dez/12
Edição de Aniversário de 10 anos do GTA Vice City
Publicador por kaick na categoria Games, LançamentosEsta edição de 10 º Aniversário é uma versão melhorada do jogo premiado original, otimizado para dispositivos móveis e tablet com vários novos recursos móveis específicos, incluindo uma interface de usuário intuitiva, totalmente escalável e personalizável, controles de câmera novos, texturas atualizados, resoluções maiores e aumento de distância exibida dentro do jogo
Apple iOS Devices: mini, iPad iPad, iPhone 4, 4S e 5, Geração iPod touch 4 e 5
Tablets com Android: Acer Iconia, Asus Eee Pad Transformer Prime, Asus Transformer Pad TF300T, Asus Transformer Pad Infinito 700, Motorola Xoom, Samsung Galaxy Tab 7.0 / 7.7 / 8,9 e 10,1, Samsung Galaxy Note 10.1, Sony Tablet S, Sony Tablet P, Sony Xperia Tablet S, Toshiba Thrive, Toshiba Regza, o Google Nexus 7, Google Nexus 10, Fujitsu Stylistic 10,1
Celulares com Android : Motorola Atrix, Motorola Atrix HD, Motorola Atrix 4G, Motorola Photon, HTC Rezound, HTC Um X, HTC Um X +, Samsung Galaxy Nexus, Samsung Galaxy Note, Samsung Nota Galaxy 2, Samsung Galaxy R, Samsung épico 4G, Samsung Galaxy S2, Samsung Galaxy S3, Google Nexus 4, Sony Xperia Play, a Sony Xperia Sola, Sony Xperia S / P / T & TL, Sony Walkman Z Series Media Player
FONTE: Texto traduzido de Rockstar Games
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jun/12
Quer jogar no seu xbox 360 ou PS3 em qualquer lugar que você for?
Publicador por kaick na categoria Games, LançamentosConheça o Projeto Gaems, que promete te deixar ligado no seu console independendo do lugar onde você esteja!
O Projeto Gaems é exatamente para quem gosta de videogames e quer jogar seus jogos em qualquer lugar, mas não estamos falando dos videogames portáteis, mas dos consoles domésticos mesmo. Pode parecer exagero, mas até hoje muitas pessoas levam o seu Xbox 360 ou PlayStation 3 para a casa do primo ou da avó, que moram no interior do estado, justamente para ter alguma diversão enquanto está de férias. E, ao invés de você colocar o seu console em uma simples mochila, faça o transporte em um produto que faz o serviço completo, como a GAEMS G155.
A G155 é uma nova versão de uma maleta para videogames já lançada pela GAEMS(Gaming and Entertainment Mobile Systems), que agora possui dimensões reduzidas e recursos ainda mais completos. Para começar, a maleta possui a sua própria tela de LCD LED de 15,5 polegadas e caixas de som integradas, o que oferece ao jogador uma maior liberdade de uso (afinal, tudo o que ele vai precisar para jogar é de uma tomada). A maleta possui um espaço generoso para acomodar, além do console em si, alguns controles e uma fonte de alimentação.
Outro destaque positivo é que a maleta GAEMS G155 vem com um controle remoto, para oferecer uma maior comodidade ao jogador, além de um cabo HDMI, para ter a melhor qualidade de imagem possível. O produto é compatível com os consoles Xbox 360 e PlayStation 3, nas versões tradicional ou slim. Vejam o vídeo do produto:
E ae gostaram? comente!
FONTE: Gamevicio
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mar/12
Dilma afirma que cidades que sediarão Copa já vão ter 4G em 2013
Publicador por felipe na categoria Noticias, TecnologiaA Presidente Dilma Rousseff acaba de confirmar que as cidades que sediarão a Copa em 2014 no Brasil já vão ter 4G a partir de 2013,ela fez o anuncio em um evento na Alemanha,torço para que a Presidente consiga cumprir isso direitinho para nossa felicidade e podermos desfrutar dessa tecnologia que é o 4G.
A chanceler alemã Angela Merkel e a presidente Dilma durante a abertura da Cebit
São Paulo – A presidente Dilma Rousseff anunciou, hoje, em evento na Alemanha que todas as cidades sede da Copa de 2014 terão redes 4G funcionando até o final do ano que vem.
A declaração de Dilma foi feita ao lado da chanceler alemã, Angela Merkel, durante a abertura da Feira Internacional das Tecnologias da Informação e das Comunicações, CeBIT. A feira será aberta amanhã para o público e termina no sábado, dia 10.
