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Com estes novos filmes saindo com a tecnologia 3d, bate aquela curiosidade em saber como é filmado um filme com essa tecnologia. Então para matar essa curiosidade, conheça a câmera responsável por gerar as imagens em 3D.

A Ikonoskop promete lançar em breve o que seria a primeira câmera 3D doméstica capaz de filmar em full HD (1080p). Chamada de A-cam3D, o produto tem um visual um tanto quanto estranho, mas deve fazer a alegria daqueles que estão entusiasmados com o advento da tecnologia 3D.

A Ikonoskop ainda não deu muitas informações sobre o produto, apenas que ele grava duas imagens com resolução 1920×1080p em arquivos separados, no formato RAW, a 25 ou 30 quadros por segundo. Depois, a própria câmera se encarrega de juntar essas imagens para gerar um filme em três dimensões. Segundo o site do fabricante, esse modelo será fabricado apenas sob encomenda. Até por isso, acredito, deverá ter preço pouco convidativo.

Fonte: PlanetTech

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A copa está chegando, então vá logo se preparando, estocando pipocas de microondas, comprando engradados de refrigerantes e o mais importante, sua TV HD, pois a Sky irá divulgar transmissão de todos os jogos em HD (1080i).

Segundo a operadora, todos as partidas, inclusive as que ocorrerem de forma simultânea, serão transmitidas em 1080i, para a alegria de quem curte futebol e, claro, alta definição. A operadora, no entanto, não se manifestou a respeito das transmissões em 3D, embora já comece a testar esse serviço na Europa.

Na próxima semana será a vez da operadora de TV a cabo NET mostrar seus planos para a Copa do Mundo, e fica a expectativa de alguma manifestação a respeito das transmissões em 3D. Isso porque a TV Globo já informou que irá transmitir os jogos com esse recurso, e alguns fabricantes prometem para os próximos meses lançar as primeiras TVs 3D no País.

Fonte: PlanetTech

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Pelo andar da carruagem isso já era de se esperar, no futuro próximo, ninguém vai precisar comprar filmes ou alugar, vamos assistir diretamente no youtube nas nossas Tvs imensas de 80 polegadas. Mas para isso acontecer o Brasil ainda tem que evoluir bastante para trazer para nós internet banda larga de verdade.

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O maior portal de vídeos do mundo anunciou que permitirá aos usuários fazer upload de conteúdos com resolução de 1080p sem convertê-los para uma definição mais baixa.

“À medida que aumenta a resolução das câmeras, o consumidor terá no YouTube o melhor lugar para mostrar os seus vídeos”, disse o engenheiro de software do YouTube Billy Biggs no blog da empresa.

O novo serviço está previsto para entrar no ar nas próximas semanas. Os vídeos que foram previamente transferidos ao YouTube na resolução de 1080p, segundo a empresa, serão automaticamente re-codificados, eliminando a necessidade de reenvio desses conteúdos por parte do usuário.

Anotem o que vou dizer agora, para depois vocês falarem “Bem que o blog do dito disse que ia acontecer isso”. Se um dia as produtoras de filmes fazer alguma parceria com youtube, com certeza o serviço vai passar a ser cobrado.

Veja uma demonstração do: Ninja Assassin trailer 1080P Full HD

Fonte: Imagens e Partes do Texto Planet Tech

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Visitando alguns sites de tecnologia, ví um artigo interessante falando sobre a escolha de um projetor, que com o sucesso nas vendas dos TVs, certamente, contribuiu para a queda nos preços dos projetores de vídeo. A escolha de um projetor para home theater leva em conta critérios diferentes daqueles usados na aquisição de um modelo multimídia, como os usados em ambientes corporativos. Com isso, a especificação de brilho de projetores para ht torna-se um item irrelevante. As luzes do ambiente onde será feita a projeção devem estar desligadas, para se obter a melhor fidelidade na reprodução de cores e tons mais escuros.

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Quanto ao contraste, fique atento aos números informados pelo fabricante. Projetores com relação de contraste “dinâmica” podem chegar a 100.000:1. Já os modelos com contraste “típico” apresentam números a partir de 2.000:1, o que, dependendo do projetor, pode ser considerado satisfatório para a reprodução de pretos e variações de cinza escuro dos filmes.

