out/10
Notebook 3D da LG já está disponível no Brasil
Publicador por dito na categoria TecnologiaA LG avança na tecnologia e cria seu primeiro notebook 3D. Ele se chama R590 3D e deve chegar às lojas entre hoje e amanhã. Mas cuidado para não olhar as prateleiras e deixá-lo passar despercebido: ele tem exatamente a mesma carcaça de outro modelo, o R590, que não tem a tecnologia 3D.

Ao fazer seu notebook 3D, a LG optou simplesmente por pegar outro notebook mais antigo, trocar a tela e colocar nele o software TriDef. O programa converte imagens de 2D para 3D e também exibe fotos e filmes já preparados para o 3D. Além disso, o notebook é capaz de ler Blu-ray 3D e também de transmitir o conteúdo para a TV via HDMI 1.4.
Com esse notebook, a LG parece ter tomado uma decisão um pouco na contramão da atitude de outras fabricantes como a Asus. Isso porque o notebook só é capaz de reproduzir o 3D polarizado, ou seja, passivo. Uma opção seria apelar para o 3D ativo, fornecido por tecnologias como a 3D Vision da Nvidia e usado no Asus G51J. Porém, a LG concluiu que isso não seria o melhor para os notebooks.
Segundo a empresa, o 3D ativo, apesar de ser mais convincente, exige mais hardware, o que deixaria o notebook mais pesado, e ele já tem 2,67 quilos. O 3D ativo também cansa muito mais os olhos, um ponto negativo para quem joga cinco horas sem parar no notebook. Além disso, o 3D ativo oferece um ângulo melhor de visão, mas só seria necessário nas TVs, pois mais gente fica olhando para a mesma tela.

Por essa e outras razões, o R590 vem com óculos simples mesmo, sem bateria, além de um clipe, que pode ser pregado nos óculos de grau (e fica bem feio, por sinal). Quando as imagens já são preparadas para 3D, o resultado é bem convincente, mas foi pouco notado na conversão de 2D para 3D nos vídeos que testamos.
Segundo a empresa, qualquer jogo executável pode ser convertido para o 3D pelo TriDef, mesmo se for pesado, pois o 3D passivo exige pouco hardware. No entanto, é melhor desconfiar na hora de rodar Starcraft II. Para rodar jogos, imagens e filmes 2D em 3D, basta clicar neles com o botão direito e selecionar “Abrir com o TriDef”.
De resto, o PC realmente tem configuração boa, como o processador Core i7 de 1,73 GHz, a placa GeForce GT 335M da Nvidia, com 1 GB dedicado, e 4 GB de memória RAM DDR3. O HD SATA chega a 640 GB.
As conexões também são boas. Além do HDMI, há porta e-SATA, leitor de cartões, DLNA, Wi-Fi e Bluetooth. Vale mencionar que, apesar de ter HDMI 1.4, a porta vale mais para mandar filmes em alta definição do Blu-ray para a TV. A tela iluminada por LED, de 15 polegadas, não é full HD, contando com 1.366 por 768 pixels. Outro recurso a mais é o touchpad multitoque, um pouco mal aproveitado devido às dimensões pequenas.
Por tudo isso, o preço é de 6.499 reais. O valor é consideravelmente mais alto que o do R590 sem 3D, que hoje sai por 4.999 reais.
Fonte: Info
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dez/09
Asus G51J, o primeiro notebook compatível com a tecnologia 3D.
Publicador por dito na categoria TecnologiaDuas marcas que para mim, sempre estão inovando e lançando de primeira mão as novas tecnologias são: Asus e Sony. Então para deixar o ano de 2010 em terceira dimensão, a Asus acaba de dar uma bola dentro lançando o primeiro notebook compatível com a tecnologia 3D da NVIDIA. O modelo é o poderoso G51J, com tela de 15,6 polegadas iluminada por LED.
Fonte: Info
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nov/09
Confira a Placa de video mais rápida do mundo.
Publicador por dito na categoria TecnologiaPara quem gosta de jogos com gráficos realistas, todos sabem que você precisa de uma placa de vídeo boa, então eu apresento a vocês a Placa Gráfica mais potente do mundo a MARS da Asus que tem Versão Limitada e Potência Ilimitada.

- Dois GPUs GTX285.
- 23% mais rápida que a GTX295 genérica.
- A primeira placa de vídeo com 4GB DDR3 de memória e 1024bits.
- Edição limitada e com número de série único.
- A placa de vídeo mais rápida do mundo.

