mar/12
O Facebook me deixando triste? Como pode?
Publicador por felipe na categoria Curiosidades, OutrosComo imaginar que o Facebook pode estar me deixando triste? Como isso é possível? Também fiz essa mesma pergunta quando me deparei com esse artigo que a galera do Ipródigo postou do Russell D.Moore,se rede social é para se interagir mais com os amigos como ela vai me entristecer? Entenda o x da questão.

A revista Slate cita um artigo em uma revista de psicologia social que iniciava com uma observação sobre como os estudantes universitários se sentiam mais desanimados após fazerem logon no Facebook. Havia algo que os entristecia ao “percorrer outros perfis e fotos legais, biografias vencedoras, e atualizações de status.” Os alunos tiveram o humor obscurecido porque acreditavam que todo mundo era mais feliz que eles.
A jornalista Libby Copeland especula que o Facebook pode “ter um poder especial de nos fazer mais tristes e solitários.” Como pode acontecer isso, no entanto, quando o Facebook geralmente é assim… bem, feliz, cheio de rostos sorridentes e famílias bonitas? Bom, esse é justamente o ponto.
“Ao apresentar a parte mais espirituosa, alegre de vidas tão bonitas, e convidar as pessoas a constantes comparações em que tendemos a nos ver como os perdedores, o Facebook parece explorar o calcanhar de Aquiles da natureza humana”, escreve Copeland. “E as mulheres, um grupo especialmente infeliz, podem tornar-se especialmente vulneráveis ao se informarem sobre o que imaginam ser a felicidade dos vizinhos.”
Sim, Copeland escreve, o Facebook pode registrar crianças bonitinhas e momentos agradáveis, mas isso nunca é o todo, ou mesmo a maior parte, da história de vida de qualquer pessoa. “Lágrimas e acessos de raiva raramente são registrados, nem os surtos de maluquices”, escreve ela.
Agora, em um sentido, quero falar com quem realmente se preocupa com o Facebook. Se você é aquele que se compara aos outros, desligue a tela do computador e faça uma desintoxicação do brilho azul dela. Mas ao mesmo tempo, me parece, o mesmo fenômeno está presente nos bancos de nossas igrejas cristãs.
Nossos “bem sucedidos” pastores e líderes sabem sorrir. Alguns deles fizeram escovinhas e usam abotuaduras, outros são grunges e usam cabelo bagunçado. Mas eles estão aqui para nos “empolgar” sobre “o que Deus está fazendo em nossa igreja.”
Nossas músicas de adoração são tipicamente celebrativas, tanto nas letras quanto na expressão musical. Na última geração, uma canção triste sobre a crucificação foi animada com um coro bem alegre: “Foi ali pela fé que um dia eu vi, e agora estou feliz o dia todo!”
Este não é apenas um problema da grande geração reavivalista. Mesmo as músicas de adoração contemporâneas que vêm diretamente dos Salmos tendem a se concentrar em salmos de crescimento ou de exuberância alegre, não salmos de lamento (e certamente não em salmos imprecatórios!).
Podemos facilmente cantar com o profeta Jeremias: “grande é a tua fidelidade” (Lm 3:23). Mas quem pode se imaginar cantando, na igreja, com Jeremias: “Cobriste-te de ira, e nos perseguiste; mataste, não perdoaste. Cobriste-te de nuvens, para que não passe a nossa oração. Como escória e refugo nos puseste no meio dos povos.”(Lm 3:43-45).
Essa sensação de jovialidade forçada é visto nas “liturgias” ad hoc¹ da maioria das igrejas evangélicas na saudação e na despedida. Ao começar o culto temos um pastor sorrindo ou um líder de louvor empolgado: “É ótimo ver você hoje!” Ou “Estamos felizes por você estar aqui!”. Ao terminar o culto o mesmo semblante sorridente e cheio de dentes diz: “Vejo vocês no próximo domingo! Tenham uma ótima semana!”