Os projetores para ht devem sempre ter formato de apresentação de tela 16:9 nativo – e não formato 4:3, que possuem modos “artificiais” de apresentação 16:9, provocando perdas ou distorções na imagem. Se possível, dê preferência para modelos Full-HD. Além disso, não esqueça que a tela de projeção deverá ter também formato 16:9, para melhor se adaptar as imagens geradas pelo projetor.

Fonte: PlaneTech

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Se você é igual a mim, que gosta de manter-se informado sobre as novas tecnologias, para quando for usufruí-las, não gastar dinheiro em vão, então você não pode deixar de ler este guia de compras elaborado pelo G1/Globo em sua área de Tecnologia.

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Introdução

É comum ver, nas lojas de eletrônicos, os consumidores parados em frente às TVs de alta definição: pela alta qualidade, as imagens podem impressionar até os menos ligados no assunto. Os números do mercado comprovam o interesse e indicam que esse tipo de tecnologia tem cada vez mais espaço na casa dos brasileiros: segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), a Zona Franca de Manaus produziu 1,86 milhão de TVs de LCD e plasma de janeiro a julho deste ano, contra 1,18 milhão no mesmo período de 2008. No ano passado inteiro, foram 2,7 milhões de unidades.

Como no país os modelos de LCD são mais populares que os de plasma, o G1 elaborou um guia para ajudar na compra desses aparelhos que caíram no gosto dos consumidores. Confira abaixo o que você precisa saber antes de levar um modelo para casa.

Características

A TV de LCD (tela de cristal líquido) está dentro da categoria dos aparelhos de alta definição, da qual também fazem parte as TVs de plasma e, mais recentemente, os modelos LED. As imagens nos aparelhos modernos são bem mais detalhadas do que aquelas exibidas no modelo analógico (a tradicional TV de tubo).

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Se um canal não estiver no formato digital, mas sim analógico , é possível que duas faixas pretas apareçam nas laterais da tela. (Foto: Arte/G1)

O formato da transmissão nesse tipo de aparelho é de 16:9, assim como no cinema, contra 4:3 dos televisores antigos. Isso aumenta o campo de visão do telespectador e exige imagens em alta definição. Se um canal não estiver no formato digital, mas sim analógico (menos qualidade), é possível que duas faixas pretas apareçam nas laterais da tela – ao tentar evitá-las, o dono da TV pode acabar distorcendo a imagem.

As TVs LCD também apresentam melhorias em relação ao som: alguns possuem alto-falantes para sons agudos e graves, além dos alto-falantes tradicionais. Os aparelhos também permitem o uso de sistema de áudio surround 5.1: assim, com a aquisição de um home theater, diferentes tipos de sons serão emitidos em diferentes pontos da sala, reproduzindo ao telespectador um ambiente parecido com aquele exibido na tela.

Para tirar todo proveito dessa tecnologia, as TVs em alta definição precisam de fontes que sigam esse padrão, como aparelhos de Blu-ray e sinal de TV digital (para evitar as faixas pretas laterais). Uma TV LCD está programada para funcionar em média 60 mil horas, ou 20 anos se usada oito horas por dia, segundo fabricantes.

Resolução

A imagem exibida na tela da TV é composta por pequenos pontos coloridos, os pixels, que ficam alinhados: quanto maior a quantidade de pixels, maior a definição da imagem. Enquanto imagens em alta resolução têm até 1.080 linhas, nas TVs de tubo, convencionais, cada quatro é formado por 480 linhas. A TV LCD com maior resolução do mercado atualmente é a chamada Full HD, que tem resolução de 1.920 x 1.080.

Mesmo sem conhecer as informações técnicas, o telespectador acostumado a uma TV de tubo (480 linhas) certamente saberá que a qualidade da imagem é superior quando assistir a um jogo de futebol, com transmissão em alta definição, em uma TV com 1.080 linhas.

Segundo Daniela Hashizume, gerente de produtos da área de TV da Samsung, um aparelho já é considerado de alta definição com resolução de 1.024 x 768. Modelos com qualidade de imagem abaixo do Full HD, mas também com alta definição são chamados de HD ready. Dentro dessa categoria se encaixam, por exemplo, os modelos apresentados no mercado como 720p (eles têm alta definição, mas não possuem a melhor qualidade disponível).

Os fabricantes usam as letras “p” e “i” quando falam em resolução, para demonstrar o tipo de atualização de imagens: progressiva ou entrelaçada. No primeiro caso (considerado de maior qualidade), as linhas são atualizadas de forma simultânea, enquanto no segundo a atualização é feita primeiro pelas linhas ímpares e depois pelas linhas pares. Isso tudo acontece em frações de segundos: o usuário não consegue ver a atualização, mas o resultado é melhor na alternativa progressiva. Sendo assim, a melhor resolução disponível no mercado é a de 1080p.