- NVIDIA® GeForce GTX285 X2
- Suporte a & PCI Express e PCI Express 2.0
- Suporte a Microsoft DirectX 10 e Shader Model 4.0
- Suporte a OpenGL®2.1
- Conformidade com HDCP
- Tecnologia NVIDIA PureVideo HD— Essencial para obter a melhor experiência em filmes HD (alta definição) em um PC.
- Processadores de sombras avançados arquitetados para a computação física.
- Especificações I/O
- PCI-Express 2.0
- DVI * 2
- D-Sub
- HDMI
- Conformidade com HDCP
Fonte: Game Vicio
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out/09
A ATI tem fabricantes ou parceiros? E qual é o melhor?
Publicador por Maxmiller na categoria Curiosidades, Dicas, Games, TecnologiaDando uma procurada na internet sobre qual marca de fabricante seria melhor para e comprar uma Placa de video ATI, me deparei com esta duvida, e achei um bom artigo no Forum do Imasters/UOL. Veja a matéria abaixo.
“Qual o melhor fabricante de placas ATI?”
Bom…
Eu vou provar que a pergunta não faz sentido…devido ao processo singular de fabricação e licenciamento de produtos que a ATI faz.
Quem acompanha o mercado de placas de vídeo desde os modelos pré-Geforce sabe que a estratégia da Nvidia foi sempre fornecer apenas a GPU para terceiros como MSI, ASUS e XFX fabricarem as placas. Hoje a coisa não é muito diferente, e esta é a idéia que inconscientemente está embutida na cabeça da maioria das pessoas.
A ATI sempre foi uma firma muito mais conservadora que a Nvidia. Seus modelos Rage Fury/Rage Fury Maxx nunca conseguiram um sucesso muito grande e o primeiro produto da ATI a chamar mesmo a atenção foram as Radeon 7500/8500. Estas placas eram montadas pela própria ATI numa pequena (mas eficiente) fábrica no Canadá, e especula-se que tinha o PCB montado por uma pequena firma na China chamada “Sapphire” (na época uma perquena fábrica de PCBs…). A comercialização e distribuição também eram feitas pela própria ATI.
Assim que as Radeon começaram a ganhar mais destaque na imprensa e a demanda pelas placas aumentava, a ATI se deu conta que o sistema de logística e distribuição deles era pouco eficiente. Também percebeu que a fábrica no Canadá em breve não daria mais conta da demanda de produção.
Provavelmente observando o fracasso da concorrente Matrox, e tirando as lições da finada 3DFX, a ATI resolveu mudar completamente o sistema de fabricação/distribuição/comercialização de seus produtos…pra piorar Nvidia vinha cada vez mais forte com suas Geforce 3, e um novo driver que aumentava a performance e batia a as Radeon na maioria dos benchmarks.
No começo, licenciou seus produtos para pequenas firmas asiáticas como Powercolor (na época pequena!), Manli e Hightech (HIS). os produtos vinham com logo ATI mas tinham a marca dos respectivos “fabricantes”…na verdade entre aspas porque descobriu-se que eram os mesmos produtos produzidos no Canadá, mas com a caixa modificada. Assim, a ATI começava a mexer com o sistema de distribuição precário que possuia até então, usando parceiros com maior penetração em mercados como Àsia e Europa.
O grande passo da ATI foi investir pesadamente na Sapphire e entregar, aos poucos, a produção das placas Radeon para a firma. A Sapphire constriu uma fábrica gigantesca em Shenzhen (hoje depois de diversas ampliações, é um das maiores complexos industriais da Ásia, praticamente do tamanho da fábrica da ASUS), e assim, resolveu o problema de logística e fabricação.
Assim, com uma fábrica tão grande, a ATI resolveu adotar uma política de licenciamento única, diferente do que a Nvidia vinha fazendo até então.
A ATI basicamente fornece APENAS a licensa de comercialização de seus produtos, na verdade quase tudo que é comercializado com a marca ATI é produzido em Shenzen na fábrica da Sapphire.
Isso era bom para alguns fabricantes…na época, para produzir placas como a 9700, era necessário um maquinário caríssimo que só uma fábrica cara e moderna como a da Sapphire podia produzir. isso atratiu muitas firmas pequenas para distrubuir produtos ATI, e mesmo parceiros grandes como a ASUS se sentiram bastante interessados pois não precisariam investir 1 centavo em maquinário e espaço.
Algumas placas eram produzidas fora da fábrica da Sapphire, alguns poucos modelos Low-end e Mid-end. Eis que com isso começaram a surgir as famigeradas 9600 Pro “capadas” e os mal-falados modelos 64 bits.