De acordo com Dilma, as teles brasileiras terão concluído a construção de redes 4G no padrão LTE até o final de 2013. Para isso, o governo precisará liberar novas frequências sem fio para uso das empresas de telefonia. O leilão está atrasado e, segundo o ministério das Comunicações, será marcado para o final deste mês.
Se a promessa de Dilma for cumprida, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Cuiabá, Natal, Fortaleza e Manaus terão redes 4G em funcionamento já no ano que vem.
Além do anúncio sobre redes móveis, Dilma afirmou que o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que prevê conexões de 1 Mbps por preços de até R$ 35, estará ativo nas 27 capitais do país até o final do ano.
“O Brasil fez opção por universalizar o acesso à tecnologia. Até dezembro, por meio do Programa Nacional de Banda Larga, ativaremos uma rede de fibra ótica que chegará às nossas 27 capitais e cobrirá metade da população brasileira”, afirmou a presidente.
Cebit 2012 – Segurança na internet, computação em nuvem, mobilidade, serviços e desenvolvimento são alguns dos tópicos que devem dominar o evento. No total, a feira contará com quatro mil expositores ? aumento de 2% em relação ao ano passado.
Para esta edição, a feira alemã terá o Brasil como seu principal parceiro. O Governo Federal investiu cerca de US$ 1,5 milhão na feira, segundo a Softex, empresa que organiza a participação brasileira na
CeBIT. No total, 130 empresas nacionais, como Totvs, Positivo, Defenda, Embrapa e Petrobras, participarão do evento. O objetivo do Governo brasileiro é fomentar as exportações de software e serviços de TI.
Segundo a assessoria de Dilma, a presidente aproveitará o encontro com Angela Merkel para conversar sobre educação, ciência, tecnologia e inovação, além de desenvolvimento sustentável, energia e infraestrutura, assuntos centrais na cooperação bilateral.
Fonte:Game Vicio
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fev/11
Nokia e Microsoft oficializam parceria: Windows Phone 7 será o padrão dos novos smartphones!
Publicador por Maxmiller na categoria Noticias, TecnologiaConfirmando os rumores, Nokia e Microsoft acabaram de anunciar uma forte parceria, que está no topo da nova estratégia da empresa finlandesa de celulares: o Windows Phone 7 será usado nos principais aparelhos da companhia, os serviços da Microsoft como Bing, Office e Xbox Live aparecerão nos aparelhos e o Ovi Maps virará o padrão da empresa de Seattle. Stephen Elop, CEO da companhia e ex-Microsoft, e Steve Ballmer comemoram o casamento neste vídeo:
As empresas divulgaram um press release conjunto e este vídeo para anunciar a estratégia. Os pontos principais:
- A Nokia adotará o Windows Phone. E não só isso, ela deverá opinar sobre o novo sistema em áreas como foto, integração com hardware e tradução para outros idiomas, tornando o WP7 na prática uma parceria entre as duas empresas;
- Os mapas da Nokia (Ovi Maps, antigo Nokia Maps) estarão nos principais serviços da Microsoft, como o Bing;
Stephen Elop, que escreveu aquele memorando interno dizendo que o momento seria de mudanças profundas, afirma:
“Hoje, desenvolvedores, operadoras e consumidores querem produtos móveis atraentes, que incluem não só o aparelho em si, mas software, serviços, aplicativos e suporte técnico que o tornam uma bela experiência. Nokia e Microsoft combinarão nossas forças para apresentar um ecossistema sem paralelos em alcance global e escala: agora é uma corrida de três cavalos”.
A notícia aparentemente não foi bem recebida pelos acionistas, e as ações da Nokia caíram 8% na Finlândia logo depois o anúncio. O pronunciamento aos investidores em Londres agora há pouco trouxe outras notícias: o Meego não morreu de vez (um aparelho deve aparecer ainda este ano – um tablet, talvez?) e o Symbian continuará firme e forte, com expectativa de 150 milhões de unidades comercializadas no futuro, mas agora nos aparelhos menos robustos da empresa. O velho sistema fará parte da estratégia para alcançar “o próximo bilhão” de usuários de celular.
A empresa também mexeu – menos do que esperavam – nos quadros de executivos. Sai o cabeça pensador do Meego, e o time de desenvolvimento de smartphones será dividido em dois, aparentemente entre aparelhos mais “normais” e os high-end, com Windows Phone 7. A ver.
