18
mar/12

Você sabe porque Deus não nos conta o futuro?

Publicador por na categoria Curiosidades, Outros

Galera está aqui para vocês lerem um post bem legal do que nós expõem um pouco do porque que Deus não nos conta o futuro,achei bem interessante o título,quando vi o artigo do Ipródigo fiquei maravilhado.Muito bom pessoal,vale apena ler.Tenho certeza que se nós soubéssemos exatamente os fatos que iriam acontecer na nossa vida não saberia a minha reação.E você?

 

É Quarta-Feira a noite e eu estou ajudando nossos filhos a calçarem seus sapatos, vestirem os casacos e pegarem suas Bíblias por estarmos prestes a ir para a igreja. Eu os apresso do lado de fora, digo a Corina que estamos esperando por ela no carro, e depois arrumo todos lá dentro.
Ao longo do caminho, eu digo a Timóteo (nosso filho de 7 anos): “Cuidado com a poça na garagem. Feche sua jaqueta. Abra a porta para a sua irmã.” Ele olha para mim com um olhar exasperado como se eu tivesse feito algo errado, e eu pergunto qual é o problema.

Ele me diz: “Pessoas me dizem o que fazer o tempo todo. Antes da escola. Na escola. No almoço. Durante as aulas. Quando chego em casa. Eu só fico cansado de todo mundo estar no comando.”

Nós estamos no carro agora. Júlia (nossa filha de 3 anos) está sentada com seu cinto de segurança em seu assento no carro. Timóteo está pronto para ir.

“Então você quer estar no comando?”, pergunto a ele.

“Sim. Eu quero estar no comando e tomar as minhas próprias decisões”, ele me responde.

Pensando que seria uma boa hora para desenvolver filosoficamente, eu digo “Bem, filho, esse dia está chegando. Mas por agora, as outras pessoas estão no comando, e a razão para estarmos no comando é porque Deus nos disse para ficar. Deus quer que a gente dê o nosso melhor para ajudar a te moldar ao tipo de pessoa que pode ser sábia e que honra a Deus com suas próprias escolhas.”
Ele balança a cabeça. Ele sabe.

Mas eu continuo.

“Um dia, você vai sair de casa. Você vai para a faculdade, e ninguém mais vai te dizer o que fazer todo dia. Você mesmo vai tomar suas decisões. E eu quero que você esteja preparado para esse dia.”
Com isso, o cansaço do dia supera Timóteo, e a visão de tal independência é demais para ele. Ele lamenta. Lágrimas escorrem.

“Isso me deixou tão triste! Eu não quero sair de casa!” Ele está histérico. “Por que você disse isso? Eu não quero pensar sobre isso.” Julia começa a chorar também. “O que tem de errado com o Timo?”
Eu suspiro, ponho a minha mão em minha cabeça e tento não rir. Belo desenvolvimento filosófico. Agora é hora de tranquilizá-lo.
“Timóteo, este dia ainda está longe, e até você chegar lá – acredite em mim – você vai querer estar lá, tomando suas próprias decisões” Ele está confortado. Crise evitada. E faço uma nota mental: “Não inventar moda com a faculdade de novo”.

Depois, Corina e eu estávamos conversando sobre esse diálogo, rindo sobre como o pensamento de independência perturba nosso filho. Como adultos, podemos olhar para o futuro dele e imaginá-lo como um jovem independente, maduro em sua fé, tomando sábias decisões.

Como uma criança, nosso filho quer chegar lá, mas ele não consegue imaginar como será. A ideia de ser um adulto o assusta. Há muitas variáveis desconhecidas.

E então, eu percebo porque Deus não nos conta tudo sobre o nosso futuro. Ele expõe a visão de quem seremos – pessoas andando de uma maneira digna de Cristo, frutificando em toda boa obra, crescendo no conhecimento de Deus. Mas Ele não nos conta tudo que essa viagem acarretará. Ele não nos conta tudo que iremos realizar ao longo do caminho.

Às vezes eu me pergunto por que Deus não revela o plano específico que Ele tem para toda a nossa vida. Agora, eu percebo que isso é uma coisa boa. Nós não seríamos capazes de lidar com isso. Nós choraríamos como uma criança assustada se soubéssemos os planos específicos dEle para nós. Nos questionaríamos como Ele conseguirá nos fazer parecidos com Cristo de inúmeras formas surpreendentes.

E o pensamento do sofrimento, da dor e da responsabilidade que serão necessários para chegar lá – para formar-nos como este tipo de pessoa… bem, se a universidade é o suficiente para assustar um menino de 7 anos de idade, então talvez a especificidade de como nós nos tornaremos mais como Cristo ao longo da vida seria demais para suportar.

Melhor é ouvir a amorosa voz do nosso Pai, que nos sela com Seu Espírito e promete renovar nossa humanidade dia após dia ao nos refazer à imagem do Seu Filho.

