mar/12
Já pensou o rei Salomão nas redes sociais?
Publicador por felipe na categoria Curiosidades, OutrosIsso mesmo,imagina como seria o grande rei sábio Salomão filho do rei Davi nas redes sociais? Ia ter muita sabedoria e instruções nas redes sociais! Isso eu tenho certeza! Com vocês mais um artigo do Ipródigo muito legal,principalmente para quem está ligado constantemente nas redes sociais.
Há muitas pessoas que duvidam e minimizam a relevância do Antigo Testamento nos nossos tempos. Essas pessoas provavelmente nunca tiraram um tempo para ler o livro de Provérbios. Eu leio Provérbios quase todo dia e fico continuamente maravilhado com tamanha relevância desse livro. Parece que a sabedoria é atemporal. As lições que Davi ensinou a Salomão falam a mim e meus filhos tanto quanto falaram a homens e mulheres do Israel antigo. A sabedoria de Deus dada a Salomão continua a ressoar alto e claro em meu coração.
Se Salomão fosse vivo hoje e perguntássemos a ele como devemos nos relacionar com os outros neste mundo digital, se perguntássemos a ele como podemos honrar a Deus usando as redes sociais disponíveis a nós hoje, aqui está como ele provavelmente responderia.
Conte até dez antes de postar, compartilhar, enviar, submeter. “Você já viu alguém que se precipita no falar? Há mais esperança para o insensato do que para ele”. (Provérbios 29.20). Quantas discussões poderiam ser evitadas e quantos relacionamentos salvos se as pessoas fossem apenas um pouco menos precipitadas em suas palavras? Antes de postar um artigo ou antes de comentar um status do Facebook, é sempre (sempre!) uma boa idéia reler o que você escreveu e considerar se suas palavras expressam fielmente seus sentimentos e se expressar tais sentimentos é necessário e edificante. E, aproveitando que estou neste assunto, uma revisão ortográfica também não machuca.
Deixe o insensato em sua insensatez. “Não responda ao insensato com igual insensatez, do contrário você se igualará a ele” (26.4). Há momentos em que é melhor deixar um insensato em seu canto que tentar mudá-lo. Algumas vezes é melhor apenas deixá-lo sozinho do que providenciar mais munição para ele. Isso significa que pode ser melhor ignorar o troll, deixar uma repreensão sem resposta, do que atormentá-lo e sofrer sua ira.
Exponha a insensatez. “Responda ao insensato como a sua insensatez merece, do contrário ele pensará que é mesmo um sábio” (26.5). Aqui está – a inegável prova de que a Bíblia se contradiz! Estamos respondendo a um insensato de acordo com sua insensatez ou não? Evidentemente essa “contradição” é deliberada e está na Bíblia para mostrar que não há uma lei absoluta nessa situação. Há momentos em que a insensatez deve ser exposta, ou se o insensato é alguém que você acredita estar honestamente buscando sabedoria, ou se sua insensatez prejudicará outros. Se um insensato está impactando outros, afundando-os em sua insensatez, ele deve ser exposto em favor da saúde da igreja.
Saiba quando parar. “Se o sábio for ao tribunal contra o insensato, não haverá paz, pois o insensato se enfurecerá e zombará” (29.9). Há momentos em que você precisa parar em vez de sustentar um argumento. O insensato não tem real intenção de aprender ou de ser sábio. Pelo contrário, eles apenas buscam oportunidades de proclamar ruidosamente as tolices. Pare e então você pode ficar em paz. Desligue, faça log off, apague – faça o que você precisa fazer.
Tenha cuidado com o que você lê. “Como amarrar uma pedra na atiradeira, assim é prestar honra ao insensato.” (26.8). Tenha cuidado com as palavras que você lê e com a sabedoria em que você confia. Os insensatos podem parecer sábios, mas eles ainda guiarão os outros pelo mau caminho. Se você honra um insensato lendo e absorvendo suas palavras, está sendo como uma pessoa insensata que amarra a pedra na atiradeira, tornando a atiradeira inútil e ficando sem defesa.
