08
mai/12

Capela de músicas que fizeram sucesso na década de 90

Publicador por na categoria Música, Videos

Essa é para quem gosta de música, um grupo dinamarquês fez um vídeo com hits da década de 90. A gravação foi feita sem instrumentos, apenas a capela, e o resultado você vê aqui. Ficou muito show!

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13
mar/12

John Piper nos alerta sobre os perigos da irrealidade do computador

Publicador por na categoria Dicas, Outros

Um grande artigo do John Piper para todo mundo que quer ficar alerta contra os perigos da irrealidade do computador. Muito bom mesmo, é bom estarmos ligados e sabermos o que nos reserva o computador e saber discernir o que é melhor para nossas vidas.

1. Perigo: a armadilha da curiosidade constante

O computador pessoal oferece intermináveis possibilidades de descobertas. Até o ambiente básico de um sistema operacional pode consumir horas, dias e semanas de digitação e investigação curiosa. Sistema de cores, protetores de tela, atalhos, ícones, configurações, gerenciamento de arquivos, calculadora, relógio, calendário. Além disso, existem os inúmeros softwares que consomem semanas de nosso tempo, enquanto nos seduzem a examinar sua complexidade. Tudo isso é bastante enganador, dando-nos a ilusão de poder e eficiência, mas deixando-nos com o sentimento de vazio e nervosismo, ao final do dia.

Resolução: limitarei estritamente meu tempo de experiência no computador e me dedicarei mais à verdade do que à técnica.

2. Perigo: o mundo vazio da (ir)realidade virtual

Quão triste é ver pessoas inteligentes e criativas desperdiçando horas e dias de sua vida criando cidades, exércitos e aventuras que não têm nenhuma conexão com a realidade. Temos uma vida para viver. Todos os nossos poderes nos foram dados pelo Deus real, a fim de serem usados no mundo real, que nos leva ao céu real ou ao inferno real.

Resolução: gastarei minha energia construtiva e criativa não na irrealidade da “realidade virtual”, e sim na realidade do mundo real.

3. Perigo: relações “pessoais” com meu computador

Diferentemente de qualquer outra invenção, o computador pessoal é quase semelhante a uma pessoa. Você joga contra ele. Há programas que conversarão com você sobre a sua personalidade. O computador falará com você; sempre estará à sua disposição. É mais esperto do que seu cachorro. O grande perigo é que nos sentimos realmente à vontade com essa “pessoa” eletrônica e administrável e, pouco a pouco, nos afastamos dos relacionamentos imprevisíveis, frustrantes e, às vezes, dolorosos com pessoas humanas.

Resolução: não substituirei o risco dos relacionamentos pessoais pela segurança eletrônica e impessoal.

4. Perigo: o risco da paixão secreta

Casos sexuais começam em momentos de privacidade, quando as pessoas estendem a conversa e compartilham sua alma. Isso pode acontecer na absoluta reclusão de sua correspondência eletrônica particular. Pode ser imediato e “ativo” ou demorado e “recordado”. Você pode imaginar que “isso não é nada” — até que ele ou ela aparece em sua cidade. Isso já aconteceu tantas vezes.

Resolução: não cultivarei um relacionamento pessoal com alguém do sexo oposto, além de minha esposa. Se eu sou solteiro, não cultivarei esse relacionamento com a esposa de outrem.

5. Perigo: a pornografia eletrônica

Mais insidiosa do que os vídeos censurados como impróprios para menores de 18 anos, podemos não somente assistir, mas também nos unirmos à perversidade na privacidade de nosso escritório. A pornografia interativa lhe permitirá “praticá-la” ou levá-los a “praticá-la” com o seu mouse. Nunca a vi. Nem jamais tive essa intenção. A pornografia eletrônica mata a alma. Afasta-nos de Deus. Despersonaliza as pessoas. Abafa a oração. Ignora a Bíblia. Barateia a alma. Destrói o poder espiritual. Corrompe tudo.

Resolução: nunca abrirei qualquer programa para obter estímulo sexual; não comprarei, nem descarregarei ao meu computador qualquer material pornográfico.

Computadores, a Internet e o e-mail são dons notáveis de Deus. Sim. Mas, são também ameaças aos nossos compromissos, nossos corações e nossas famílias — assim como o são o telefone, o rádio, a televisão e os inúmeros jogos eletrônicos. Todos os dons de Deus podem ser transformados em ídolos e armas de rebelião contra o Doador. Mas não deve ser assim.