Preço

Ao contrário das TVs de plasma, disponíveis a partir de 40 polegadas, as TV LCD podem ser encontradas em tamanhos menores – teoricamente, quanto menor a tela, menor o preço.

No Brasil, há, por exemplo, um modelo simples, com 22 polegadas, 2 entradas HDMI e resolução de 1.366 x 768, por R$ 1,5 mil. Já por R$ 9,1 mil, é possível levar para casa um aparelho com características bem mais avançadas: 52 polegadas, full HD (1.920 x 1.080), conversor digital integrado e quatro entradas HDMI.

Se o consumidor não for dos mais exigentes, ele pode encontrar um bom produto – mas não com a máxima qualidade – por cerca de R$ 2 mil. Esse é o valor de uma TV LCD com 32 polegadas, resolução de 1.366 x 768, 3 entradas HDMI e conversor de TV digital integrado. Se desembolsar um pouco mais R$ 3.150, ele compra uma LCD de 42 polegadas sem o conversor, mas full HD e com 3 entradas HDMI.

E a TV de plasma?

No Brasil, as TVs de LCD são mais populares que as de plasma – tanto que nem todos os fabricantes disponibilizam a segunda alternativa. Cesar Trajano Rodrigues, gerente de compras de eletrônicos do Magazine Luiza, acredita que a preferência pelo LCD pode estar ligada a um paradigma inicial, de que o plasma possuía tempo de vida curto e tinha um consumo de energia elevado. “Essa ideia pode ter assustado um pouco o consumidor brasileiro, tornando o plasma até hoje um ‘vilão’ nas vendas de TVs”, disse ao G1.

Já Daniela Hashizume, da Samsung, afirma que a maior popularidade da LCD pode estar associada ao tamanho dos televisores. “Há muitos tamanhos disponíveis com a tecnologia LCD: elas vão de 22 polegadas a 55 polegadas. Já as TVs de plasma surgem a partir de 42 polegadas, que não cabem em todas as casas nem são acessíveis para todos os bolsos”, diz a gerente de produtos da área de TV.

No Brasil, o preço do modelo de plasma pode ser mais vantajoso, porém existem menos alternativas disponíveis no mercado. Ainda entre as vantagens desse modelo, os especialistas dizem que a TV de plasma tem melhor qualidade e maior ângulo de visualização (fica mais fácil assistir TV quando se está ao lado dela) que o LCD.

Por outro lado, o plasma tende a refletir mais luz: sendo assim, é menos aconselhada para ambientes claros. Uma desvantagem citada com frequência quando se trata desse modelo é o consumo de energia, que diminuiu com o desenvolvimento da tecnologia, mas ainda é superior ao das TVs de LCD.

Uma novidade na área de alta definição é a TV de LED (light emiting diode), vendida no Brasil pela Samsung (o modelo de 40 polegadas é encontrado por cerca de R$ 6 mil). Por conta dessa nova tecnologia, o fabricante promete maior qualidade nas imagens e redução no consumo de energia em até 40%.

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TV LED gasta menos energia, mas ainda custa mais que as alternativas de plasma e LCD. (Foto: Divulgação )

Tamanho da tela

Nem sempre a maior tela de LCD será a melhor escolha: essa decisão depende do ambiente onde o televisor será colocado. Por isso, a Philips criou uma tabela que indica a quantos metros o televisor deve ficar do telespectador, dependendo do tamanho da tela. Confira.

- De 19 a 26 polegadas = de 1,5 a 2 metros.
- De 32 a 37 polegadas = de 2,4 a 2,8 metros.
- De 42 a 47 polegadas = de 3,2 a 3,6 metros.
- Acima de 52 polegadas = mais de 4 metros.

Aspectos técnicos

Para definir qual TV LCD levar para casa é importante conhecer alguns aspectos sobre essa tecnologia. Confira abaixo as informações antes de ir às compras.

- Entrada HDMI. Conexão de alta definição para áudio e vídeo, realizada através de um único cabo. Com essa entrada, é possível conectar aparelhos de Blu-ray, computadores ou videogames de última geração à TV de LCD. Se o usuário pretende conectar muitos aparelhos, deve optar por um televisor com mais entradas (quatro, por exemplo).