Evite os fofoqueiros. “As palavras do caluniador são como petiscos deliciosos; descem saborosos até o íntimo.” (26.22). Há muito sites, blogs e perfis de Twitter dedicados quase que inteiramente a fofocas, a compartilhar o que é desonroso em vez de compartilhar o que é nobre. Evite essas pessoas e suas fofocas.
Seja humilde. “Que outros façam elogios a você, não a sua própria boca; outras pessoas, não os seus próprios lábios” (27.2). “O orgulho do homem o humilha, mas o de espírito humilde obtém honra.”(29.23).
Deixe que os outros te elogiem. Se você nunca recebeu elogios de ninguém, especialmente daqueles que são sábios, pode ser um bom momento para examinar seu coração e examinar se você está andando nos caminhos da sabedoria. Aqueles que são modestos e de espírito humilde receberão honra, enquanto o arrogante será humilhado.
Cuide da sua própria vida. “Como alguém que pega pelas orelhas um cão qualquer, assim é quem se mete em discussão alheia (26.17)”. Se você já pegou um cão pelas orelhas, você sabe que isso trará problemas. Pegar um cão desconhecido pelas orelhas trará ainda mais problemas. Fique longe de brigas de outras pessoas em vez de entrar nelas como se fossem suas. Pode haver momentos de entrar em uma disputa teológica ou de tentar mediar uma discordância na blogosfera, mas a sabedoria lhe diria para cuidar da sua própria vida.
Não seja um perturbador. “Quem faz uma cova, nela cairá; se alguém rola uma pedra, esta rolará de volta sobre ele” (26.17). Aqueles que existem apenas para trazer problemas aos outros pagarão um preço. E, infelizmente, na Internet há muitos deles. Não seja um!
Examine por que você escreve. “A esposa briguenta é como o gotejar constante num dia chuvoso”(27.14). O provérbio fala de uma esposa briguenta, mas poderia ser facilmente aplicado a qualquer pessoa. Se você está escrevendo meramente para ser briguento ou porque você curte um argumento, talvez seja melhor encontrar outra coisa para fazer. “O que o carvão é para as brasas e a lenha para a fogueira, o amigo de brigas é para atiçar discórdias”(26.21). Não seja o tipo de pessoa que atiça contendas por diversão própria.
Tome cuidado com o que você ensina. “Quem leva o homem direito pelo mau caminho cairá ele mesmo na armadilha que preparou, mas o que não se deixa corromper terá boa recompensa” (28.10). Aqueles que escolhem ensinar outros, aceitam uma séria responsabilidade; se eles levam os outros para o mau caminho, eles devem esperar que haverá conseqüências. Cuidado com o que você ensina, com o que você compartilha, que crenças você expressa. Lembre-se que suas palavras são públicas e que elas podem continuar acessíveis para sempre.
Caminhe com o Senhor. “Quem confia em si mesmo é insensato, mas quem anda segundo a sabedoria não corre perigo” (28.26). E aqui está a chave para todas as outras coisas. Confie no Senhor mais do que em você mesmo. Caminhe com o Senhor e nos caminhos de sua sabedoria ensinados nas páginas da Bíblia. Seja um homem sábio ou uma mulher sábia na Palavra e não um tolo que confia em sua própria sabedoria (ou na falta dela). Proteja-se com maturidade espiritual, com a verdadeira sabedoria, antes de aventurar no mundo das redes sociais.
Fonte: Ipródigo
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mar/12
Você sabe porque Deus não nos conta o futuro?
Publicador por felipe na categoria Curiosidades, OutrosGalera está aqui para vocês lerem um post bem legal do que nós expõem um pouco do porque que Deus não nos conta o futuro,achei bem interessante o título,quando vi o artigo do Ipródigo fiquei maravilhado.Muito bom pessoal,vale apena ler.Tenho certeza que se nós soubéssemos exatamente os fatos que iriam acontecer na nossa vida não saberia a minha reação.E você?