Melhor é dar nossos passos cambaleantes de bebê na jornada da vida, desfrutando da boa vontade do nosso Pai, crendo no sacrifício de Seu Filho quando caímos e nos apoiamos no poder o Espírito para nos levantar novamente e nos ajudar a continuar na caminhada.

Deus nos dá uma grande imagem do nosso futuro. E é glorioso!
Mas Ele opta por não preencher todos os detalhes. E isto é muito bom!

Fonte: Ipródigo

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18
mar/12

Criadores de A Virada ,Desafiando Gigantes e A Prova de Fogo lançam outro filmão chamado Corajosos

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Galera os produtores e irmãos Kendrick da Sherwood Pictures acabaram de lançar mais um filmão chamado Corajosos que irá impactar muita gente! Como muitos já se encantaram com A Virada,Desafiando Gigantes e A Prova de Fogo você vai se emocionar tanto quanto esses sucessos dos irmãos,eu assistir ao filme e te garanto está espetacular! Muito bom mesmo,a cada filme eles vão além do nível de qualidade,recomendo com todas as letras para todo mundo o filme,corra e assista!


Trailer legendado:

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10
mar/12

O Facebook me deixando triste? Como pode?

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Como imaginar que o Facebook pode estar me deixando triste? Como isso é possível? Também fiz essa mesma pergunta quando me deparei com esse artigo que a galera do Ipródigo postou do Russell D.Moore,se rede social é para se interagir mais com os amigos como ela vai me entristecer? Entenda o x da questão.

Fomos avisados que mídia social pode nos distrair, diminuir nossa atenção, nos desligar de relacionamentos da vida real. Agora um novo estudo sugere que o Facebook também pode tornar-nos infelizes. Eu suspeito que há alguma medida de razão nisto, e não é apenas sobre o Facebook. Trata-se de nossas igrejas.

A revista Slate cita um artigo em uma revista de psicologia social que iniciava com uma observação sobre como os estudantes universitários se sentiam mais desanimados após fazerem logon no Facebook. Havia algo que os entristecia ao “percorrer outros perfis e fotos legais, biografias vencedoras, e atualizações de status.” Os alunos tiveram o humor obscurecido porque acreditavam que todo mundo era mais feliz que eles.
A jornalista Libby Copeland especula que o Facebook pode “ter um poder especial de nos fazer mais tristes e solitários.” Como pode acontecer isso, no entanto, quando o Facebook geralmente é assim… bem, feliz, cheio de rostos sorridentes e famílias bonitas? Bom, esse é justamente o ponto.

“Ao apresentar a parte mais espirituosa, alegre de vidas tão bonitas, e convidar as pessoas a constantes comparações em que tendemos a nos ver como os perdedores, o Facebook parece explorar o calcanhar de Aquiles da natureza humana”, escreve Copeland. “E as mulheres, um grupo especialmente infeliz, podem tornar-se especialmente vulneráveis ao se informarem sobre o que imaginam ser a felicidade dos vizinhos.”
Sim, Copeland escreve, o Facebook pode registrar crianças bonitinhas e momentos agradáveis, mas isso nunca é o todo, ou mesmo a maior parte, da história de vida de qualquer pessoa. “Lágrimas e acessos de raiva raramente são registrados, nem os surtos de maluquices”, escreve ela.

Agora, em um sentido, quero falar com quem realmente se preocupa com o Facebook. Se você é aquele que se compara aos outros, desligue a tela do computador e faça uma desintoxicação do brilho azul dela. Mas ao mesmo tempo, me parece, o mesmo fenômeno está presente nos bancos de nossas igrejas cristãs.
Nossos “bem sucedidos” pastores e líderes sabem sorrir. Alguns deles fizeram escovinhas e usam abotuaduras, outros são grunges e usam cabelo bagunçado. Mas eles estão aqui para nos “empolgar” sobre “o que Deus está fazendo em nossa igreja.”
Nossas músicas de adoração são tipicamente celebrativas, tanto nas letras quanto na expressão musical. Na última geração, uma canção triste sobre a crucificação foi animada com um coro bem alegre: “Foi ali pela fé que um dia eu vi, e agora estou feliz o dia todo!”

Este não é apenas um problema da grande geração reavivalista. Mesmo as músicas de adoração contemporâneas que vêm diretamente dos Salmos tendem a se concentrar em salmos de crescimento ou de exuberância alegre, não salmos de lamento (e certamente não em salmos imprecatórios!).

Podemos facilmente cantar com o profeta Jeremias: “grande é a tua fidelidade” (Lm 3:23). Mas quem pode se imaginar cantando, na igreja, com Jeremias: “Cobriste-te de ira, e nos perseguiste; mataste, não perdoaste. Cobriste-te de nuvens, para que não passe a nossa oração. Como escória e refugo nos puseste no meio dos povos.”(Lm 3:43-45).