Em vez disso, devemos perguntar como o salmista: “Que darei ao senhor por todos os seus benefícios para comigo?” (Salmos 116.12) E devemos responder, como ele o fez: “Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do senhor. Cumprirei os meus votos ao senhor, na presença de todo o seu povo” (vv. 13-14).

Fonte: Voltemos ao Evangelho

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06
mar/12

Dicas de áudio: Aprenda sobre equalização e equalizadores

Publicador por na categoria Dicas, Videos

Galera ligada em som esta aqui umas boas dicas para você ter uma boa equalização e ótimos equalizadores para obter um som bem legal. Preste atenção nas dicas pois você ira aprender bastante, é bem simples mas eficaz, você só tem a ganhar. Vejam:



Mixagem é uma das partes mais importantes da sonorização tanto em estúdio quanto em ambientes ao vivo. Para isto, temos que levar em conta vários parâmetros como volumes, efeitos, profundidade, distribuição nos panorâmicos e equalização. Equalizar é somente um dos parâmetros de uma mixagem e é neste aspecto que vou me fixar neste artigo.

Equalizar é trabalhar as frequências, é modificar graves, médios e agudos. É o que vai dar a “cor” para uma sonoridade.Em grande parte das vezes é na equalização que tiramos o “enlatado” de um timbre ou damos mais “brilho” a um som. Acrescentamos “peso” ou damos “presença” no som de determinados instrumentos.

Muita gente, ao equalizar, não entende como as ondas sonoras atuam em um timbre e em alguns casos não compreendem como funcionam os diferentes tipos de equalizadores. Acabam não tirando o melhor proveito das frequências e dos equalizadores. Assim, para equalizar faz-se necessário conhecer as frequências e os tipos de equalizadores para desenvolvermos nosso assunto.

O som é energia acústica produzida por vibrações, que se propagam como onda e precisam de um meio para se mover. Uma onda sonora se repete ciclicamente num espaço de tempo e estes ciclos de onda são medidos em um segundo, o que chamamos de Hertz (ciclos/s=Hz).

As frequências audíveis ao ouvido humano são as compreendidas entre 20Hz e 20.000Hz (ou 20KHz). Quanto menos se repete num segundo, mais baixas são as frequências e quanto mais se repetem, mais altas. Daí o conceito de frequências baixas (graves , LOW), médias (MID) e altas (agudas , HIGH).

O som que normalmente escutamos, seja de uma voz ou de um instrumento, vem sempre acompanhado de um conjunto de frequências. Como diferenciamos um lá3 de um piano de um lá3 de uma flauta? Ambos estão emitindo o mesmo lá3 que é 440Hz! Toda frequência fundamental (como o exemplo do lá3=440Hz) vem acompanhada de seus múltiplos (chamados de harmônicos) e os instrumentos, pelas suas características, têm diferentes capacidades de emitir seus harmônicos.

Estes harmônicos são sempre mais agudos que a fundamental (por serem múltiplos). O somatório destes harmônicos com sua fundamental formam o que chamamos de TIMBRE. No exemplo da flauta e do piano, mesmo os dois emitindo a mesma nota musical (na mesma frequência), sabemos da diferença do som dos dois porque as características físicas de cada instrumento nos faz ouvir os harmônicos em volumes diferenciados.

Como vimos, os harmônicos de um timbre são mais agudos do que a frequência fundamental. Assim podemos deduzir que quanto mais agudo acrescentamos em um timbre, através de um equalizador, mais caracterizado fica este timbre, por excitarmos os harmônicos deste. Cabe lembrar que isto vale para timbres que efetivamente foram captados com agudos na sua timbragem. Algumas vezes passamos muito trabalho em uma mixagem tentando “desembolar” uma voz solo de um grupo vocal, por exemplo.

Quando temos uma mulher solando acompanhada de vocais femininos, podemos nos deparar com este tipo de problema. Podemos ter esta situação também quando temos duas guitarras numa banda e estes timbres se misturam, sem caracterizar um ou outro. Várias outras situações podem acontecer requisitando mais nitidez de um som. Nestes casos, vale a pena aumentar um pouco o agudo de um dos timbres para diferenciá-lo em relação ao(s) outro(s). No entanto, temos que cuidar o contrário, pois o excesso de agudos pode tornar o som irritante e artificial. Resumidamente podemos afirmar que as FREQUÊNCIAS AGUDAS (entre 6,3KHz e 20KHz) dão DEFINIÇÃO ou NITIDEZ a uma timbre.