Estamos acompanhando o Capital Markets Day, que trará mais detalhes da nova estratégia. O que vocês acharam?
Por que a Nokia não escolheu o Android
Acabou de acabar em Londres a coletiva de Stephen Elop, CEO da Nokia, e Steve Ballmer, da Microsoft, que explicaram melhor o anúncio bombástico de hoje cedo. Elop reiterou dezenas de vezes que o Windows Phone é A prioridade da Nokia agora. E veio a primeira pergunta, inevitável: “Mas por que não o Android?” Elop respondeu:
O CEO mais franco dos últimos tempos não deu muitas voltas e disse que avaliou as 3 opções: o desenvolvimento em casa, de Meego e Symbian, estava “lento demais”, a ponto de ser “preocupante” (foi a palavra que ele usou). A opção do Android foi sim cogitada, houve conversas com o Google, mas se adotasse o robô a Nokia não teria “diferenciações o suficiente em relação a outras fabricantes”.
A “opção Microsoft” evoluiu por uma série de razões, e pode ter começado há algum tempo, com a decisão de contratar um ex-executivo da gigante de software. Elop, na casa há 4 meses, disse que o Windows Phone seria um “ecossistema” (o SO em si, a loja de aplicativos, e etc) que os finlandeses poderiam adotar mais rápido, e isso era fundamental. “Os engenheiros das duas empresas já estão trabalhando em conjunto”. Mesmo assim, Elop tentou pedir paciência aos investidores, dizendo que “2011 e 2012 serão anos de transição”.
Outro ponto importante foi que a Nokia não seria tratada como “mais uma”, e poderia colocar alguns de seus serviços no WP7 (Ovi Mapas, por exemplo), diferenciando-se dos demais fabricantes. . E, por último mas não menos importante, a Nokia reconheceu que precisava de um parceiro forte para conseguir conquistar o importantíssimo mercado norte-americano de smartphones – enquanto a Microsoft precisaria de alguém com alcance global grande o suficiente para entregar celulares com a sua marca para o resto do mundo. A Nokia deve trabalhar pesadamente com as operadoras que, segundo Elop, “estão ansiosas por uma terceira alternativa”.
A coletiva foi relativamente rápida, com Elop falando por 10 minutos e Ballmer outros 10. Além de “Windows Phone é nossa prioridade”, o que ficou claro é que a aliança será profunda, com o chefão da Microsoft enfatizando que será ótimo trabalhar com os “engenheiros da Nokia”, e que eles poderão dar pitacos em tudo, do Windows Phone 7 ao Kinect, passando pelo Internet Explorer 9. “Nossa prioridade número 1 é o sucesso do ecossistema Windows Phone, o qual nós participaremos. Ao mesmo tempo, nós temos planos muito claros para nos diferenciarmos dentro deste ecossistema”.
Não há data para o primeiro fruto da parceria, mas os executivos deixaram claro que obviamente os engenheiros da Nokia estão trabalhando no primeiro smartphone da empresa que terá um sistema bastante diferente dos outros (que gostamos bastante, por sinal). E Xbox Live, que é bem importante para mim.
Vejamos como o mundo – e vocês – reagem. Analisaremos com mais calma quando tivermos mais detalhes, mas na minha opinião esta parece ser a melhor alternativa que a Nokia tinha – especialmente se, como apontam rumores, ela tenha recebido algum dinheiro para a mudança. A opção pelo Windows Phone não é a que todos esperavam, mas a alternativa favorita da torcida (o Android) faria com que ela fosse apenas mais uma fabricante mesmo. Podendo embarcar – e ter voz – no desenvolvimento de um sistema bastante superior ao seu próprio, bom, com o apoio de uma gigante que vai investir tudo para que ele dê certo, é a única chance de a Nokia continuar inovando, sendo efetivamente diferente – só que, esperamos – para melhor.
Fontes:
http://www.gizmodo.com.br/conteudo/microsoft-e-nokia-oficializam-parceria/
http://www.gizmodo.com.br/conteudo/por-que-nao-o-android-nokia/#idc-container
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fev/11
Futuro da Nokia segundo Eric Zeman da InformationWeekEUA
Publicador por Maxmiller na categoria Noticias, TecnologiaNo início dessa semana, o analista do Banco Berenberg Adnaan Ahmad publicou uma carta aberta para o CEO da Nokia, Stephen Elop. Ele deu alguns conselhos para a companhia sobre o seu futuro.
