevin Mitnick ficou conhecido na década de 90 como o primeiro e o mais famoso hacker da história. Ele entrou para a lista de procurados do FBI após uma impressionante trajetória de invasões a sites de empresas e do governo. Em 1995, apanhado em sua casa, foi condenado a cinco anos de prisão por ter causado prejuízos estimados em 80 milhões de dólares. Seu histórico é obviamente o de um transgressor. A diferença de Mitnick para os hackers que andam hoje soltos no ciberespaço é que o americano nunca colocou um centavo no bolso. Seus golpes eram praticados pela tentação do desafio.
Mitnick conseguiu liberdade condicional em 2000 e ficou três anos proibido de se aproximar de um computador ligado na rede. Também foi proibido de ganhar dinheiro escrevendo livros ou artigos sobre suas aventuras de hacker até fevereiro de 2007. Podia apenas escrever ficção e contar proezas alheias. Nesse período, o ex-hacker lançou dois livros, o best-seller A Arte de Enganar, no qual descreve técnicas de invasão de redes com histórias fictícias, e A Arte de Invadir, com histórias reais de amigos e hackers conhecidos (os dois estão disponíveis no Brasil). Agora, finalmente, acaba de lançar sua autobiografia. Hoje, aos 43 anos, o ex-hacker é dono de uma consultoria de segurança de sistemas, a Mitnick Security Consulting, nos Estados Unidos. De Las Vegas, onde vive, ele deu a seguinte entrevista a VEJA:
Veja – O senhor foi considerado no passado o hacker mais perigoso do mundo. Hoje, tornou-se consultor de segurança. Como é estar do outro lado do jogo?
Kevin Mitnick – É uma satisfação muito grande poder ajudar consumidores, grandes companhias e agências ligadas ao governo americano a se proteger dos invasores e das fraudes. De certa forma, é uma maneira de compensar os prejuízos que causei no passado. Invadir sistemas é uma habilidade que pode ser utilizada tanto para fins criminosos, como legítimos. A vantagem, agora, é que utilizo essa habilidade para melhorar a vida das pessoas.
Veja – Como é o seu trabalho?
Mitnick – Muitas empresas me contratam para testar seu sistema e ver até onde um hacker pode chegar. Faço todos os testes, avalio a estrutura e a organização da empresa para levantar todas as falhas de segurança e, a partir dessa análise, ensino a elas como se proteger dos invasores.
Veja – Os hackers de hoje são mais perigosos que os do passado?
Mitnick – De certa maneira, sim. Não porque eles sejam mais competentes que no passado e sim porque o objetivo da invasão mudou. Nas décadas de 80 e 90, uma pessoa tornava-se hacker por hobby. Eram adolescentes em busca do desafio intelectual. Agora, com o advento do e-commerce e dos bancos on-line, o objetivo principal de se tornar hacker é tirar proveito financeiro da empresa invadida, ou derrubar uma companhia concorrente.
Veja – As estratégias utilizadas pelos hackers estão mais sofisticadas?
Mitnick – Os hackers de hoje estão mais eficientes em manter uma rede de comunicação entre si. Muitas vezes, eles unem seus conhecimentos e suas habilidades para descobrir a vulnerabilidade dos sistemas das grandes empresas. É mais rápido e fácil invadir um sistema em grupo do que sozinho.
Veja – Existe crime organizado na internet?
Mitnick – Sim, nos últimos anos as quadrilhas se multiplicaram na rede. Existem várias subdivisões dentro de uma mesma organização de hackers. Enquanto um grupo se concentra na invasão do sistema de computadores, outro se ocupa em obter mais informações dos funcionários da empresa e da organização. Uma terceira frente fica encarregada de vender os dados do cartão de crédito dos clientes dessa companhia no mercado negro, ou informações confidenciais das empresas para os concorrentes. Sempre há muito dinheiro envolvido.
Veja – Há hackers envolvidos com terrorismo?