A maior parte das fontes sonoras musicais estão repletas de frequências médias. Grande parte do que ouvimos está na faixa entre 200Hz e 6,3KHz. Esta gama de frequências podemos subdividir assim: os médios graves (200Hz a 630Hz), os médios (630Hz a 2KHz) e os médios agudos(2KHz a 6,3KHz). Esta faixa de frequência é a que dá PRESENÇA à sonoridade dos timbres.

É importante ter claro este conhecimento porque às vezes, numa mixagem, notamos que o som de um determinado instrumento ou voz “desaparece” no meio dos demais. Damos volume a este instrumento e parece que mesmo assim ele não sobressai. Muitas vezes é porque o som está “magro” e esta “magreza”pode ser resolvida acrescentando frequências médias no equalizador (normalmente entre 630Hz e 2KHz, dependendo do timbre).

Por outro lado muito cuidado com o excesso destas frequências que pode fazer com que o som fique “enlatado” ou estridente (especialmente acima dos 2KHz). Com isto podemos concluir que as FREQUÊNCIAS MÉDIAS (entre 200Hz e 6,3KHz) dão PRESENÇA ou CORPO a um timbre.

Agora vamos comentar sobre o que a esmagadora maioria dos ouvintes e “mixadores” gostam de ouvir. Som pesado , gordo, “pegado”, “no peito” , vários são os nomes para a presença dos graves (20Hz a 200Hz). Poucos são os instrumentos que estão nesta faixa: o contrabaixo, o bumbo, algumas notas de oitavas mais baixas de um teclado além de outros com sonoridade peculiar. Subdividindo, temos os subgraves que vão de 20Hz a 63Hz e os graves que vão de 63Hz a 200Hz.

Acontece às vezes do som ficar “abafado” (como se tivesse um cobertor tapando a caixa de som).O “abafado” tanto pode ser pela falta de agudos como pelo excesso de graves. Cada caso tem que ser analisado criteriosamente e na falta de experiência, vale as seguintes tentativas para solucionar a timbragem “abafada”: aumentar as frequências agudas, diminuir as graves ou ainda um pouco de cada.

A questão interessante é que sobre os graves, podemos afirmar que eles se sobressaem por si só. Tendo caixas de som que favoreçam a reprodução desta faixa de frequência e tendo sido bem captado os graves, fica fácil mixar um bumbo ou um contra-baixo (por exemplo). Sobre a faixa dos graves (entre 20Hz e 200Hz), afirmamos que esta dá PESO ou PROFUNDIDADE a um timbre.

Sobre o bumbo da bateria, vale a pena comentar que um pouco de 50Hz a 70Hz vai deixá-lo com um som mais gordo e profundo, mas sem esquecer que os agudos (acima dos 7KHz) farão com que o “kick” do bumbo (ataque) apareça mais. Quanto mais ataque (kick), mais agressivo fica o som do bumbo. O juiz final neste caso será o estilo musical e o “gosto do freguês”.

O grande cuidado que temos que ter com as frequências numa música está no arranjo musical. Citando como exemplo no caso dos graves, muitos instrumentos tocando notas graves ao mesmo nos dará pouca possibilidade de solução na equalização. Já vi muitos casos de uma cama harmônica de teclado tocar timbres graves, junto com o piano tocando a base com a mão esquerda “fazendo o baixo” junto com o contra-baixo. Isto dificilmente soará bem. Somente como piada gosto de afirmar que o melhor botão equalizador para excesso de notas numa mesma região é o botão de MUTE da mesa de som ou o DELETE do computador.

Cabe ressaltar que o capricho na captação facilita na fidelidade da resposta dos equalizadores. Se captamos o som sem os agudos, os equalizadores não respondem pelo simples fato de não existir agudo na captação do timbre. Não existe equalizador que acrescente qualquer frequência em um timbre que não tenha sido captada. Isto vale para graves , médios e agudos. Equalizador não cria frequências, ele só dá volume para o que existe no som captado. Não adianta por exemplo, acrescentar agudo na faixa dos 16Khz para uma voz que foi captada por um microfone que responda até 13KHz. Ou querer dar peso com 50Hz num tom de bateria se ele “soa” a partir de 170Hz.

