mar/12
Agora Espiritualidade de BBB? Big Brother Brasil de novo?
Publicador por felipe na categoria Curiosidades, OutrosTambém existe Espiritualidade de BBB? Mais uma vez o que tenho a ver com o Big Brother Brasil? Com vocês outro post bacana sobre esse reality show que o Ipródigo fez mais especificamente Josaías Jr, vejam galera muito legal também, você só tem a aprender.

Todo participante do Big Brother Brasil é um teólogo. Talvez eles não sejam aceitos na academia, na igreja ou registrando essa profissão. Mas não estou usando a palavra “teólogo” em seu sentido mais restrito, isto é, alguém versado em teologia, um estudante, graduado, mestre ou doutor no assunto. Todos somos teólogos levando-se em consideração o fato de que temos pressuposições sobre Deus, deuses, a não-existência de Deus ou algo parecido. Assim, não é de estranhar que qualquer pessoa tenha um “pitaco” quando o assunto é religião e espiritualidade.
Talvez nunca tenhamos pensado muito sobre isso, mas em nosso interior temos a resposta para o que podemos chamar de ponto inicial de uma visão de mundo: Qual é a realidade primordial? Isto é, de onde veio tudo? Poderíamos responder: Deus, os deuses, da própria matéria, acaso, etc. A partir daí, outras perguntas – quem somos, o que é certo ou errado, qual o sentido da vida – podem ser respondidas (ainda que de maneira incoerente, às vezes).
Em outro post, listamos algumas características da Alma de BBB que podemos ter em nossas vidas: falta de modéstia, desejo pela celebridade (temor ao homem), falta de masculinidade e feminilidade, amor ao dinheiro e autonomia moral. Na raiz de tudo está a substituição do Deus glorioso da Bíblia por uma divindade menor, parecida demais com homens e mulheres caídos para se importar com pecados, mas gentil o suficiente para nos abençoar. A religião ou espiritualidade que adotamos se afasta do que Deus revelou em sua Palavra e aproxima-se daquilo que foi chamado de deísmo moralista terapêutico pelo sociólogo Christian Smith¹.
Em que consiste essa espiritualidade de BBB?
Você se lembra do polêmico participante do Big Brother conhecido por ser um adepto e defensor do ateísmo? Não se lembra? É porque nunca aconteceu. Os participantes do BBB geralmente creem em Deus ou algo parecido. Mas de uma maneira um pouco diferente.
Sua espiritualidade é deísta. Quem estuda filosofia está acostumado a essa palavra e sei que a definição a seguir é bem rasa e menos acadêmica. Com o termo, queremos identificar aqueles que creem que existe, sim, um Deus que criou tudo. Contudo, esse deus não é aquele que conhecemos na Escritura, pois o deus do deísmo basicamente montou o relógio, deu corda e o deixou funcionando.
Assim, podemos achar que acreditamos em Deus e ainda assim entendê-lo como alguém que não se envolve diretamente com sua Criação, que não julga nem salva e, em alguns casos, sequer faz milagres que afetem o funcionamento de seu relógio. É o deus que não intervém. Ao invés de ser o Senhor da história, esse deus – que alguns pensam ser o Deus e Pai de Jesus – entregou os destinos do universo em nossas mãos.

Entre as igrejas, isso se manifesta quando nos esquecemos de que não fomos chamados para nos expressarmos, mas para expressarmos o Deus que nos salvou. O objetivo é nos livrarmos da tola ilusão de que somos os heróis da história e aceitar que somos os necessitados que foram salvos. Somos livres, mas estamos debaixo de um Rei que nos pede que “consideremos os outros superiores” (Fp 2.3). Prestamos contas a Ele e a nossos irmãos².
Todo participante de reality show não tem muito problema em participar de baladas, “ficadas”, fofocas e manipulação. “Isso aqui é um jogo”, eles nos lembram. Como então podemos chamá-los de moralistas?