É Quarta-Feira a noite e eu estou ajudando nossos filhos a calçarem seus sapatos, vestirem os casacos e pegarem suas Bíblias por estarmos prestes a ir para a igreja. Eu os apresso do lado de fora, digo a Corina que estamos esperando por ela no carro, e depois arrumo todos lá dentro.
Ao longo do caminho, eu digo a Timóteo (nosso filho de 7 anos): “Cuidado com a poça na garagem. Feche sua jaqueta. Abra a porta para a sua irmã.” Ele olha para mim com um olhar exasperado como se eu tivesse feito algo errado, e eu pergunto qual é o problema.
Ele me diz: “Pessoas me dizem o que fazer o tempo todo. Antes da escola. Na escola. No almoço. Durante as aulas. Quando chego em casa. Eu só fico cansado de todo mundo estar no comando.”
Nós estamos no carro agora. Júlia (nossa filha de 3 anos) está sentada com seu cinto de segurança em seu assento no carro. Timóteo está pronto para ir.
“Então você quer estar no comando?”, pergunto a ele.
“Sim. Eu quero estar no comando e tomar as minhas próprias decisões”, ele me responde.
Pensando que seria uma boa hora para desenvolver filosoficamente, eu digo “Bem, filho, esse dia está chegando. Mas por agora, as outras pessoas estão no comando, e a razão para estarmos no comando é porque Deus nos disse para ficar. Deus quer que a gente dê o nosso melhor para ajudar a te moldar ao tipo de pessoa que pode ser sábia e que honra a Deus com suas próprias escolhas.”
Ele balança a cabeça. Ele sabe.
Mas eu continuo.
“Um dia, você vai sair de casa. Você vai para a faculdade, e ninguém mais vai te dizer o que fazer todo dia. Você mesmo vai tomar suas decisões. E eu quero que você esteja preparado para esse dia.”
Com isso, o cansaço do dia supera Timóteo, e a visão de tal independência é demais para ele. Ele lamenta. Lágrimas escorrem.
“Isso me deixou tão triste! Eu não quero sair de casa!” Ele está histérico. “Por que você disse isso? Eu não quero pensar sobre isso.” Julia começa a chorar também. “O que tem de errado com o Timo?”
Eu suspiro, ponho a minha mão em minha cabeça e tento não rir. Belo desenvolvimento filosófico. Agora é hora de tranquilizá-lo.
“Timóteo, este dia ainda está longe, e até você chegar lá – acredite em mim – você vai querer estar lá, tomando suas próprias decisões” Ele está confortado. Crise evitada. E faço uma nota mental: “Não inventar moda com a faculdade de novo”.
Depois, Corina e eu estávamos conversando sobre esse diálogo, rindo sobre como o pensamento de independência perturba nosso filho. Como adultos, podemos olhar para o futuro dele e imaginá-lo como um jovem independente, maduro em sua fé, tomando sábias decisões.
Como uma criança, nosso filho quer chegar lá, mas ele não consegue imaginar como será. A ideia de ser um adulto o assusta. Há muitas variáveis desconhecidas.
E então, eu percebo porque Deus não nos conta tudo sobre o nosso futuro. Ele expõe a visão de quem seremos – pessoas andando de uma maneira digna de Cristo, frutificando em toda boa obra, crescendo no conhecimento de Deus. Mas Ele não nos conta tudo que essa viagem acarretará. Ele não nos conta tudo que iremos realizar ao longo do caminho.
Às vezes eu me pergunto por que Deus não revela o plano específico que Ele tem para toda a nossa vida. Agora, eu percebo que isso é uma coisa boa. Nós não seríamos capazes de lidar com isso. Nós choraríamos como uma criança assustada se soubéssemos os planos específicos dEle para nós. Nos questionaríamos como Ele conseguirá nos fazer parecidos com Cristo de inúmeras formas surpreendentes.