- Conversor digital integrado. Permite que o usuário assista aos canais de TV transmitidos em alta definição através do Sistema Brasileiro de TV Digital. Para isso, o televisor precisa ter sido comprado no país – caso contrário, a tecnologia pode não ser compatível.

- Freqüência. As TVs de LCD convencionais apresentam 60 Hz, o que representa exibição de 60 imagens por segundo. Há também alternativas de 120 Hz, que garantem mais qualidade nas cenas de velocidade. “Quanto maior a frequência, melhor a resolução da imagem em movimento”, diz Cesar Trajano Rodrigues, do Magazine Luiza.

- Potência de Áudio. Esse valor, que determina a intensidade do som, é considerada bom quando tem 20 W (watts). Há alternativas com mais potência, para os mais exigentes.

- Resolução. É o que determina a qualidade da imagem. Atualmente, o modelo com maior resolução do mercado é o Full HD (1.920 x 1.080). Os modelos com qualidade de imagem abaixo do Full HD, mas também com alta definição são chamados de HD Ready. Dentro dessa categoria se encaixam, por exemplo, as versões apresentadas no mercado como 720p (elas têm alta definição, mas não possuem a melhor qualidade disponível).

- Taxa de contraste. Quanto maior, mais será a variedade de cores: essa taxa mede a diferença de intensidade entre o branco e o preto. Nas especificações, esse valor – que segue a máxima do “quanto mais, melhor” — aparece como 80.000:1 e 100.000:1, por exemplo.

- Tempo de resposta. É o tempo de transição que leva para os pixels apagarem e acenderem, quando reproduzem o movimento da imagem. Esse período é medido em milisegundos (MS) e, por isso, o ideal é que o valor seja pequeno.

Fonte de Texto e Fotos: G1/Globo

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Quem lembra do  velho Street Fight? pois é, desde quando eu era criança eu ja jogava esse jogo, lembro que gostava de jogar com o Ryu e com o Mr Bison, então para os fãs do jogos vão gostar desta notícia. A distribuidora Synergex do Brasil anunciou o lançamento em todo território nacional da versão para computador de “Street Fighter IV”. O título chega às lojas do país no dia 25 de julho pelo preço sugerido de R$ 89,90.

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A edição para PC traz todo o conteúdo visto nos consoles – incluindo batalhas online – e ainda conta com ajustes e adições, como suporte a tecnologia Full HD e três novos filtros gráficos que mudam a aparência das lutas.

Os jogos distribuídos pela Synergex, companhia de origem canadense que se instalou no Brasil em 2007, podem ser encontrados em revendas como Lojas Americanas, Wal-Mart, Saraiva, Extra e Fnac.

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Round 4. Fight!

Em “Street Fighter IV” o diferencial é o visual, agora em 3D, mas mantendo características de ilustração. No entanto, a mecânica de jogo é bastante similar à do tradicional “Street Fighter II”, apesar de a produtora prometer novidades, como o Focus Attack e os Ultra Combos.

Todo o elenco original, incluindo os chefes, de “Street Fighter II” está de volta, além de também contar com Fei Long e Dan. Além deles, há cinco novos lutadores: a agente Crimson Viper, o lutador de vale-tudo Abel, o praticante de “lucha libre” El Fuerte, o “peso-pesado” Rufus e Seth, “aliado” de Bison que visa tomar lugar de destaque na organização Shadaloo.

Fonte: Uol Jogos

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Gamer de verdade curte jogar online, mas também se encontra com os amigos de vez em quando para disputar as partidas pessoalmente. Aí o negócio é cada um levar o seu laptop na mochila. E se ele for um Asus G70s, pode ter certeza que vai causar muita inveja nas lan houses da vida. Se você quiser essa mobilidade com performance arrasadora – e não tiver dó de colocar a mão no bolso –, dê uma olhada na configuração e nos resultados que atingimos no INFOLAB após a sacrificante maratona de uma semana brincando com esse pequeno monstro.

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A configuração do notebook vem inteira dobrada. O processador, de dois núcleos, é um Core 2 Duo T9500, de 2,6 GHz. Também há dois discos rígidos, cada um com 250 GB, e placas de vídeo GeForce 8700M GT ligadas em SLI, totalizando 1 GB de memória dedicada para gráficos. Os 4 GB de RAM, expansíveis até 8 GB, completam o pacote. As especificações são idênticas às da máquina vendida no exterior, mas por lá já existe uma série superior, com chip de quatro núcleos.