Claro que teremos. O que mais poderíamos fazer? Estamos alegres no Senhor, não estamos? Queremos incentivar as pessoas, não é? E, no entanto, o que estamos tentando fazer não está funcionando, mesmo nos termos que estabelecemos para nós mesmos. Suspeito que muitas pessoas em nossos bancos olham ao redor e acham que os outros têm a felicidade que continuamos prometemos, e se perguntam por que ela passou por elas sem avisar.
Ao não falar, quando a Bíblia fala, sobre toda a gama de emoções humanas, incluindo a solidão, a culpa, a desolação, raiva, medo, desespero, apenas deixamos o nosso povo perguntando por que eles simplesmente não podem ser “cristãos” o suficiente para, afinal de contas, sorrir.
O evangelho fala uma “língua” diferente, no entanto. Jesus diz: “Felizes os que choram, porque serão consolados” (Mt 5:4). No reino, recebemos o conforto de uma forma muito diferente do que somos ensinados em nossa cultura. Recebemos o conforto não por, de um lado, chorar por nossos direitos ou, por outro lado, fingir nossa felicidade. Somos consolados quando vemos o nosso pecado, nossa fragilidade, nossa situação desesperadora, e lamentamos, choramos, clamamos por libertação.
É por isso que Tiago, irmão de nosso Senhor, parece tão fora de sintonia com o ethos contemporâneo evangélico. “Senti as vossas misérias, e lamentai e chorai”, ele escreve. “Converta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo em tristeza” (Tiago 4.9). O que aconteceria a um líder de igreja que terminasse o culto dizendo ao seu povo: “Tenha um dia infeliz!” Ou “Espero que todos chorem bastante esta semana!” Soaria como louco. Jesus sempre parece louco para nós, à primeira vista (Jo 7.15, 20).
Ninguém é tão feliz quanto parece no Facebook. E ninguém é tão “espiritual” quanto parece com o que julgamos como “espiritual” o bastante para o culto cristão. Talvez o que precisamos em nossas igrejas são mais lágrimas, mais falhas, mais confissão de pecados, mais orações de desespero que são profundas demais para palavras.
Talvez, então, os solitários, culpados e os desesperados entre nós verão que o evangelho não chegou para o feliz, mas para os contritos de coração, não para o saudável, mas para o doente, não para os achados, mas para os perdidos.
Portanto, não se preocupe com as pessoas felizes e deslumbrantes do Facebook. Elas precisam de conforto e libertação tanto quanto você. E, mais importante, vamos deixar de ser essas pessoas felizes e deslumbrantes quando nos reunimos em adoração. Não tenhamos vergonha de gritar de alegria e não tenhamos vergonha de chorar de tristeza. Vamos nos educar, não para fazer publicidade, mas, para a oração, por arrependimento e por alegria.
Fonte:Ipródigo
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mar/12
Dicas de áudio: Aprenda sobre equalização e equalizadores
Publicador por felipe na categoria Dicas, VideosGalera ligada em som esta aqui umas boas dicas para você ter uma boa equalização e ótimos equalizadores para obter um som bem legal. Preste atenção nas dicas pois você ira aprender bastante, é bem simples mas eficaz, você só tem a ganhar. Vejam:
Mixagem é uma das partes mais importantes da sonorização tanto em estúdio quanto em ambientes ao vivo. Para isto, temos que levar em conta vários parâmetros como volumes, efeitos, profundidade, distribuição nos panorâmicos e equalização. Equalizar é somente um dos parâmetros de uma mixagem e é neste aspecto que vou me fixar neste artigo.
Equalizar é trabalhar as frequências, é modificar graves, médios e agudos. É o que vai dar a “cor” para uma sonoridade.Em grande parte das vezes é na equalização que tiramos o “enlatado” de um timbre ou damos mais “brilho” a um som. Acrescentamos “peso” ou damos “presença” no som de determinados instrumentos.