Às vezes acontece de buscarmos no equalizador uma timbragem que não é da natureza do timbre captado. Um exemplo é uma voz estridente. Podemos diminuir agudos acima dos 10KHz, e suavizar os médios na faixa de 1,5KHz. Isso com certeza ajudará, mas se a pessoa mixada canta naturalmente estridente, soará sempre estridente. O que podemos fazer na equalização é suavizar a pessoa estridente. Se queremos uma voz realmente mais suave e que soe natural, temos que ter uma pessoa que o seja ao cantar. Outro exemplo: o equalizador não transforma uma caixa pícolo de bateria numa caixa gorda com som grave. Se queremos uma caixa de bateria com som grave, temos que captar uma caixa que seja assim.

Um bom exercício para aprender equalizar é ouvir muito. Ouvir músicas de qualidade que você e seu cliente considerem referência. Faça isso nas caixas de som que você está acostumado a fazer as suas mixagens: nos monitores do seu estúdio, nas caixas da sua igreja ou onde quer que seja. Ouça e tente separar na sua mente cada instrumento da mixagem e escute como ele foi encaixado na mixagem. Isto ajudará você exercitar sua mente a procurar bons timbres na sua própria mix.

Sobre Abner Borba

Abner Borba trabalhou em produções ao lado de nomes como Asaph Borba, Filhos do Homem, David Quinlan, Casa de Davi, Kleber Lucas, Fernandinho, Williams Costa Jr, além de produções para a igreja na Alemanha, Portugal e vários países da América Latina e Oriente Médio. Fez curso técnico nos Estados Unidos e atualmente é diretor do estúdio da Life (Ministério de Asaph Borba, seu irmão) e se dedica a dar cursos e treinamentos em áudio para Igrejas e Técnicos em geral.

Fonte: Super Gospel

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01
mar/12

Na China dupla ganha destaque com instrumentos musicais feitos de vegetais

Publicador por na categoria Bizarro, Curiosidades

Isso mesmo,dupla de imãos na China está ganhando destaque e ficando famosa ao criarem instrumentos musicais com singelos vegetais.Vejam:

Os irmãos chineses Nan Weidong, de 43 anos, e Nan Weiping, de 41, exibiram nesta quinta-feira (1) os instrumentos musicais que eles criam a partir de vegetais no apartamento em que moram na capital Pequim. A dupla ficou famosa na China após participar de programas de talentos em emissoras locais.

Fonte: Planeta Bizarro

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29
jan/10

Banda japonesa, Y-no, vira fenômeno no YouTube com ‘pagode’

Publicador por na categoria Música, Noticias, Videos

Um cavaquinho elétrico abre a melodia, enquanto os outros instrumentos – rebolo, bateria, banjo, baixo – entram devagar, um pouco fora de tempo, num samba meio torto. Com um sotaque pesado, mas que tenta imitar a linha melódica do pagode romântico brasileiro dos anos 90, o vocalista canta em português macarrônico: “Eu estava sofrendo para te procurar/ Namoração da internet é bom, né?/ Eu sou galinha/ Eu quis te olhar, a mulher nua/ Mas agora você já está batendo no meu coração/ Aí gatinha, me dá uma chance para este lixo/ Ma-ra-vi-lho-so”.

“Querido meu amor”, a faixa descrita acima, é uma das músicas mais conhecidas da banda japonesa de pagode Grupo Y-no. O vídeo da faixa no YouTube, gravado durante uma apresentação ao vivo em um bar em Tóquio, já passou das 100 mil visualizações com apenas duas semanas no ar.

O grupo foi formado em Tóquio em 2007 por estudantes da Sophia University que se conheceram em um clube especializado em música brasileira. “Nos apaixonamos pelo samba e pelo pagode aos poucos, especialmente pela melodia e pelo ritmo”, explicam em entrevista por e-mail ao G1.

Segundo os integrantes do grupo (Bekki no pandeiro, Reji no baixo, Ta no banjo, Kenta Ohno no rebolo, Hisashi no cavaquinho e Yamagataro na bateria), a escolha pelo pagode veio naturalmente. “É fácil entrar no ritmo do pagode – é só pegar um chocalho e chacoalhar e você já está fazendo um pagode. Essa facilidade, junto com a beleza da música, é o que queremos que nossos fãs aproveitem. É só relaxar, entrar no ritmo e sentira a nossa melodia, a nossa paixão pela música”, explicam.