Mitnick – Não tenho informações de grupos de hackers que utilizam computadores para executar ataques terroristas. O que sabemos que é eles usam muito esse meio para se comunicar entre si, em códigos ou e-mails criptografados, e para descobrir os planos e atividades dos agentes americanos que caçam os terroristas.
Veja – Hoje está mais fácil ou mais difícil invadir os sistemas, se comparado à fase em que o senhor era hacker?
Mitnick – Em algumas situações, está muito mais fácil. Nos últimos anos, a tecnologia contribuiu para melhorar a segurança dos sistemas. O problema é que a maioria das empresas ainda não está preparada para se proteger contra o que eu chamo de engenharia social, ou seja, as estratégias utilizadas pelos hackers para persuadir pessoas e obter dados confidenciais das empresas. Uma companhia pode gastar milhares de dólares em tecnologia de segurança, firewalls e criptografia, mas se o hacker conseguir enganar um funcionário dentro da empresa, e fizer com que ele lhe passe dados como senhas de acesso e arquivos internos, todo o dinheiro gasto com a segurança de sistemas será em vão. E, na maioria das vezes, esse funcionário nem perceberá que ajudou o hacker a organizar um ataque. Atualmente, a mão-de-obra de uma empresa é a parte mais vulnerável ao ataque dos hackers.
Veja – Quem são os principais alvos dos hackers numa corporação?
Mitnick – Antigamente eram os CEOs, porque eles detinham as informações privilegiadas. Mas hoje, com os avanços da tecnologia e a democratização das informações, até os funcionários numa escala bem mais baixa guardam dados confidenciais numa pasta do computador. São esses trabalhadores que os hackers visam. Eles têm acesso a uma grande quantidade de informação sobre a empresa, como a situação financeira da companhia, sua lista de clientes e planos de marketing, mas não têm o conhecimento detalhado do que pode ser uma ameaça à segurança. Assim, caem nos golpes aplicados pelos hackers mais facilmente.
Veja – Que estratégias os invasores utilizam para enganar esses funcionários?
Mitnick – É comum eles ligarem fingindo ser chefe de um departamento e pedir alguma informação sigilosa, dizendo que é urgente. Para convencer o funcionário de que estão falando a verdade, fingem que conhecem algumas pessoas importantes na empresa e utilizam argumentos que fazem sentido no dia-a-dia da companhia, como citar algum evento importante que realmente está para acontecer, ou relatar alguma falha no sistema que ocorre freqüentemente no cotidiano.
Veja – O que as empresas devem fazer para se proteger desse golpe?
Mitnick – Primeiro, é preciso estender a política de segurança a toda a empresa, independentemente da posição. É preciso treinar os funcionários para não se deixar enganar pelos hackers que se passam por gerentes ou prestadores de serviço, orientando a nunca fornecer informações confidenciais por telefone ou e-mail, como dados de acesso ao computador ou a política organizacional da empresa e, após receber esse tipo de mensagem ou ligação, sempre avisar seus superiores.
Veja – Quais são os principais erros que as empresas cometem no sistema de segurança de rede?
Mitnick – Um dos maiores erros é subestimar a capacidade dos hackers de invadir seu sistema. Por não acreditarem que serão alvos de hackers, ou que os invasores não serão tão eficientes a ponto de causar estragos, muitas empresas mantém um sistema de segurança básico, com vários pontos vulneráveis. Entre as principais falhas, estão o fato de não ter um sistema de back-up no banco de dados, não manter o sistema operacional atualizado constantemente, demorar para resolver um problema apontado pelo computador e utilizar senhas de acesso previsíveis.
Veja – Que conselhos o senhor daria para as pessoas protegerem seus computadores?
Mitnick – Manter o firewall ativado evita 80% das invasões. Os ataques mais sofisticados exploram a vulnerabilidade do navegador dos usuários. Para deixar o browser mais seguro, é fundamental manter o antivírus atualizado e instalar no computador um detector de spyware, o programa que se instala no micro sem o consentimento do usuário e passa a monitorá-lo.