Ele disse: “obtenha acesso à propriedade intelectual do Windows Phone 7 e acesse o mercado americano, onde a sua parcela atingiu baixa de um único dígito, e, assim, corte o seu orçamento (inchado) de desenvolvimento de aparelhos em pelo menos 30%”.
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Os problemas com o smartphone da Nokia estão documentados. A parcela no mercado para a sua plataforma Symbian despencou de 80%, nos últimos anos, para menos de 30% no último trimestre. A companhia sofre uma sequência de fracassos embaraçosos, como o N97, e teve problemas em lançar seus últimos smartphones dentro do cronograma.
Ahmad não é o primeiro a pedir a Nokia que faça mudanças em suas estratégias de software, mas ele está equivocado ao sugerir que adotar o Window Phone 7 da Microsoft irá ajudar a empresa a inverter a situação.
Para começar, o Windos Phone 7 (WP7) acabou de ser lançado. A sua posição no mercado é tênue, e após três meses nas prateleiras das lojas a Microsoft ainda não disponibilizou o número de vendas. Como uma principiante, e não comprovada plataforma, irá ajudar a Nokia? Não irá.
O WP7 tem requisitos de hardware rigorosos e permite pouca inovação em design. A Nokia tem sempre sido uma criadora sólida de hardware. A empresa seria sem dúvida restringida quanto ao hardware com o WP7. Se ele for um estrondoso sucesso, talvez fosse uma melhor oportunidade para ela, mas agora não é esse o caso.
É importante lembrar também que a Nokia provavelmente não teria a licença do WP7 de graça, como Ahmad sugere, já que essa é a forma que a Microsoft ganha dinheiro.
Sucesso?
Ah! Mas o Android tem feito sucesso, certo? Sim, mas o Android também é uma grande confusão. Dezenas de fabricantes de hardwares estão disputando uma parte do sistema operacional. Eu analisei tantos aparelhos com a plataforma no último ano que eles estão parecendo todos iguais. Alguns se voltaram ao software – Motorola com o “Blur” e HTC com o “Sense” – para se diferenciar. Se a Nokia adotasse o Android, teria que ingressar na fileira de veteranos e então confiar no seu design de hardware para se destacar na multidão. Se não conseguisse, teria que começar a ajustar o software também. Alcançar o sucesso nesse caminho não é uma conclusão precipitada.
Seria incrivelmente prejudicial para o ego da Nokia desistir de seu próprio software e empregar outros. Seria um duro golpe a admissão da derrota. A Nokia ainda é o fabricante mundial de celulares, com mais de 1 bilhão de vendas. Ela não chegou a esse número por depender de terceiros.
Então, onde isso deixa a Nokia?
Piada?
Nesse momento, a Nokia ainda está trabalhando para trazer o MeeGo – uma plataforma Linux open-source – para o mercado em um novo hardware. Se o MeeGo é ou não uma piada, é a cama que a Nokia fez pra ela mesma, e agora precisa se deitar, pelo menos por mais um tempo. Em vez de desenvolver dúzias e dúzias de aparelhos high-end e mid-range, a empresa precisa lançar um aparelho matador para iniciar seus esforços de mudança. Excluindo dispositivos entry-level que a Nokia faz para o desenvolvimento de mercados, se suspender o desenvolvimento em seus dispositivos medianos e focar seus esforços em um supercelular (como o da Apple), suas chances de lançar um hit, crescem significativamente.
Se o MeeGo é ou não uma versão revisada do Symbian, a Nokia precisa se focar em atualizar (vastamente) a melhoria da experiência do usuário. Essa tem sido uma das questões centrais enfrentadas pelos smartphones da empresa – a interface de usuário desatualizada. A Nokia avançou com o Symbian^3 no N8, mas não foi longe o bastante.
Também há os desenvolvedores a se considerar. A Nokia tem um grande compromisso com sua comunidade de desenvolvedores e apostou milhões nela. Sua loja Ovi pode não ser o sucesso que é a App Store do iPhone, mas o número de downloads das lojas Ovi tem aumentado dramaticamente nos meses recentes pra 3 milhões por dia. A empresa não pode simplesmente jogar para o alto todo o investimento porque as vendas de aparelho estão letárgicas. (Além do mais, aparelhos rodando WP7 ou Android não serão compatíveis com a Ovi.) Uma das razões para o iPhone da Apple ser um sucesso é por causa do grande ecossistema sob o controle da Apple. A Nokia precisa manter o mesmo nível de controle. E não poderia se mudasse para WP7 ou Android.