Muita gente, ao equalizar, não entende como as ondas sonoras atuam em um timbre e em alguns casos não compreendem como funcionam os diferentes tipos de equalizadores. Acabam não tirando o melhor proveito das frequências e dos equalizadores. Assim, para equalizar faz-se necessário conhecer as frequências e os tipos de equalizadores para desenvolvermos nosso assunto.
O som é energia acústica produzida por vibrações, que se propagam como onda e precisam de um meio para se mover. Uma onda sonora se repete ciclicamente num espaço de tempo e estes ciclos de onda são medidos em um segundo, o que chamamos de Hertz (ciclos/s=Hz).
As frequências audíveis ao ouvido humano são as compreendidas entre 20Hz e 20.000Hz (ou 20KHz). Quanto menos se repete num segundo, mais baixas são as frequências e quanto mais se repetem, mais altas. Daí o conceito de frequências baixas (graves , LOW), médias (MID) e altas (agudas , HIGH).
O som que normalmente escutamos, seja de uma voz ou de um instrumento, vem sempre acompanhado de um conjunto de frequências. Como diferenciamos um lá3 de um piano de um lá3 de uma flauta? Ambos estão emitindo o mesmo lá3 que é 440Hz! Toda frequência fundamental (como o exemplo do lá3=440Hz) vem acompanhada de seus múltiplos (chamados de harmônicos) e os instrumentos, pelas suas características, têm diferentes capacidades de emitir seus harmônicos.
Estes harmônicos são sempre mais agudos que a fundamental (por serem múltiplos). O somatório destes harmônicos com sua fundamental formam o que chamamos de TIMBRE. No exemplo da flauta e do piano, mesmo os dois emitindo a mesma nota musical (na mesma frequência), sabemos da diferença do som dos dois porque as características físicas de cada instrumento nos faz ouvir os harmônicos em volumes diferenciados.
Como vimos, os harmônicos de um timbre são mais agudos do que a frequência fundamental. Assim podemos deduzir que quanto mais agudo acrescentamos em um timbre, através de um equalizador, mais caracterizado fica este timbre, por excitarmos os harmônicos deste. Cabe lembrar que isto vale para timbres que efetivamente foram captados com agudos na sua timbragem. Algumas vezes passamos muito trabalho em uma mixagem tentando “desembolar” uma voz solo de um grupo vocal, por exemplo.
Quando temos uma mulher solando acompanhada de vocais femininos, podemos nos deparar com este tipo de problema. Podemos ter esta situação também quando temos duas guitarras numa banda e estes timbres se misturam, sem caracterizar um ou outro. Várias outras situações podem acontecer requisitando mais nitidez de um som. Nestes casos, vale a pena aumentar um pouco o agudo de um dos timbres para diferenciá-lo em relação ao(s) outro(s). No entanto, temos que cuidar o contrário, pois o excesso de agudos pode tornar o som irritante e artificial. Resumidamente podemos afirmar que as FREQUÊNCIAS AGUDAS (entre 6,3KHz e 20KHz) dão DEFINIÇÃO ou NITIDEZ a uma timbre.
A maior parte das fontes sonoras musicais estão repletas de frequências médias. Grande parte do que ouvimos está na faixa entre 200Hz e 6,3KHz. Esta gama de frequências podemos subdividir assim: os médios graves (200Hz a 630Hz), os médios (630Hz a 2KHz) e os médios agudos(2KHz a 6,3KHz). Esta faixa de frequência é a que dá PRESENÇA à sonoridade dos timbres.
É importante ter claro este conhecimento porque às vezes, numa mixagem, notamos que o som de um determinado instrumento ou voz “desaparece” no meio dos demais. Damos volume a este instrumento e parece que mesmo assim ele não sobressai. Muitas vezes é porque o som está “magro” e esta “magreza”pode ser resolvida acrescentando frequências médias no equalizador (normalmente entre 630Hz e 2KHz, dependendo do timbre).
Por outro lado muito cuidado com o excesso destas frequências que pode fazer com que o som fique “enlatado” ou estridente (especialmente acima dos 2KHz). Com isto podemos concluir que as FREQUÊNCIAS MÉDIAS (entre 200Hz e 6,3KHz) dão PRESENÇA ou CORPO a um timbre.