Veja – O computador mais seguro é o que está desligado?
Mitnick – Essa idéia é falsa. O hacker consegue convencer o usuário a entrar no escritório e ligar aquele computador. Uma única informação pode ser utilizada de várias maneiras e levar a outras. A arte da fraude consiste em ter paciência e ser persistente. O hacker sabe que pode conseguir o que almeja. Tudo é questão de tempo.
Veja – Quais são os principais crimes cometidos na internet?
Mitnick – Os casos de extorsão, em que os hackers ameaçam tirar do ar o site de uma corporação por um determinado período caso a companhia não pague uma quantia em dinheiro, estão se tornando muito comuns. Um golpe que já existe há alguns anos e continua crescendo é o phishing, ou seja, o envio de mensagens falsas para capturar informações dos clientes, como números de contas bancárias, cartões de créditos e as respectivas senhas. Hoje existe phishing até em sites de relacionamentos e de mensagens instantâneas.
Veja – É seguro utilizar o internet banking em casa?
Mitnick – O serviço de internet banking, por si só, é seguro. O perigo é a existência de brechas dentro do computador do usuário. Um hacker consegue roubar dados do usuário a partir da vulnerabilidade de seu micro e não do serviço de internet banking. Por isso, é fundamental manter todas as ferramentas de segurança do computador pessoal ativadas e atualizadas, como o antivírus e o firewall.
Veja – O senhor utiliza os serviços de internet banking?
Mitnick – Sim, porque se eu for vítima de fraude, o banco terá de me reembolsar. Os riscos, nesse caso, são maiores para o banco e para as operadoras de cartão de crédito que para o próprio cliente.
Veja – Fazer compras em lojas virtuais é arriscado?
Mitnick – Hoje os riscos são os mesmos que os das lojas do mundo real. Um hacker raramente vai se concentrar em invadir um computador para tentar roubar o número de um único cartão de crédito. Isso porque todas as informações enviadas para um site seguro saem criptografadas do computador do usuário. Daria um trabalho imenso e levaria muito tempo para decodificá-las. É claro que é preciso escolher bem a loja on-line que se vai fazer compras, mas isso também vale para as lojas do mundo real. As grandes lojas, como Amazon e eBay, costumam ser mais confiáveis, pois mantém um sistema de segurança eficiente para armazenar os dados financeiros dos clientes.
Veja – Utilizar internet pelo telefone celular é seguro?
Mitnick – Os celulares são o mais novo alvo dos hackers. Para se ter uma idéia, hoje há spywares para celular. A boa notícia é que a tecnologia para esses aparelhos está se aperfeiçoando cada vez mais. Até pouco tempo atrás, utilizar internet pelo celular era arriscadíssimo, mas os fabricantes estão se conscientizando de que implantar um sistema de segurança eficiente também é fundamental para esses equipamentos. Hoje, os riscos de se utilizar internet pelo celular são praticamente os mesmos que os do PC.
Veja – É verdade que utilizar internet pelo celular ou laptop próximo aos aeroportos é perigoso, porque os hackers conseguem roubar dados do sistema com mais facilidade?
Mitnick – Os aeroportos hoje são ambientes propícios para o roubo de dados do computador. Existem quadrilhas que agem nesses locais apenas com esse propósito. Eles se aproveitam das brechas no sistema de um notebook que um sujeito está utilizando no lounge do aeroporto e, utilizando outro laptop, invadem seu sistema. Nesses locais, o risco é muito grande.
Veja – As pessoas ainda reconhecem o senhor na rua?
Mitnick – Algumas vezes. Costumo ser bastante reconhecido quando utilizo meu notebook em público, num café, por exemplo. Não sei se é porque as pessoas associam o computador a mim.
Veja – O senhor se arrepende de ter sido hacker e de ter roubado informações no passado?