E o pensamento do sofrimento, da dor e da responsabilidade que serão necessários para chegar lá – para formar-nos como este tipo de pessoa… bem, se a universidade é o suficiente para assustar um menino de 7 anos de idade, então talvez a especificidade de como nós nos tornaremos mais como Cristo ao longo da vida seria demais para suportar.
Melhor é ouvir a amorosa voz do nosso Pai, que nos sela com Seu Espírito e promete renovar nossa humanidade dia após dia ao nos refazer à imagem do Seu Filho.
Melhor é dar nossos passos cambaleantes de bebê na jornada da vida, desfrutando da boa vontade do nosso Pai, crendo no sacrifício de Seu Filho quando caímos e nos apoiamos no poder o Espírito para nos levantar novamente e nos ajudar a continuar na caminhada.
Deus nos dá uma grande imagem do nosso futuro. E é glorioso!
Mas Ele opta por não preencher todos os detalhes. E isto é muito bom!
Fonte: Ipródigo
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mar/12
Dicas de áudio: Aprenda sobre equalização e equalizadores
Publicador por felipe na categoria Dicas, VideosGalera ligada em som esta aqui umas boas dicas para você ter uma boa equalização e ótimos equalizadores para obter um som bem legal. Preste atenção nas dicas pois você ira aprender bastante, é bem simples mas eficaz, você só tem a ganhar. Vejam:
Mixagem é uma das partes mais importantes da sonorização tanto em estúdio quanto em ambientes ao vivo. Para isto, temos que levar em conta vários parâmetros como volumes, efeitos, profundidade, distribuição nos panorâmicos e equalização. Equalizar é somente um dos parâmetros de uma mixagem e é neste aspecto que vou me fixar neste artigo.
Equalizar é trabalhar as frequências, é modificar graves, médios e agudos. É o que vai dar a “cor” para uma sonoridade.Em grande parte das vezes é na equalização que tiramos o “enlatado” de um timbre ou damos mais “brilho” a um som. Acrescentamos “peso” ou damos “presença” no som de determinados instrumentos.
Muita gente, ao equalizar, não entende como as ondas sonoras atuam em um timbre e em alguns casos não compreendem como funcionam os diferentes tipos de equalizadores. Acabam não tirando o melhor proveito das frequências e dos equalizadores. Assim, para equalizar faz-se necessário conhecer as frequências e os tipos de equalizadores para desenvolvermos nosso assunto.
O som é energia acústica produzida por vibrações, que se propagam como onda e precisam de um meio para se mover. Uma onda sonora se repete ciclicamente num espaço de tempo e estes ciclos de onda são medidos em um segundo, o que chamamos de Hertz (ciclos/s=Hz).
As frequências audíveis ao ouvido humano são as compreendidas entre 20Hz e 20.000Hz (ou 20KHz). Quanto menos se repete num segundo, mais baixas são as frequências e quanto mais se repetem, mais altas. Daí o conceito de frequências baixas (graves , LOW), médias (MID) e altas (agudas , HIGH).
O som que normalmente escutamos, seja de uma voz ou de um instrumento, vem sempre acompanhado de um conjunto de frequências. Como diferenciamos um lá3 de um piano de um lá3 de uma flauta? Ambos estão emitindo o mesmo lá3 que é 440Hz! Toda frequência fundamental (como o exemplo do lá3=440Hz) vem acompanhada de seus múltiplos (chamados de harmônicos) e os instrumentos, pelas suas características, têm diferentes capacidades de emitir seus harmônicos.