Agora vamos comentar sobre o que a esmagadora maioria dos ouvintes e “mixadores” gostam de ouvir. Som pesado , gordo, “pegado”, “no peito” , vários são os nomes para a presença dos graves (20Hz a 200Hz). Poucos são os instrumentos que estão nesta faixa: o contrabaixo, o bumbo, algumas notas de oitavas mais baixas de um teclado além de outros com sonoridade peculiar. Subdividindo, temos os subgraves que vão de 20Hz a 63Hz e os graves que vão de 63Hz a 200Hz.
Acontece às vezes do som ficar “abafado” (como se tivesse um cobertor tapando a caixa de som).O “abafado” tanto pode ser pela falta de agudos como pelo excesso de graves. Cada caso tem que ser analisado criteriosamente e na falta de experiência, vale as seguintes tentativas para solucionar a timbragem “abafada”: aumentar as frequências agudas, diminuir as graves ou ainda um pouco de cada.
A questão interessante é que sobre os graves, podemos afirmar que eles se sobressaem por si só. Tendo caixas de som que favoreçam a reprodução desta faixa de frequência e tendo sido bem captado os graves, fica fácil mixar um bumbo ou um contra-baixo (por exemplo). Sobre a faixa dos graves (entre 20Hz e 200Hz), afirmamos que esta dá PESO ou PROFUNDIDADE a um timbre.
Sobre o bumbo da bateria, vale a pena comentar que um pouco de 50Hz a 70Hz vai deixá-lo com um som mais gordo e profundo, mas sem esquecer que os agudos (acima dos 7KHz) farão com que o “kick” do bumbo (ataque) apareça mais. Quanto mais ataque (kick), mais agressivo fica o som do bumbo. O juiz final neste caso será o estilo musical e o “gosto do freguês”.
O grande cuidado que temos que ter com as frequências numa música está no arranjo musical. Citando como exemplo no caso dos graves, muitos instrumentos tocando notas graves ao mesmo nos dará pouca possibilidade de solução na equalização. Já vi muitos casos de uma cama harmônica de teclado tocar timbres graves, junto com o piano tocando a base com a mão esquerda “fazendo o baixo” junto com o contra-baixo. Isto dificilmente soará bem. Somente como piada gosto de afirmar que o melhor botão equalizador para excesso de notas numa mesma região é o botão de MUTE da mesa de som ou o DELETE do computador.
Cabe ressaltar que o capricho na captação facilita na fidelidade da resposta dos equalizadores. Se captamos o som sem os agudos, os equalizadores não respondem pelo simples fato de não existir agudo na captação do timbre. Não existe equalizador que acrescente qualquer frequência em um timbre que não tenha sido captada. Isto vale para graves , médios e agudos. Equalizador não cria frequências, ele só dá volume para o que existe no som captado. Não adianta por exemplo, acrescentar agudo na faixa dos 16Khz para uma voz que foi captada por um microfone que responda até 13KHz. Ou querer dar peso com 50Hz num tom de bateria se ele “soa” a partir de 170Hz.
Às vezes acontece de buscarmos no equalizador uma timbragem que não é da natureza do timbre captado. Um exemplo é uma voz estridente. Podemos diminuir agudos acima dos 10KHz, e suavizar os médios na faixa de 1,5KHz. Isso com certeza ajudará, mas se a pessoa mixada canta naturalmente estridente, soará sempre estridente. O que podemos fazer na equalização é suavizar a pessoa estridente. Se queremos uma voz realmente mais suave e que soe natural, temos que ter uma pessoa que o seja ao cantar. Outro exemplo: o equalizador não transforma uma caixa pícolo de bateria numa caixa gorda com som grave. Se queremos uma caixa de bateria com som grave, temos que captar uma caixa que seja assim.