Tudo o que a empresa precisa é produzir um aparelho matador que tenha acesso a bons aplicativos, possuir ferramentas simples para gerenciar esse dispositivo, tanto no ambiente em nuvem quanto no desktop e ter acesso a conteúdos multimídia e serviços. As peças estão à disposição. A Nokia precisa descobrir a melhor maneira de montá-las.
Fonte: Itweb
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fev/11
Será o fim da Nokia ou o renascimento da antiga líder no mercado de telefonia?
Publicador por Maxmiller na categoria Noticias, TecnologiaAbaixo segue um possível memorando interno da Nokia que foi publicado no site Engadget. Se o conteúdo for realmente legitimo, resta esperarmos pelas novidades que devem ser divulgas neste próxima Sexta-feita (11/02/2011) e aceitar que a plataforma Symbian deixara de ser a coqueluche da Nokia.
Olá,
Há uma história pertinente sobre um homem que estava trabalhando em uma plataforma petrolífera no Mar do Norte. Ele acordou uma noite com uma forte explosão, que de repente fez sua plataforma de petróleo pegar fogo. Em pouco ele foi cercado por chamas. Através da fumaça e do calor, fez o seu caminho para sair do caos para a borda da plataforma. Quando ele olhou para baixo sobre a borda, tudo o que podia ver eram a escuridão, frio e as águas do Atlântico.
Como o fogo se aproximou dele, o homem tinha apenas alguns segundos para reagir. Ele poderia estar na plataforma, e, inevitavelmente, ser consumido pelas chamas. Ou, ele pode mergulhar 30 metros para as águas geladas. O homem estava de pé sobre uma “plataforma em chamas”, e ele precisava fazer uma escolha.
Ele decidiu pular. Foi inesperado. Em circunstâncias normais, o homem nunca consideraria de mergulhar em águas geladas. Mas estes não foram tempos normais – sua plataforma estava em chamas. O homem sobreviveu a queda e as águas. Depois que ele foi resgatado, ele observou que uma “plataforma em chamas,” provocou uma mudança radical em seu comportamento.
Nós também estamos de pé sobre uma “plataforma em chamas”, e devemos decidir como vamos mudar nosso comportamento.
Nos últimos meses, tenho compartilhado com vocês o que ouvi dos nossos acionistas, operadores, desenvolvedores, fornecedores e de vocês. Hoje, compartilhando o que aprendi e fui levado a acreditar.
Eu aprendi que nós estamos de pé sobre uma plataforma em chamas.
E, nós temos mais de uma explosão – que têm vários pontos de calor abrasador que alimentam um fogo ardente que nos rodeia.
Por exemplo, há intenso calor vindo de nossos concorrentes, mais rapidamente do que esperávamos. Apple mudou o mercado, redefinindo o smartphone e atraindo desenvolvedores, em muito poderoso ecossistema.
Em 2008, a quota de mercado da Apple, na faixa de $ 300 +, foi de 25 por cento, até 2010, uma escalou a 61 por cento. Eles estão desfrutando de uma trajetória de crescimento enorme, com um crescimento de 78 por cento e cresce ano após ano. A Apple demonstrou que, se bem concebidos, os consumidores poderiam comprar um celular de alto preço, com uma grande experiência e os desenvolvedores construiriam aplicações. Eles mudaram o jogo, e hoje, a Apple detém uma gama de alta qualidade.
E depois, há o Android. Em cerca de dois anos, o Android criou uma plataforma, que atrai os desenvolvedores de aplicativos, prestadores de serviços e fabricantes de hardware. Android chegou ao high-end, agora eles estão ganhando a mid-range, e rapidamente eles vão chegar aos telefones de menos de € 100. O Google se tornou uma força gravitacional, retirando muita da inovação da indústria de seu núcleo.
Não vamos esquecer a faixa de preços de low-end. Em 2008, MediaTek forneceu modelos de referência completa para chipsets telefone, o que permitiu que os fabricantes na região de Shenzhen, na China a produzir telefones em um ritmo incrível. Segundo alguns relatos, este ecossistema produz hoje mais de um terço dos celulares vendidos no mundo – tirando parte de nós em mercados emergentes.
Enquanto os concorrentes colocam chamas em nossa participação de mercado, o que aconteceu com a Nokia? Nós ficamos para trás, perdemos grandes tendências, e nós perdemos tempo. Naquela época, pensávamos que estávamos a fazendo as decisões corretas, mas, com o benefício da retrospectiva, que agora nos encontramos anos atrás.