Aliás, a estratégia de fabricar os modelos Hi-end em um único lugar garantia que esses modelos caros não sofressem flutuações de qualidade como os exemplos acima. Além disso, evitava concorrência desnecessária entre as diversas empresas associadas (e não “fabricantes”), além de criar uma dependência enorme e um destaque no produto da ATI.
Para quem usasse PCBs modificados (como a Tyan, que usava um PCB fabricado por ela mesma) ou mesmo bios modificadas (Gecube com suas placas “Capadas”), a ATI impunha multas pesadas e até dificuldades na renovação dos contratos. Assim os produtos começaram a sair todos padronizados.
Obviamente muitas empresas não gostavam da estratégia, e do endurecimento do controle sobre. A Tyan simplesmente abandonou o mercado dizendo que ia se concentrar apenas no mercdo de servidores e workstations, e a Hercules, alegando que a ATI só queria colocar a marca dela em evidência, fez o mesmo.
Muitos me perguntam como provar que tudo isso é verdade…basta ver que os modelos Hi-End da ATI não possuem muita diferença, no máximo usam um PCB de cor diferente ou cooler modificado. E melhor ainda: olhem que todas elas possuem o MESMO adesivo MADE IN CHINA e o MESMO tipo de identificação serial.
Na verdade a estratégia da ATI deu tão certo que até a Nvidia mudou a estratégia, basta ver que o PCB das 6800/7800 é igual em todas as placas (Muda apenas a cor). O PCB é fabricado pela Flextronics, o parceiro no.1 da Nvidia.
Com o recente crescimento de vendas da Nvidia, a ATI ousou até relaxar um pouco a estratégia de centralizar a produção. As X800 XL já apareceram no mercado com modelos modificados, como a série Radeon Fatal1ty da ABIT.
Isso prova que hoje não existem mais “fabricantes”, e no caso da ATI, dependendo do modelo, existem apenas “distribuidores”, que apenas colocam adesivo nas placas, fazem o CD/documentação e distribuem as placas.
P.S.: É, eu sei que o tópico é comprido…mas não deixem de ler, é algo muito importante sobre como a “coisa” funciona.
P.S.(2): Todos os fatos acima são coisas vistas de pouco em pouco em fóruns gringos e publicações por aí, principalmente no Rage3d.
Escrito por: Ichigeki(Fabio Kacuta)
Todos os Direitos reservados ao autor
Fonte: Forum Imasters/UOL
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jul/09
USB 3.0 – Veja a primeira placa-mãe com o novo formato de conexão USB.
Publicador por dito na categoria TecnologiaA tecnologia USB 3.0, dez vezes mais rápida que a antecessora, a 2.0, está prestes a entrar no mercado. A velocidade de transferência da nova versão é de 4,8 Gb/s, enquanto o USB 2.0 oferece 480 Mb/s. Ambos os tipos continuarão compatíveis, apesar da nova variante ter transmissão de dados bidirecional.

A Asus desenvolveu a primeira placa-mãe com o novo formato de conexão USB. Com duas portas 3.0, de cor azul, para diferenciar da 2.0, a P6X58 deve chegar logo ao consumidor.
A empresa ainda não divulgou quando a placa-mãe será vendida e nem o valor. Agora, resta esperar.
Fonte: GigaBlog
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mai/09
Asus G70s, o notebook do gamer hardcore
Publicador por Maxmiller na categoria Games, Lançamentos, Noticias, TecnologiaGamer de verdade curte jogar online, mas também se encontra com os amigos de vez em quando para disputar as partidas pessoalmente. Aí o negócio é cada um levar o seu laptop na mochila. E se ele for um Asus G70s, pode ter certeza que vai causar muita inveja nas lan houses da vida. Se você quiser essa mobilidade com performance arrasadora – e não tiver dó de colocar a mão no bolso –, dê uma olhada na configuração e nos resultados que atingimos no INFOLAB após a sacrificante maratona de uma semana brincando com esse pequeno monstro.
A configuração do notebook vem inteira dobrada. O processador, de dois núcleos, é um Core 2 Duo T9500, de 2,6 GHz. Também há dois discos rígidos, cada um com 250 GB, e placas de vídeo GeForce 8700M GT ligadas em SLI, totalizando 1 GB de memória dedicada para gráficos. Os 4 GB de RAM, expansíveis até 8 GB, completam o pacote. As especificações são idênticas às da máquina vendida no exterior, mas por lá já existe uma série superior, com chip de quatro núcleos.