Um bom exercício para aprender equalizar é ouvir muito. Ouvir músicas de qualidade que você e seu cliente considerem referência. Faça isso nas caixas de som que você está acostumado a fazer as suas mixagens: nos monitores do seu estúdio, nas caixas da sua igreja ou onde quer que seja. Ouça e tente separar na sua mente cada instrumento da mixagem e escute como ele foi encaixado na mixagem. Isto ajudará você exercitar sua mente a procurar bons timbres na sua própria mix.
Sobre Abner Borba
Abner Borba trabalhou em produções ao lado de nomes como Asaph Borba, Filhos do Homem, David Quinlan, Casa de Davi, Kleber Lucas, Fernandinho, Williams Costa Jr, além de produções para a igreja na Alemanha, Portugal e vários países da América Latina e Oriente Médio. Fez curso técnico nos Estados Unidos e atualmente é diretor do estúdio da Life (Ministério de Asaph Borba, seu irmão) e se dedica a dar cursos e treinamentos em áudio para Igrejas e Técnicos em geral.
Fonte: Super Gospel
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mar/12
Surpreendente casal teve 38 filhos em Ubajara (CE) e fez o batismo de 19 no mesmo dia
Publicador por felipe na categoria CuriosidadesIncrível e surpreendente, casal Francisco Ricardo de Souza e Raimunda de Assis Coelho teve 38 filhos em Ubajara (CE) e ainda fez o batismo de 19 no mesmo dia, muito estranho não? Deve ser uma maratona diária ter tanto filho assim, Haja força, pois criar,educar, alimentar e dar amor para tanto filho não deve ser fácil.
Aos 66 anos, o mestre de obras aposentado Francisco Ricardo de Souza teve exatamente 38 filhos com a companheira com quem vive há mais de três décadas, Raimunda de Assis Coelho. Moradores de Ubajara, a 312 km de Fortaleza, o casal conta que realizou a cerimônia de batismo de todos os filhos e netos no mesmo dia na igreja católica da cidade, em dezembro de 2009, com direito a festa em família.
A diferença de idade entre a filha mais velha do casal, Alessandra, 32, e o mais novo, Mateus Ricardo, é de 24 anos. Raimunda teve o último filho aos 55 anos e afirma ter feito o parto de todas as crianças sozinha, em casa.
Aposentado por motivos de saúde há quatro anos, o mestre de obras afirma que sustenta a casa com os R$ 2 mil que recebe. Para alimentar a parte da família que ainda vive com ele, são feitos cerca de 4 kg de arroz por dia, tudo preparado no fogão a lenha.
Sentindo-se com 17 anos e afirmando que a companheira parece ter 14, Souza diz ainda ter muito para viver, mas não pretende mais ter filhos. “Agora não da mais não. Não tem mais condições”, diz . Atualmente, cinco netos são criados pelo casal. Os outros moram com os pais. Somente Alessandra, filha mais velha do casal, tem cinco filhos, mas deixa bem claro que “de jeito nenhum” seguirá os passos dos pais.
Começo
O pai conta que foi morar com a companheira, logo que ela engravidou do primeiro filho. “Nem lembro mais com que idade, tínhamos vinte e poucos anos. Nosso primeiro filho devia ter 38 anos, mas morreu”, lamenta. Não é fácil para Souza lembrar do nome de todos os filhos. Só lembra que dos 14 filhos homens sobreviventes, 13 também levam Ricardo no nome em homenagem ao pai. “Só não Sebastião, não sei porque ele não se chama Ricardo”, diz Souza.
Souza afirma já ter pedido esmolas para sustentar a família. “Dificuldade foi só o que teve na minha vida”, afirma Souza sem perder o ânimo, mesmo ao contar que 19 dos 38 filhos morreram ainda bebês.
Ele conta que teve de pedir esmolas porque ficou muito doente e passou por uma cirurgia quando a companheira teve o quarto filho. Mesmo com problemas para sustentar a família, Souza afirma que todos os filhos vão à escola. “Meus filhos mais velhos já terminaram o segundo grau, um orgulho”, diz o aposentado que só estudou até o quinto ano do ensino fundamental.