Estes harmônicos são sempre mais agudos que a fundamental (por serem múltiplos). O somatório destes harmônicos com sua fundamental formam o que chamamos de TIMBRE. No exemplo da flauta e do piano, mesmo os dois emitindo a mesma nota musical (na mesma frequência), sabemos da diferença do som dos dois porque as características físicas de cada instrumento nos faz ouvir os harmônicos em volumes diferenciados.
Como vimos, os harmônicos de um timbre são mais agudos do que a frequência fundamental. Assim podemos deduzir que quanto mais agudo acrescentamos em um timbre, através de um equalizador, mais caracterizado fica este timbre, por excitarmos os harmônicos deste. Cabe lembrar que isto vale para timbres que efetivamente foram captados com agudos na sua timbragem. Algumas vezes passamos muito trabalho em uma mixagem tentando “desembolar” uma voz solo de um grupo vocal, por exemplo.
Quando temos uma mulher solando acompanhada de vocais femininos, podemos nos deparar com este tipo de problema. Podemos ter esta situação também quando temos duas guitarras numa banda e estes timbres se misturam, sem caracterizar um ou outro. Várias outras situações podem acontecer requisitando mais nitidez de um som. Nestes casos, vale a pena aumentar um pouco o agudo de um dos timbres para diferenciá-lo em relação ao(s) outro(s). No entanto, temos que cuidar o contrário, pois o excesso de agudos pode tornar o som irritante e artificial. Resumidamente podemos afirmar que as FREQUÊNCIAS AGUDAS (entre 6,3KHz e 20KHz) dão DEFINIÇÃO ou NITIDEZ a uma timbre.
A maior parte das fontes sonoras musicais estão repletas de frequências médias. Grande parte do que ouvimos está na faixa entre 200Hz e 6,3KHz. Esta gama de frequências podemos subdividir assim: os médios graves (200Hz a 630Hz), os médios (630Hz a 2KHz) e os médios agudos(2KHz a 6,3KHz). Esta faixa de frequência é a que dá PRESENÇA à sonoridade dos timbres.
É importante ter claro este conhecimento porque às vezes, numa mixagem, notamos que o som de um determinado instrumento ou voz “desaparece” no meio dos demais. Damos volume a este instrumento e parece que mesmo assim ele não sobressai. Muitas vezes é porque o som está “magro” e esta “magreza”pode ser resolvida acrescentando frequências médias no equalizador (normalmente entre 630Hz e 2KHz, dependendo do timbre).
Por outro lado muito cuidado com o excesso destas frequências que pode fazer com que o som fique “enlatado” ou estridente (especialmente acima dos 2KHz). Com isto podemos concluir que as FREQUÊNCIAS MÉDIAS (entre 200Hz e 6,3KHz) dão PRESENÇA ou CORPO a um timbre.
Agora vamos comentar sobre o que a esmagadora maioria dos ouvintes e “mixadores” gostam de ouvir. Som pesado , gordo, “pegado”, “no peito” , vários são os nomes para a presença dos graves (20Hz a 200Hz). Poucos são os instrumentos que estão nesta faixa: o contrabaixo, o bumbo, algumas notas de oitavas mais baixas de um teclado além de outros com sonoridade peculiar. Subdividindo, temos os subgraves que vão de 20Hz a 63Hz e os graves que vão de 63Hz a 200Hz.
Acontece às vezes do som ficar “abafado” (como se tivesse um cobertor tapando a caixa de som).O “abafado” tanto pode ser pela falta de agudos como pelo excesso de graves. Cada caso tem que ser analisado criteriosamente e na falta de experiência, vale as seguintes tentativas para solucionar a timbragem “abafada”: aumentar as frequências agudas, diminuir as graves ou ainda um pouco de cada.
A questão interessante é que sobre os graves, podemos afirmar que eles se sobressaem por si só. Tendo caixas de som que favoreçam a reprodução desta faixa de frequência e tendo sido bem captado os graves, fica fácil mixar um bumbo ou um contra-baixo (por exemplo). Sobre a faixa dos graves (entre 20Hz e 200Hz), afirmamos que esta dá PESO ou PROFUNDIDADE a um timbre.