Embora seja suficiente para rodar a maioria dos jogos no talo, o conjunto encontra alguns problemas na escolha dos componentes. O HD tem velocidade de apenas 5 400 RPM e a memória funciona na frequência de 667 MHz. Ou seja, são padrões já ultrapassados para uma máquina desse porte. Para piorar, o G70s roda Windows Vista Home Premium de 32 bits. A melhor escolha seria um sistema de 64 bits, para não limitar a memória a pouco mais de 3 GB.
A hora do vamos ver
Esse ponto de desequilíbrio no barramento da memória acaba puxando para baixo o desempenho do conjunto. Por causa desses gargalos, o Índice de Experiência do Vista nesse notebook é de 5,2. Se o pente trabalhasse em velocidades mais altas, certamente a avaliação seria a máxima. No teste do PCMark Vantage, o G70s alcançou 3 777 pontos, enquanto outro laptop para gamers, o quad core Microboard Orion, bateu os 7 500.
Já nos benchmarks de vídeo, a máquina chega aplicando uma voadora no peito. Ela conseguiu, por exemplo, 3 605 pontos no 3DMark Vantage e fez quase 20 mil quadros por segundo no teste do Call of Juarez. O título mais pesado atualmente, o Crysis, rodou tranquilamente no laptop, com todos os efeitos de vídeo ligados. Obviamente não fica aquela maravilha em 1 920 por 1 200 pixels, a resolução máxima permitida pela tela de 17 polegadas.
O display, por sinal, é um dos grandes destaques do notebook. Ele é mais do que full HD e mostra imagens de ótima qualidade, com brilho e nitidez bem acima da média. Além de ver o game em altíssima qualidade, você também pode curtir um som de primeira enquanto estiver jogando. Existem quatro alto-falantes com suporte a Dolby Digital na parte frontal da máquina, dando uma baita sensação de imersão nas cenas. Mesmo com o volume no máximo, não houve ruídos ou distorções frequentes de som, e o nível de graves é dos melhores que já vimos num portátil.
O design também é hardcore
Com acabamento em alumínio escovado, o Asus G70s lembra uma armadura de robô (ou um escudo, como você quiser). As partes plásticas estão mais para couro de cobra. O laptop não é tão espalhafatoso nas cores, mas segue o padrão exagerado dos produtos para gamers no circo de luzes. Há iluminação na tampa, na traseira da base e em todos os cantos. Os oito LEDs espalhados pela carcaça atuam em conjunto, mudando sua tonalidade de acordo com o volume do jogo no momento.
O teclado dessa máquina é simples, mas bem confortável. O problema é que as teclas numéricas acabam deixando tudo apertado demais. Em geral, esses botões são úteis para os gamers, mas como o notebook tem vários atalhos, talvez pudessem ficar de fora. As funções do lado esquerdo são configuráveis, ou seja, o usuário pode definir vários perfis para jogos diferentes. No mesmo lugar existem direcionais, para quando você não tiver um mouse por perto.
A máquina merece elogios pela usabilidade, pois tem detalhes bem pensados. Na parte de cima da base existe uma telinha monocromática que fica mostrando coisas como uso de processador e memória. Ela também pode avisar quando chegam e-mails ou mensagens instantâneas para você durante a jogatina. Ao lado disso há uma área sensível ao toque, com botões para fazer pequenos ajustes, como alterar o brilho da tela ou bloquear o touchpad. Isso evita que você mexa o cursor sem querer na hora de desferir aquele golpe fatal no adversário.
Outros detalhes legais
Uma portinha na lateral esconde duas portas USB e uma FireWire. A ideia de colocar essa proteção é interessante, mas a peça poderia ser mais forte. A dobradiça frágil dá a impressão de que pode quebrar após um movimento brusco. Na parte de trás existem mais duas entradas USB, uma eSATA e uma HDMI, para exibir vídeos em alta resolução direto na TV. A máquina também possui um conector para antena de TV analógica e FM.
Essa antena é um acessório que vem junto com o G70s. Em nossos testes, não tivemos problemas para sintonizar canais abertos. Também vem no pacote um controle remoto com botões macios para você comandar a programação de longe. Há opções de controle de som e vídeo no touchpad, que muda de função com um toque num daqueles botões sensíveis na parte de cima. Para completar o pacote multimídia, faltou um leitor de Blu-ray. Não seria nada demais para um notebook vendido por 8,5 mil reais.
Fonte: Info/Abril
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