Para comemorar o batismo coletivo, em 2009, Souza fez festa com direito a serviço de filmagem e fotografia, mas os registros foram emprestados e nunca mais voltaram às mãos da família.
Fonte: G1
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dez/11
Igreja envia fiéis à um site pornográfico por acaso
Publicador por kaick na categoria NoticiasA Igreja Católica das Filipinas enviou seus fiéis nesta segunda-feira (12) para um site pornográfico ao se equivocar com o link, que, teoricamente, seria para acompanhar ao vivo a cerimônia de posse do novo arcebispo de Manila.
Em seu portal na internet, a arquidiocese anunciou na manhã desta segunda-feira (12) que a nomeação do arcebispo Luis Antonio Tagle poderia ser acompanhada por meio da página “tvmaria.com”. No entanto, os fiéis que abriram o site encontraram a imagem de um travesti. Posteriormente, a Igreja, que achou que se tratava de um ataque hacker, percebeu seu equivoco e reenviou a chamada para o endereço “tvmaria.net”. Mais de 80% dos 94 milhões de filipinos são católicos.
FONTE: G1
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dez/10
5 Fatos que marcaram o ano de 2010
Publicador por dito na categoria NoticiasO ano de 2010 está chegando ao fim, e entre vários fatores que marcaram o ano, podemos destacar algumas notícias que chocaram a população, de tragédias naturais com milhares de vítimas a crimes aterradores, não faltaram casos para preencher as mais sangrentas páginas dos noticiários.
1. Elisa Samudio
O desaparecimento e suposta morte de Eliza Samudio, ex-namorada do goleiro Bruno, do Flamengo, chocou o Brasil e ganhou repercussão até no exterior. Ela desapareceu no início de junho, sob suspeita de ter sido assassinada a mando do próprio jogador. O caso foi parar na Justiça, que decretou a prisão de Bruno e outros envolvidos, entre eles, a mulher do goleiro e seu melhor amigo, conhecido como Macarrão.Eliza, de 25 anos, teve um filho com o goleiro e brigava na Justiça pelo reconhecimento da paternidade da criança. Em depoimento à polícia, um primo de Bruno, menor de idade, confessou ter participado do assassinato da ex-namorada. O crime, segundo ele, teria ocorrido em um sítio do jogador, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG).
Entre os detalhes escabrosos revelados pelo adolescente, o corpo de Eliza teria sido esquartejado e partes dele devoradas por cães de guarda, numa estratégia para dificultar a localização do corpo e identificação da vítima.
No dia 30 de junho, a polícia entregou à Justiça de Minas Gerais o relatório final do inquérito. Entre as provas de que Eliza havia sido morta, foi identificado o sangue dela em um dos carros de Bruno. A outra seria a contratação do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, apontado como autor do assassinato e responsável pela ocultação do cadáver.
2. Mineiros soterrados no Chile
Em 5 de agosto, um soterramento em uma mina no Chile deixou 33 mineiros presos em uma galeria a 622 metros de profundidade. Por conta das obstruções, as equipes de socorro fizeram estreitas perfurações com sondas para tentar encontrar os trabalhadores.
Apenas 17 dias após o desmoronamento eles foram achados; e deram a declaração “estamos bem no refúgio os 33”, por meio de um bilhete. Eles sobreviveram racionando o que existia no refúgio, comendo duas colheres de atum e meio copo de leite a cada 48 horas.
Três túneis começaram a ser escavados para se chegar até eles. A Nasa (Agência Espacial dos EUA) contribuiu para monitorar a saúde dos homens. A previsão inicial era de que a perfuração levaria até quatro meses. No entanto, em 9 de outubro uma das máquinas concluiu o poço que permitiria o resgate.
O poço teve seu primeiro trecho reforçado com metal e em 12 de outubro os homens começaram a ser içados um a um pela sonda Fênix II, construída especialmente para esta operação.