Sobre o bumbo da bateria, vale a pena comentar que um pouco de 50Hz a 70Hz vai deixá-lo com um som mais gordo e profundo, mas sem esquecer que os agudos (acima dos 7KHz) farão com que o “kick” do bumbo (ataque) apareça mais. Quanto mais ataque (kick), mais agressivo fica o som do bumbo. O juiz final neste caso será o estilo musical e o “gosto do freguês”.
O grande cuidado que temos que ter com as frequências numa música está no arranjo musical. Citando como exemplo no caso dos graves, muitos instrumentos tocando notas graves ao mesmo nos dará pouca possibilidade de solução na equalização. Já vi muitos casos de uma cama harmônica de teclado tocar timbres graves, junto com o piano tocando a base com a mão esquerda “fazendo o baixo” junto com o contra-baixo. Isto dificilmente soará bem. Somente como piada gosto de afirmar que o melhor botão equalizador para excesso de notas numa mesma região é o botão de MUTE da mesa de som ou o DELETE do computador.
Cabe ressaltar que o capricho na captação facilita na fidelidade da resposta dos equalizadores. Se captamos o som sem os agudos, os equalizadores não respondem pelo simples fato de não existir agudo na captação do timbre. Não existe equalizador que acrescente qualquer frequência em um timbre que não tenha sido captada. Isto vale para graves , médios e agudos. Equalizador não cria frequências, ele só dá volume para o que existe no som captado. Não adianta por exemplo, acrescentar agudo na faixa dos 16Khz para uma voz que foi captada por um microfone que responda até 13KHz. Ou querer dar peso com 50Hz num tom de bateria se ele “soa” a partir de 170Hz.
Às vezes acontece de buscarmos no equalizador uma timbragem que não é da natureza do timbre captado. Um exemplo é uma voz estridente. Podemos diminuir agudos acima dos 10KHz, e suavizar os médios na faixa de 1,5KHz. Isso com certeza ajudará, mas se a pessoa mixada canta naturalmente estridente, soará sempre estridente. O que podemos fazer na equalização é suavizar a pessoa estridente. Se queremos uma voz realmente mais suave e que soe natural, temos que ter uma pessoa que o seja ao cantar. Outro exemplo: o equalizador não transforma uma caixa pícolo de bateria numa caixa gorda com som grave. Se queremos uma caixa de bateria com som grave, temos que captar uma caixa que seja assim.
Um bom exercício para aprender equalizar é ouvir muito. Ouvir músicas de qualidade que você e seu cliente considerem referência. Faça isso nas caixas de som que você está acostumado a fazer as suas mixagens: nos monitores do seu estúdio, nas caixas da sua igreja ou onde quer que seja. Ouça e tente separar na sua mente cada instrumento da mixagem e escute como ele foi encaixado na mixagem. Isto ajudará você exercitar sua mente a procurar bons timbres na sua própria mix.
Sobre Abner Borba
Abner Borba trabalhou em produções ao lado de nomes como Asaph Borba, Filhos do Homem, David Quinlan, Casa de Davi, Kleber Lucas, Fernandinho, Williams Costa Jr, além de produções para a igreja na Alemanha, Portugal e vários países da América Latina e Oriente Médio. Fez curso técnico nos Estados Unidos e atualmente é diretor do estúdio da Life (Ministério de Asaph Borba, seu irmão) e se dedica a dar cursos e treinamentos em áudio para Igrejas e Técnicos em geral.
Fonte: Super Gospel
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mar/12
Você sabe o que é “trollar”?
Publicador por felipe na categoria CuriosidadesA maioria já deve ter trollado varias pessoas na internet sem saber o real significado desse termo,então para que você entenda,aqui esta um artigo explicando muito bem o que é trollar.