Essa sensação de jovialidade forçada é visto nas “liturgias” ad hoc¹ da maioria das igrejas evangélicas na saudação e na despedida. Ao começar o culto temos um pastor sorrindo ou um líder de louvor empolgado: “É ótimo ver você hoje!” Ou “Estamos felizes por você estar aqui!”. Ao terminar o culto o mesmo semblante sorridente e cheio de dentes diz: “Vejo vocês no próximo domingo! Tenham uma ótima semana!”
Claro que teremos. O que mais poderíamos fazer? Estamos alegres no Senhor, não estamos? Queremos incentivar as pessoas, não é? E, no entanto, o que estamos tentando fazer não está funcionando, mesmo nos termos que estabelecemos para nós mesmos. Suspeito que muitas pessoas em nossos bancos olham ao redor e acham que os outros têm a felicidade que continuamos prometemos, e se perguntam por que ela passou por elas sem avisar.

Ao não falar, quando a Bíblia fala, sobre toda a gama de emoções humanas, incluindo a solidão, a culpa, a desolação, raiva, medo, desespero, apenas deixamos o nosso povo perguntando por que eles simplesmente não podem ser “cristãos” o suficiente para, afinal de contas, sorrir.

O evangelho fala uma “língua” diferente, no entanto. Jesus diz: “Felizes os que choram, porque serão consolados” (Mt 5:4). No reino, recebemos o conforto de uma forma muito diferente do que somos ensinados em nossa cultura. Recebemos o conforto não por, de um lado, chorar por nossos direitos ou, por outro lado, fingir nossa felicidade. Somos consolados quando vemos o nosso pecado, nossa fragilidade, nossa situação desesperadora, e lamentamos, choramos, clamamos por libertação.

É por isso que Tiago, irmão de nosso Senhor, parece tão fora de sintonia com o ethos contemporâneo evangélico. “Senti as vossas misérias, e lamentai e chorai”, ele escreve. “Converta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo em tristeza” (Tiago 4.9). O que aconteceria a um líder de igreja que terminasse o culto dizendo ao seu povo: “Tenha um dia infeliz!” Ou “Espero que todos chorem bastante esta semana!” Soaria como louco. Jesus sempre parece louco para nós, à primeira vista (Jo 7.15, 20).

Ninguém é tão feliz quanto parece no Facebook. E ninguém é tão “espiritual” quanto parece com o que julgamos como “espiritual” o bastante para o culto cristão. Talvez o que precisamos em nossas igrejas são mais lágrimas, mais falhas, mais confissão de pecados, mais orações de desespero que são profundas demais para palavras.

Talvez, então, os solitários, culpados e os desesperados entre nós verão que o evangelho não chegou para o feliz, mas para os contritos de coração, não para o saudável, mas para o doente, não para os achados, mas para os perdidos.

Portanto, não se preocupe com as pessoas felizes e deslumbrantes do Facebook. Elas precisam de conforto e libertação tanto quanto você. E, mais importante, vamos deixar de ser essas pessoas felizes e deslumbrantes quando nos reunimos em adoração. Não tenhamos vergonha de gritar de alegria e não tenhamos vergonha de chorar de tristeza. Vamos nos educar, não para fazer publicidade, mas, para a oração, por arrependimento e por alegria.

Fonte:Ipródigo

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09
mar/12

Clipe legendado muito bonito tema do filme A Prova de fogo – Love Is Not A Fight

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Pessoal assistam a esse clipe,muito bonito,essa musica foi tema do filme A Prova de Fogo (Fireproof),quem canta é Warren Barfield o nome da musica é Love Is Not A Fight,muito boa suave e com uma mensagem muito legal sobre o amor.Vejam: 

 

Assista ao Clipe

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09
mar/12

Aprenda com o vídeo do John Piper – Faça Guerra

Publicador por na categoria Curiosidades, Mensagens, Videos

Pessoal esta aqui um grande vídeo do John Piper para vocês desfrutarem! Faça Guerra! A nossa vida é uma constante guerra, aprenda como guerrear de forma correta e sadia a luz da Palavra de Deus. Não se deixe levar pelas circunstancias ruins mas esteja alerta contra qualquer coisa duvidosa e busque a Verdade. A Guerra nos mantem vigilantes!

Vejam!Impactante!

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09
mar/12

Pura verdade que John Piper relata em frase

Publicador por na categoria Curiosidades, Imagens Legais, Mensagens

Galera vamos respeitar essa frase viu, John Piper falou tudo,quando eu vi chega gelei,ele tem toda razão,temos que conversar mais com Deus ou seja orar mais do que ficar muitas vezes,não falo no geral,conversando coisas irrelevantes sobre as nossas vidas e dos outros,que tenhamos cuidado e zelo em tudo que fizermos nessas redes sociais,que Deus nos dê discernimento e coragem para gastar mais tempo sendo instruídos por Ele,não por bobagens que rolam por ai e que não levam a nada.Se liguem galera!

Fonte: Facebook

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