Mitnick – Sim, eu era muito imaturo naquele tempo e reconheço que cometi erros estúpidos. Me considero uma pessoa de sorte, pois tenho agora uma nova chance de utilizar minhas habilidades com outros objetivos. Existem hoje muitas formas de aprender sobre as técnicas dos hackers sem precisar invadir o sistema alheio. Há cursos de segurança de sistemas nas universidades e escolas especializadas a preços muito mais acessíveis do que na época em que eu iniciei minhas atividades de hacker.
Veja – Depois que saiu da prisão, o senhor chegou a conversar com Tsutomu Shimomura, o especialista em segurança eletrônica que o desmascarou?
Mitnick – Eu nunca falei com ele em toda a minha vida, nem antes nem depois da prisão. É um sujeito muito arrogante, que se acha mais esperto do que todo mundo. Não tenho o menor interesse em manter qualquer tipo de relação com ele.
Veja – O que o senhor dirá em sua autobiografia?
Mitnick – Contarei em detalhes todas as aventuras que eu vivi quando ainda era hacker, o que eu realmente fiz, por que eu fiz, como foi lidar com os agentes federais americanos, a fuga e a perseguição no ciberespaço. Muito do que foi dito sobre mim até hoje, principalmente sobre como foram as invasões, está incorreto. No livro, vou esclarecer tudo isso.
Veja – Por que o senhor se tornou um hacker?
Mitnick – Virei um hacker não para roubar dinheiro ou tirar vantagem sobre alguma empresa. Era mais pelo prazer de invadir o site de uma grande companhia ou do governo americano e não ser pego. Cada vez que eu era bem-sucedido, aumentava o desafio e os riscos. Era como participar de um jogo on-line em que, ao ganhar, passa-se para outra fase mais difícil.
Veja – Qual foi a invasão mais desafiadora que o senhor praticou quando era hacker?
Mitnick – Uma das mais desafiadoras foi invadir o sistema da Motorola, em 1994. Era um dos mais seguros daquele tempo e ninguém conseguia invadi-lo. Tive de enfrentar vários níveis de segurança até conseguir entrar, de fato.
Veja – É verdade que os hackers brasileiros são os mais habilidosos do mundo?
Mitnick – Eu não conheço nenhum pessoalmente, mas sei que os hackers brasileiros têm essa fama. Alguns grupos no Brasil ficaram conhecidos por modificar a página principal de grandes companhias em todo o mundo.
FONTE: Veja.com
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ago/08
Tome cuidado ao usar pilhas ou baterias remanufaturadas
Publicador por dito na categoria Dicas
Se você costuma comprar pilhas ‘remanufaturadas’ para economizar, saiba que pode estar correndo alguns riscos. Para entender que problemas são esses, precisamos compreender alguns princípios do funcionamento de baterias e pilhas.
O tipo de pilha mais usado hoje em dia é o de íon-lítio e tem como uma das principais diferenças – e vantagens – em relação ao modelo mais antigo (de níquel-cádmio) a presença de um chip de segurança.
Esse chip tem como função impedir que a bateria chegue a seu nível máximo quando for carregada e também o inverso – o de não deixar que a carga do dispositivo atinja um nível zero.
Isso porque uma pilha que alcança seu total de carga possível e continua a ser carregada corre o risco de passar por superaquecimento e, em alguns casos, até explodir. No outro extremo, um nível mínimo de carregamento pode prejudicar o tempo de vida do dispositivo. Dessa forma, saiba que cuidar de suas baterias adequadamente pode fazer com elas durem mais.
Problemas
No caso do chamado ‘remanufaturamento’, o que acontece é que alguns dos componentes da pilha ou bateria são trocados com o intuito de conferir uma sobrevida ao dispositivo, de acordo com o professor de engenharia de materiais da FEI Ricardo Hauch.
O problema reside no fato de que somente alguns – e não todos – os setores das baterias são substituídos. Em determinadas situações, por exemplo, uma bateria que possui oito células de lítio pode ter apenas seis delas substituídas; o resultado é uma vida extra.