Quem nunca “trollou” (e também quem nunca foi “trollado”!) que atire a primeira pedra. Hoje em dia, entre uma palhaçada e outra na internet, sempre há aqueles que levam as brincadeiras e discussões para outro nível.
E quando isso ocorre, o fato sempre vem acompanhado de um termo relativamente novo, porém já bastante difundido no mundo virtual: trollar! Porém, muita gente vê e até mesmo utiliza a palavra sem saber, de fato, qual o seu real significado.
E aí, ficou na vontade de descobrir? Então fique ligado e não se preocupe, pois isto não é nenhuma “trollagem” no maior estilo erro 404.
Etimologia dos trolls
O verbo troll vem do francês antigo e, segundo a Wikipedia, trata-se de um velho termo utilizado por caçadores. Depois, no inglês moderno, o verbo troll passou a ser conhecido como uma técnica de pesca.
Já a palavra propriamente dita vem de algo um pouco mais antigo. Troll é a nomenclatura utilizada para definir alguns monstros do folclore escandinavo. Os trolls eram criaturas diversas que podiam ser caracterizadas como pequenos goblins ou enormes e horrendos gigantes, tomando várias aparências e características diferentes, como ter grande agressividade e também certa falta de inteligência.
Como tudo isso virou um termo da internet? Não se sabe bem ao certo, porém, segundo um artigo do New York Times, a utilização começou no final dos anos 80, quando num serviço de debates chamado Usenet foi criada uma espécie de brincadeira.
Os “trolls” eram aqueles que conseguiam perturbar as discussões, lançando, para isso, argumentos estúpidos, sem o intuito de acrescentar algo realmente de valor. A técnica era chamada pela professora do MIT, Judith Donath, de “pseudo-naïve”.
Essa ação, conhecida também como trolling for newbies, era inclusive uma espécie de trote aplicado pelos veteranos dos fóruns em usuários mais novos e inexperientes. E foi assim que a “trollagem” começou.
Então trollar é…
Simples: “trollar” é quando você apronta alguma com alguém, seja tumultuando um tópico de discussão (da forma como tudo começou) ou, mesmo, criticando de forma engraçadona alguma postagem dos seus amigos no Facebook ou Twitter.
Você também pode realizar algumas brincadeiras, como comprar presentes inúteis ou, se preferir, mandar algum vídeo do YouTube que pode parecer algo bem mais picante do que realmente é.
Mas cuidado: “trollar” não é praticar Cyberbullying, e muita gente confunde as duas coisas. Se você xinga as pessoas em suas fotos e comentários ou edita fotografias e imagens de maneira ofensiva, você não é um “troll” ? um chato que quer ver “o circo pegar fogo” ?, mas sim um criminoso virtual.
A “trollagem” popular
Hoje em dia, o termo “trollar” ganhou a internet de forma avassaladora, e muito disso se deve a uma figura que você com toda a certeza já deve conhecer: a Troll Face. Popularizada graças aos grandes sites de compartilhamento de humor, como o 9GAG, por exemplo, essa imagem foi criada no antigo Microsoft Paint e divulgada pelo site DevanART por um usuário chamado Whynne ? tudo isso nos idos de 1998.
O Troll Face é um dos memes mais famosos da internet, sendo utilizado em milhões de tirinhas pela internet hoje em dia, sempre representando o rosto de quem acabou de “trollar” alguém, não importando a situação. E pelo desenho, é realmente possível ver que o rosto ali criado resume bem o sentimento de um “troll”.
O fato é que hoje em dia você encontra “trollagens” em vários lugares diferentes, tanto dentro como fora da internet. Há violinistas se vingando de forma criativa em concertos, brigas entre grandes corporações…
Os próprios navegadores entraram no mundo das pequenas “trollagens”, escondendo pegadinhas nas funções do programa. Ainda não conhece? Então abra o Mozilla Firefox ou o Google Chrome, aperte F13 e veja só o que acontece…
Fonte: Game Vicio
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