Fundo de Quintal e Revelação

Eles dizem gostar ainda de axé e do hip-hop brasileiro, e citam como influências artistas como Fundo de Quintal, Beth Carvalho, Zeca Pagodinho, Art Popular, Alcione, Pique Novo e Revelação, entre outros.

As letras misturam inglës e português e, para cantar em nossa língua, eles contam com o conhecimento adquirido na universidade. “Alguns dos membros estudaram português e fazem a tradução. Sabemos o que estamos cantando, mas não temos certeza se conseguimos passar todas as nuances. Escrevemos as nossas letras baseadas no nosso cotidiano, e depois colocamos a melodia. A nossa libido é a principal fonte de letras, mas colocar tudo isso em português não é fácil”, explicam.

Aprendendo a tocar música brasileira com membros mais velhos do clube e vendo vídeos na internet, eles também sofreram para conseguir os instrumentos. “Nós tocamos pela primeira vez com os instrumentos da universidade, mas existe uma loja de instrumentos brasileiros aqui em Tóquio, e o dono sabe escolher bem o material. Também compramos outros instrumentos quando viajamos para o Brasil em 2008”, dizem.

A viagem foi registrada em um diário em japonês no site oficial do Grupo Y-no, e um vídeo mostra os membros da banda em uma jam session com os funcionários de uma loja no Rio de Janeiro, tocando “A batucada dos nossos tantãs”.

Eles dizem não ter muitos fãs ainda – “no momento são mais parentes e amigos” – mas contam que o público está crescendo. “O pagode é muito raro no Japão. No começo as pessoas ficam curiosas, tentando entender, mas como o show é divertido, elas vão entrando no ritmo”.

Veja o video no youtube!

Veja outros vídeos no site oficial do Y-no

Fonte: G1/GLOBO

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21
jan/09

Veja os menores instrumentos musicais funcionais do Brasil

Publicador por na categoria Curiosidades, Música

Olá, pessoal! É impressionante a criatividade do músico brasileiro. Quando se acha que não tem mais nada a ser inventado, aparecem uns doidos com propostas inovadoras e nos fazendo pensar: “ah, por que eu não tive essa idéia antes?”.
Pois é, os “malucos” dessa vez, foram auditados pela RankBrasil, e conseguiram registrar a façanha de diminuir o tamanho dos instrumentos, mas mantendo suas características sonoras.

1402_capaGuitarra, contra-baixo, violão e bateria a princípio não parecem novidade nenhuma, mas se eles compõe uma espécie de mini banda com bateria 12 vezes menor que o real e demais instrumentos 2 vezes menores, com certeza eles tinham que fazer parte do livro dos recordes.
O auditor do RankBrasil, Cadari, conferiu as medidas dos menores instrumentos musicais e reconheceu o recorde juntamente com a apresentadora Eliana. Os pequenos instrumentos foram tocados e aprovados pelo grupo Roupa Nova no palco do programa onde, como o próprio nome diz, “tudo é possível”.

O criador destas pequenas obras de arte, que reproduzem o som da mesma forma que um instrumento de tamanho normal, é o paulista Romeu Casarotto, proprietário da Miniaturas Casarotto, uma empresa especializada na fabricação de réplicas em miniatura de instrumentos musicais, mesas de jogos e academias de ginástica.

Guitarrista apaixonado por música, Romeu explica que os instrumentos são produzidos com o mesmo material do qual são feitos os originais e montados semi-artesanalmente, visando à perfeição de cada peça. As réplicas de instrumentos de Romeu são mesmo tão perfeitas que já conquistaram admiradores no Japão, Itália, Suécia, Holanda e Estados Unidos.

Confira abaixo mais detalhes sobre os instrumentos e os seus respectivos músicos: 

Menor Guitarra Tocável do Brasil
Comprimento: 54 cm
Largura: 18 cm
Espessura: 4 cm
Músico: Alex Casarotto

Menor Contrabaixo Tocável do Brasil
Comprimento: 61 cm
Largura: 17 cm
Espessura: 4 cm
Músico: Silvio Luis

Menor Violão Tocável do Brasil
Comprimento: 55 cm
Largura: 18 cm
Espessura: 4 cm
Músico: Gustavo Vicente

Menor Bateria Tocável do Brasil
Altura: 11 cm
Largura: 18 cm
Profundidade: 12 cm
Músico: Ricardo Melo

Fonte: RankBrasil

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