Em 13 de outubro, após 22 horas e 30 minutos de resgate e 69 dias de isolamento, todos os 33 trabalhadores haviam sido resgatados. Transmitida ao vivo, a operação se transformou no fato mais acompanhado no mundo pela internet, vista por 5,3 milhões de pessoas.
3. Terremoto no Haiti
Um grande terremoto de magnitude de 7.0 na escala Richter atingiu o Haiti no começo do ano, deixando mais de 220 mil mortos e destruindo quase toda a sua capital, Porto Príncipe. Vários edifícios desabaram, inclusive o palácio presidencial e o prédio da Organização das Nações Unidas (ONU).
A comunicação externa com o país foi prejudicada e a ajuda internacional, com alimentos, remédios, entre outros produtos, além de recursos médicos, não conseguia dar conta da quantidade de feridos e de desabrigados.
Entre os mortos foi encontrada a médica brasileira Zilda Arns, presidente da Pastoral da Criança, que dava palestra em uma igreja atingida pelo terremoto.
O Brasil foi um dos países que colaborou com a ajuda internacional, com o envio de médicos e enfermeiros, entre inúmeros voluntários.
A reconstrução do Haiti país deve demorar cerca de 20 anos, segundo estimativa do governo local e de instituições internacionais.
4. A tragédia em Angra
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Uma grande catástrofe atingiu cidade de Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro, no início de 2010. Foram vários deslizamentos de terra que afetaram a Praia do Bananal, Ilha Grande e Morro da Carioca, locais considerados paraísos turísticos.
Ao todo, foram registradas cerca de 50 mortes, entre elas a da filha dos donos da Pousada Sankay, Yumi Faraci, de 18 anos, e um casal de amigos dela, que ficaram sob os escombros. Eles eram estudantes de arquitetura e urbanismo da Universidade Federal de Minas Gerais e passavam férias ali. Os donos, Geraldo e Sonia Faraci, conseguiram escapar.
O trabalho da Defesa Civil foi intenso, com mais de 120 homens, entre bombeiros, integrantes das polícias Militar, Civil e da Marinha, que auxiliaram nos resgates e nas buscas. Houve também um esquema especial no Instituto Médico Legal (IML) para o recebimento dos corpos e no Pronto Socorro, no atendimento aos feridos.
A comunicação ficou bastante prejudicada, aparelhos celulares não funcionavam, sem contar a dificuldade dos familiares chegarem no local, pelo fato das estradas também terem sido atingidas pelos deslizamentos de terra.
5. Chacina no México
Quatro brasileiros estavam entre os 72 mortos do massacre ocorrido em agosto, emTamaulipas, no norte do México. As outras vítimas eram de El Salvador, Honduras e Equador, segundo o porta voz do Conselho de Segurança mexicano, Alejandro Poire.
Os corpos foram descobertos depois que um sobrevivente do Equador, identificado como Freddy, contou que as vítimas foram sequestradas quando tentavam chegar à fronteira com os Estados Unidos. Ele disse que os criminosos se identificaram como membros do cartel Zetas, e que o massacre ocorreu porque os imigrantes se recusaram a trabalhar como matadores de aluguel para a organização, para o qual receberiam US$ 1 mil por quinzena.
Essa foi a terceira vez em 2010 que autoridades descobrem valas com dezenas de corpos, vitimas de narcotraficantes. As suspeitas são de que esses mortos iam sendo deixados aos poucos e por um longo período.
Para ver mais fatos que marcaram o ano de 2010 visite o site Exército Universal
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jul/10
Fotógrafo mergulhador em um casamento na igreja?
Publicador por dito na categoria VideosTem profissionais que não importam as circunstâncias, que eles fazem o trabalho direito. Então veja o que acontece quando você contrata um fotógrafo mergulhador para tirar fotos do seu casamento.
O que aconteceu foi o seguinte: ao ver no aquário alguns peixinhos, ele não aguentou e mergulhou para tirar a foto.
hehehehhehe
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