Embora seja suficiente para rodar a maioria dos jogos no talo, o conjunto encontra alguns problemas na escolha dos componentes. O HD tem velocidade de apenas 5 400 RPM e a memória funciona na frequência de 667 MHz. Ou seja, são padrões já ultrapassados para uma máquina desse porte. Para piorar, o G70s roda Windows Vista Home Premium de 32 bits. A melhor escolha seria um sistema de 64 bits, para não limitar a memória a pouco mais de 3 GB.

A hora do vamos ver

Esse ponto de desequilíbrio no barramento da memória acaba puxando para baixo o desempenho do conjunto. Por causa desses gargalos, o Índice de Experiência do Vista nesse notebook é de 5,2. Se o pente trabalhasse em velocidades mais altas, certamente a avaliação seria a máxima. No teste do PCMark Vantage, o G70s alcançou 3 777 pontos, enquanto outro laptop para gamers, o quad core Microboard Orion, bateu os 7 500.

Já nos benchmarks de vídeo, a máquina chega aplicando uma voadora no peito. Ela conseguiu, por exemplo, 3 605 pontos no 3DMark Vantage e fez quase 20 mil quadros por segundo no teste do Call of Juarez. O título mais pesado atualmente, o Crysis, rodou tranquilamente no laptop, com todos os efeitos de vídeo ligados. Obviamente não fica aquela maravilha em 1 920 por 1 200 pixels, a resolução máxima permitida pela tela de 17 polegadas.

O display, por sinal, é um dos grandes destaques do notebook. Ele é mais do que full HD e mostra imagens de ótima qualidade, com brilho e nitidez bem acima da média. Além de ver o game em altíssima qualidade, você também pode curtir um som de primeira enquanto estiver jogando. Existem quatro alto-falantes com suporte a Dolby Digital na parte frontal da máquina, dando uma baita sensação de imersão nas cenas. Mesmo com o volume no máximo, não houve ruídos ou distorções frequentes de som, e o nível de graves é dos melhores que já vimos num portátil.

O design também é hardcore

Com acabamento em alumínio escovado, o Asus G70s lembra uma armadura de robô (ou um escudo, como você quiser). As partes plásticas estão mais para couro de cobra. O laptop não é tão espalhafatoso nas cores, mas segue o padrão exagerado dos produtos para gamers no circo de luzes. Há iluminação na tampa, na traseira da base e em todos os cantos. Os oito LEDs espalhados pela carcaça atuam em conjunto, mudando sua tonalidade de acordo com o volume do jogo no momento.

O teclado dessa máquina é simples, mas bem confortável. O problema é que as teclas numéricas acabam deixando tudo apertado demais. Em geral, esses botões são úteis para os gamers, mas como o notebook tem vários atalhos, talvez pudessem ficar de fora. As funções do lado esquerdo são configuráveis, ou seja, o usuário pode definir vários perfis para jogos diferentes. No mesmo lugar existem direcionais, para quando você não tiver um mouse por perto.

A máquina merece elogios pela usabilidade, pois tem detalhes bem pensados. Na parte de cima da base existe uma telinha monocromática que fica mostrando coisas como uso de processador e memória. Ela também pode avisar quando chegam e-mails ou mensagens instantâneas para você durante a jogatina. Ao lado disso há uma área sensível ao toque, com botões para fazer pequenos ajustes, como alterar o brilho da tela ou bloquear o touchpad. Isso evita que você mexa o cursor sem querer na hora de desferir aquele golpe fatal no adversário.

Outros detalhes legais

Uma portinha na lateral esconde duas portas USB e uma FireWire. A ideia de colocar essa proteção é interessante, mas a peça poderia ser mais forte. A dobradiça frágil dá a impressão de que pode quebrar após um movimento brusco. Na parte de trás existem mais duas entradas USB, uma eSATA e uma HDMI, para exibir vídeos em alta resolução direto na TV. A máquina também possui um conector para antena de TV analógica e FM.

Essa antena é um acessório que vem junto com o G70s. Em nossos testes, não tivemos problemas para sintonizar canais abertos. Também vem no pacote um controle remoto com botões macios para você comandar a programação de longe. Há opções de controle de som e vídeo no touchpad, que muda de função com um toque num daqueles botões sensíveis na parte de cima. Para completar o pacote multimídia, faltou um leitor de Blu-ray. Não seria nada demais para um notebook vendido por 8,5 mil reais.

Fonte: Info/Abril

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