O primeiro iPhone vendido em 2007, e nós ainda não temos um produto que está perto de sua experiência. Android entrou em cena um pouco mais de dois anos atrás, e esta semana eles tiraram a nossa posição de liderança no volume de smartphone. Inacreditável.
Temos algumas fontes brilhantes de inovação dentro da Nokia, mas não estamos trazendo para o mercado rápido o suficiente. Pensamos que o Meego seria uma plataforma para a conquista dos smartphones high-end. No entanto, a este ritmo, até o final de 2011, poderíamos ter um único produto Meego no mercado.
No médio porte, temos Symbian. Ele provou ser não-competitivo nos principais mercados como a América do Norte. Além disso, a Symbian está provando ser um ambiente cada vez mais difícil para o desenvolvedor satisfazer as contínuas exigências dos consumidores, levando à lentidão no desenvolvimento de produtos e criando também uma desvantagem quando procuramos tirar partido das novas plataformas de hardware. Como resultado, se continuarmos como antes, ficaremos mais para trás, enquanto nossos concorrentes avançam mais e mais.
Na faixa de preço inferior, os chineses estão pondo em marcha um dispositivo muito mais rápido do que, como um funcionário da Nokia disse em tom de brincadeira, “o tempo que nos leva a fazer uma apresentação do PowerPoint em polonês.” Eles são rápidos, eles são baratos, e eles estão nos desafiando.
E o aspecto verdadeiramente perplexo é que não estamos ainda lutando com as armas certas. Estamos ainda muitas vezes tentando se aproximar da faixa de preço de base de dispositivos.
A batalha de dispositivos tornou-se uma guerra de ecossistemas, onde os ecossistemas incluem não apenas o hardware e o software, mas os desenvolvedores, os aplicativos, e-commerce, publicidade, pesquisa, as aplicações sociais, serviços baseados em localização, comunicações unificadas e muitas outras coisas. Nossos concorrentes não estão tomando a nossa quota de mercado com dispositivos, pois eles estão levando a nossa quota de mercado, com todo um ecossistema. Isto significa que nós vamos ter de decidir como construir, catalisar ou aderir a um ecossistema.
Esta é uma das decisões que precisamos tomar. Entretanto, nós perdemos quota de mercado, nós perdemos parte da mente e perdemos tempo.
Na terça-feira, a Standard & Poor’s informou que vai colocar nossos termos de longo e curto prazo em observação negativa. Esta é uma ação de rating semelhante ao que a Moody’s assumiu na semana passada. Basicamente, isso significa que, durante as próximas semanas eles vão fazer uma análise da Nokia, e decidir sobre um possível rebaixamento de classificação de crédito. Por que estas agências de crédito contemplam essas mudanças? Porque eles estão preocupados com a nossa competitividade.
A preferência dos consumidores para a Nokia baixou o nível mundial. No Reino Unido, a nossa preferência de marca caiu para 20 por cento, que é 8 por cento menor do que no ano passado. Isso significa que apenas 1 em cada 5 pessoas no Reino Unido preferem a Nokia a outras marcas. Também estamos caindo em outros mercados, que são tradicionalmente nossas fortalezas: Rússia, Alemanha, Indonésia, Emirados Árabes e assim por diante.
Como chegamos a esse ponto? Por que nós caímos quando o mundo que nos rodeia está evoluído?
Isto é o que eu tenho tentado entender. Acredito que pelo menos parte disso foi devido a nossa atitude dentro da Nokia. Nós jogamos gasolina sobre a nossa própria plataforma em chamas. Acredito que faltou responsabilidade e liderança para alinhar e dirigir a sociedade através desses tempos perturbadores. Tivemos uma série de erros. Nós não conseguimos entregar inovação suficientemente rápida. Nós não estamos colaborando internamente.
Nokia, a nossa plataforma está em chamas.
Estamos trabalhando em um caminho para frente – um caminho para reconstruir a nossa liderança no mercado. Quando partilharmos a nova estratégia em 11 de fevereiro, será um enorme esforço para transformar a nossa empresa. Mas, acredito que juntos, possamos enfrentar os desafios à nossa frente. Juntos, podemos optar por definir o nosso futuro.
A plataforma em, na qual o homem se encontrava, fez o homem mudar seu comportamento e dar um passo ousado e corajoso para um futuro incerto. Ele foi capaz de contar sua história. Agora, temos uma grande oportunidade de fazer o mesmo.
Stephen.
Fonte: RamalhoBlog
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