Esse tipo de substituição acarreta dois problemas iniciais. O primeiro deles está relacionado ao seu bolso: o usuário paga por um produto que certamente irá durar menos do que um novo e sem uso.
O segundo problema ocorre, explica o professor Hauch, quando o usuário mistura uma pilha nova com uma remanufaturada para fornecer energia a um eletrônico. Tal ‘mescla’ irá forçar e diminuir a vida das pilhas boas, garante o professor.
Ainda assim, esses são problemas menores, se comparados ao que está relacionado ao chip de segurança.
Como a intenção num remanufaturamento em geral é economizar, dificilmente esse elemento será trocado, já que a maior parte do custo da bateria vem deste componente.
Acontece que o chip de segurança, como qualquer outro componente eletrônico, tem um tempo de vida útil determinado. Passado esse período, ele deixa de oferecer a segurança para a qual foi projetado, e o risco do superaquecimento e explosão quando recarregarmos essas pilhas remanufaturadas aumentam.
Destinação adequada
Todo mundo tem aqueles eletrônicos antigos com suas respectivas baterias que não funcionam mais. Saiba que não se pode, simplesmente, jogá-los no lixo: algumas pilhas e baterias são compostas por metais pesados altamente prejudiciais ao corpo humano.
De acordo com Luis Fernando Novazzi, professor de engenharia ambiental da FEI, os elementos mais perigosos são chumbo, mercúrio e cádmio, que se acumulam no organismo e podem causar problemas como esterilidade, disfunções em órgãos e ataques ao sistema nervoso.
Assim, o descarte desse tipo de material não pode ser o lixo comum, sob risco de contaminação do solo e da água (rios e lençol freático) com essas substâncias nocivas.
O encaminhamento adequado, segundo Novazzi, deve ser dado pelo próprio fabricante. Cada tipo de metal tem um tratamento diferente, mas em termos gerais, todos eles devem passar por um processo que os separa dos outros componentes da pilha e lhes dá outro destino, com uma nova utilização para cada material.
Com base nisso, a resolução 257 do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) obriga as fabricantes de pilhas e baterias que contenham esses metais a disponibilizarem postos de coleta para os usuários.
Além disso, limita a quantidade desses metais na composição das pilhas e proíbe destinações inadequadas para esses materiais – como queima a céu aberto ou lançamento em praias e esgotos.
Fonte: Fernando Petracioli, especial para PC World
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ago/08
Utilizando corretamente a bateria do notebook
Publicador por Maxmiller na categoria DicasIntrodução
Nesta guia estarei falando sobre as baterias Lithium Ion de notebook, como aumentar a vida útil da bateria e como manter ela sempre corretamente carregada.
Bateria Lithium Ion
As células podem vazar ou explodir se aquecidas a temperaturas superiores a 60 graus, ou caso sejam carregadas além de seu limite energético. Outro problema é que as células oxidam rapidamente caso completamente descarregadas, o que demanda uma grande atenção.
Para tornar as baterias confiáveis, todas as baterias Li-Ion usadas comercialmente possuem algum tipo de circuito inteligente, que monitora a carga da bateria. Ele interrompe o carregamento quando a bateria atinge uma tensão limite e interrompe o fornecimento quando a bateria está quase descarregada, a fim de evitar o descarregamento completo. A obrigatoriedade do uso do chip é o principal motivo das pilhas recarregáveis ainda serem todas Ni-MH ou Ni-Cad: seria muito dispendioso incluir um chip em cada pilha (fora o fato das células Li-ion trabalharem a 3.6V).
Outra questão interessante, sobretudo nos notebooks, é que as baterias são compostas por de 3 a 9 células independentes. O circuito não tem como monitorar a tensão individual de cada célula, mas apenas do conjunto. Isso faz com que, em situações onde as células fiquem fora de balanço, ou em casos onde uma das cédulas apresenta algum defeito prematuro, o circuito passe a interromper o fornecimento de energia após pouco tempo de uso. Surgem então os numerosos casos onde uma bateria que originalmente durava 2 horas, passa a durar 15 minutos, por exemplo.
Na maioria dos notebooks, o circuito da bateria trabalha em conjunto com o BIOS da placa mãe, o que abre margem para erros diversos. É comum que, depois de várias cargas parciais, o monitor do BIOS fique fora de balanço e passe a calcular a capacidade da bateria de forma errônea. Ele passa a sempre fazer recargas parciais, o que faz a bateria durar cada vez menos, muito embora as células continuem perfeitamente saudáveis.
É por isso que muitos notebooks incluem utilitários para “calibrar” a bateria, disponíveis no setup. Eles realizam um ciclo de carga e descarga completo, atualizando as medições.
Quando for deixá-la sem uso, as baterias Li-ion se deterioram mais rapidamente quando completamente carregadas ou quando descarregadas, por isso o ideal é deixar a bateria com 40% de carga. O calor também acelera o processo, por isso, quanto mais frio o ambiente, melhor.
Segundo o batteryuniversity, uma bateria completamente carregada, guardada numa estufa, a 60° C, pode perder mais de 40% de sua capacidade depois de apenas 3 meses, enquanto uma bateria conservada a 0° C, com 40% da carga, perderia apenas 2% depois de um ano.

Evite descarregar a bateria completamente quando isso não é necessário. O melhor é simplesmente usar e carregar a bateria seguindo seu ciclo de uso. Outra dica é que a durabilidade da bateria é menor quando submetida a descargas rápidas, por isso gravar DVDs no notebook usando a carga das baterias não é uma boa idéia
. A cada 20 ou 30 recargas, é interessante realizar um ciclo completo de carga e descarga, a fim de “calibrar” as medições do chip e do monitor do BIOS.
A princípio, retirar a bateria de um notebook que fica ligado na tomada na maior parte do tempo seria uma boa idéia para aumentar sua (da bateria) vida útil. O problema é que a maioria dos notebooks usam a bateria como escape para picos de tensão provenientes da rede elétrica. Removendo a bateria, esta proteção é perdida, o que pode abreviar a vida útil do equipamento.
Tutorial de Recomendação de uso da Bateria de Notebook:
01 – Baterias de Li-íon (notebooks atuais) não causam efeito memória. (famoso vicio de bateria). Somente as baterias de NiMn e NiCd têm efeito memória.
02 – A vida útil de uma bateria de notebook varia de 500 a 800 ciclos de carga/descarga. (feita para durar de 2 a 3 anos com uso racional, claro). O uso intenso da bateria, por exemplo: executivos, vendedores externos, a vida dela não deve passar de 1 ano devido ao grande volume de ciclos carga/descarga.
03 – Para guardar por muito tempo, nunca carregue a bateria e retire do notebook. (quando voltar pra pegar e usar ela no notebook, corre o risco de ter perdido a capacidade de carga de antes)
04 – Nunca descarregue totalmente a bateria do notebook e nem guarde também desse modo. A bateria guardada vai perder o restinho de capacidade de carga e pode chegar a 0%. Se chegar, adeus – Não pega mais carga.
05 – Quando o windows avisar que a bateria deve ser carregada, deixe ele correr até 1% e só depois coloque o carregador.
06 – NÃO FAÇA CARGA/DESCARGA DA BATERIA TODO DIA!!!! A não ser que seu trabalho induza a isso. Você estará reduzindo os ciclos de carga/descaga da bateria. A vida útil cai.
07 – Se tiver oportunidade no local de usar a corrente alternada (na tomada), opte por isso.
08 – Faça DESCARGA/CARGA na Bateria em média 3 vezes por mês.
09 – Deu queda de energia de mais de 1 minuto?? Então retire o cabo de força do notebook e use NA BATERIA até esgotar.
10 – Ficar retirando e colocando a bateria do notebook pode causar degastes no cotato bateria/note. E com isso, ela poderá também ficar folgada futuramente na carcaça do notebook.
* Pode-se também seguir uma sistemática de uso assim:
1 – gaste primeiro a bateria até chegar 1%;
2 – carregue a bateria completamente;
3 – use a bateria do notebook até chegar uns 40% sobrando de carga;
4 – retire a bateria do notebook e guarde na pasta com esta carga;
5 – vá usando o laptop apenas no carregador durante a semana;
6 – após uma semana, coloque a bateria e use o restante da carga;
7 – depois que gastar o restante até 1%, carregue completamente.
8 – novamente use até a bateria atingir 40% e guarde na pasta. E volte a usar na tomada.
9 – vai repetindo o processo de semana em semana.
Ao final de 1 ano, sua bateria deverá ter completado apenas uns 36 ciclos de carga/descarga. Somando aí os trabalhos EXTERNOS com o note, você estará consumindo no mais ou menos uns 200 ciclos de carga/descarga em 1 ano.
FONTE: http://guia.mercadolivre.com.br/como-utilizar-modo-correto-bateria-notebook-17451-VGP
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ago/08
Como manter o gás do refrigerante?
Publicador por Maxmiller na categoria Dicas
1- Depois de ter aberto o refrigerante e de ter consumido, aperte a garrafa até o liquido ficar próximo à tampa (3 dedos, mais ou menos) e feche novamentele ter consumido. Isso faz com que o gás tenha para onde se expandir e quando você abri-lo ele não ser expulso da garrafa. Outro fator de explicação é que diminuindo a área ?vazia? o gás não tem pra onde fugir e permanece no líquido.
E se tiver pouco refrigerante na garrafa?
Não importa a quantidade de refrigerante e sim o espaço que o gás terá para se expandir, pois quando você deixa o refrigerante fechado normalmente sem amassá-lo, esse espaço é preenchido pelo oxigênio, então o gás do refrigerante que está presente no líquido não tem pra onde expandir e sai do refrigerante!
Ex: Imagine que a garrafa de coca cola teve um pouco de líquido retirado, agora imagine a de guaraná como a garrafa que foi amassada pra o liquido ficar próximo à tampa. Pode amassar bastante a garrafa se tiver pouco refrigerante!
2- Passe o refrigerante cuidadosamente para um recipiente menor (passe da embalagem de 2 litros pra uma de 600ml, por exemplo), claro que nesse caso o outro recipiente tem que ter também uma tampa que impeça a saída dos gases.
A explicação nesse caso é mesma do caso anterior, ou seja, diminuindo a área preenchida apenas pelos gases, o co2 (gás do refrigerante) tem uma área menor de expansão, não tendo pra onde fugir permanece no liquido.
3- Após aberta a garrafa, introduza nela uma colher de aço inox, colocando o cabo pra dentro e deixando a ?cabeça? pra fora, na tampa. A explicação é que quando as moléculas de co2 sobem pra sair da garrafa a colher passa pra elas um íon e as deixa mais pesada, por isso elas voltam e ficam no refrigerante. Se ficar muito tempo não irá resolver, pois nem todas as moléculas recebem o íon e não voltam, o ideal é tampá-lo.
4- Mantenha o refrigerante em temperaturas baixas (geladeira, freezer, cooler), pois a solubilidade dos gases aumenta com a diminuição da temperatura. O refrigerante chega a dissolver cerca de duas vezes mais dióxido de carbono na temperatura da geladeira do que na ambiente.
5- Nunca balance ou agite o refrigerante, isso faz com que as moléculas do co2 se agitem e quando você abrir a garrafa elas saiam com violência da garrafa, deixando seu refrigerante sem gás quase que instantaneamente.
6- Nunca abra o refrigerante quando ele estiver quente, pois as moléculas do co2 ficam mais agitadas e saem com maior facilidade. É por isso que quando você o abre sai aquela quantidade enorme de refrigerante impulsionada pelo gás.
7- Não deixe o refrigerante muito tempo destampado, pois assim você deixa a porta aberta para o gás fugir. Caso tenha perdido a tampa, apenas não agite ou chacoalhe o recipiente, isso faz com que o gás permaneça no liquido por mais tempo!
8- Por ultimo e mais óbvio, olhar a validade do refrigerante, pois um refrigerante velho tem muitas chances de estar choca!
Essas são dicas simples, mas que mantém o seu refrigerante por muito mais tempo gaseificado!Lembro também que essas dicas são primordialmente pra refrigerantes pet, que demoram mais para serem consumidos, os outros (lata e garrafa), são consumidos imediatamente!
FONTE: Mercadolivre
3
ago/08
Lançado Norton Internet Security 2009 – Antivirus
Publicador por Maxmiller na categoria LançamentosO Norton Internet Security é uma ferramenta de proteção voltada, principalmente, a ameaças oriundas da Internet. É um aplicativo bem conceituado no mercado, uma vez que a Symantec, empresa desenvolvedora dos produtos Norton, está presente nele há mais de 25 anos. Sua última versão vem recheada de novidades que irão mudar os seus conceitos sobre esse produto.
O produto traz os mecanismos de proteções imprescindíveis a quem utiliza a Internet com freqüência e preza pela segurança do computador. Além da função antivírus, o Norton Internet Security reúne soluções de segurança para a rede e Internet, as quais visam prevenir sua máquina contras as ameaças que se propagam nesses meios. Há ainda a proteção anti-spyware, a qual complementa o poderio do antivírus interceptando e removendo os temidos spywares.
A proteção residente do Norton Internet Security, mecanismo responsável pela segurança do computador em tempo real, ficou mais enxuta e agora não consome tantos recursos do sistema como em suas versões anteriores. Agora o Windows carrega mais rápido e não tem o seu desempenho prejudicado ao decorrer do uso. Quem utiliza o Windows Vista, notará um desempenho ainda maior, já que esta versão está totalmente adaptada a ele.
AS NOVIDADES
Arquitetura inovadora
Esta é talvez o principal destaque do novo Norton Internet Security. Um sistema novo e inovador permitiu reduzir drasticamente o consumo de recursos do computador. Essa mudança radical é percebida claramente logo no processo de instalação do aplicativo.
Modo silencioso
Um recurso essencial para aqueles que possuem um computador com uma configuração limitada e/ou utilizam aplicações de peso. O modo silencioso faz com que o Norton Intenet Security consuma menos recursos do sistema e não interrompa as atividades do usuário com mensagens e alertas de segurança. Essencial para quem utiliza o computador para jogar.
Mecanismos de proteção aprimorados
Praticamente todos os mecanismos de proteção do aplicativo receberam mudanças e melhorias. A proteção de navegadores permite ao usuário ter uma navegação segura, longe de sites mal-intencionados, agora também abrangendo usuários do Firefox. Ainda para a segurança da Internet, o aplicativo traz o Norton Safe, um sistema de avaliação de sites que protege o usuário
contra sites suspeitos e fraudulentos e um sistema avançado para gerenciar e proteger senhas de sessões que exigem autenticação.
A segurança de rede está mais completa, agora mantém o usuário informado sobre o estado dela em um mapa gráfico. O SONAR, nome dado ao mecanismo de proteção residente, está ainda mais inteligente. Ele impede que tanto ameaças conhecidas, como desconhecidas infectem a sua máquina. Além disso, priva o usuário de tomar decisões de segurança confusas.
VISUAL ELEGANTE
A interface nunca foi um ponto fraco dos aplicativos Norton. Assim como visual rebuscado, a praticidade de uso ainda permanece. Na tela principal do Norton Internet Security, o usuário fica a par da situação de todos os mecanismos de proteção do software. Seguindo a tendência de outros softwares da mesma categoria, o aplicativo alerta o usuário sobre itens que merecem atenção com ícone no canto superior esquerdo da janela e no próprio ícone da systray — barra do sistema, ao lado do relógio.

Obs: Todo conteudo acima, foi retirado do site baixaki.
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