Pedro Bial nos ajuda a entender melhor isso, quando, entrevistando certa participante, sugeriu que “temos um anjinho e um diabinho em nossas vidas”. O que ele não entendia é que, em sua opinião, essa moça não parecia ter um diabinho, mas apenas um anjinho. Prontamente, ela respondeu que, de fato, não tinha nada que poderia ser colocado na categoria “diabinho”.
O moralismo dessa religião Big Brother envolve uma forma leve do que conhecemos como farisaísmo. Como os religiosos do tempo de Jesus, crê-se em certo código moral que tradições e cultura criaram (pois Deus está ausente, lembra-se?³). Como os fariseus, eu sigo esse código e me considero bom. Como eles, eu me salvo, me justifico e me redimo fazendo aquilo que está nesse código: seja pela religião, seja pela irreligião.
A verdade é que todos seguimos regras, criadas por nosso coração pecaminoso, a fim de darmos sentido à nossa vida, a fazê-la valer – e aqueles que não seguem isso estão condenados e são inferiores. Como a garota citada acima, por natureza cremos que estamos justificados no que fazemos.
Dentro do cristianismo, vemos esse sintoma em uma teologia que valoriza as ações humanas acima dos atos divinos. Com mulheres e homens se responsabilizando por seus destinos, o que se prega nas igrejas é apenas aquilo que é prático: “como fazer isso”, “como vencer aquilo”, “sete passos para conseguir”.
Não estou negando nossa responsabilidade e sei que os sermões devem ter orientações relevantes para questões de nossas vidas. O problema é que, muitas vezes, são apenas ordens, mandamentos e leis (ainda que disfarçadas com termos agradáveis como princípios, passos ou sugestões) que nossos ouvintes, crentes ou incrédulos, estão recebendo. Não há Evangelho, apenas Lei. Não existe dom gratuito, mas o salário de boas atitudes. E aqueles que conseguem colocar em prática tais regras são anjinhos, não diabinhos.
Não temos o mesmo potencial para bem e mal. Mesmo nossa busca pelo divino pode tornar-se pecaminosa e até nossos esforços morais nos afastam de Deus (lembra-se do irmão mais velho na parábola do Filho Pródigo?). Sozinhos, dependendo apenas de nossos atos e de nosso “lado anjinho”, fracassaremos.
Porém, como essa religião também é terapêutica, essa conversa dos dois parágrafos anteriores não deve ser mencionada. O importante é nos sentirmos bem, termos uma elevada autoestima e nos lembrar de que “Deus” nos quer felizes. É por isso que não há problema em seguir minhas próprias regras, e procurar ao máximo aquilo que me satisfaz – baladas, dinheiro, sexo, religião, respeito acadêmico ou profissional, e por aí vai. Esse é o objetivo da vida. Deus é indiferente, menos quando o assunto é eu me sentir bem.
Resumindo: Deus está ausente e ele não se ira. E como sou bom e sigo as regras, ele vai me ajudar. Não sou salvo de algo ou de alguém: Deus, a religião e/ou a espiritualidade (ou, traduzindo para o evangeliquês, Jesus) é apenas meu ajudante para a felicidade, a abundância, a autoaceitação ou os costumes saudáveis.
Somente pelo Evangelho
Como fugir dessas distorções da fé? Voltando nossos olhos para a cruz de Cristo. Por meio dela, podemos enfrentar tanto nossa “alma de BBB” quanto nossa “espiritualidade de BBB”.
Através das boas novas de Jesus, poderemos vencer os sintomas dessa religião que venera um deus fraco e impotente:
- Se o objetivo de nossa vida é exibir nossa beleza, nos lembraremos de que Cristo se fez feio por nós (Is 53.2).
- Se buscamos fama e glória, o Senhor nos diz que escolheu as coisas insignificantes para a glória dele (1 Co 1.28-31).
- Se há confusão sobre como homens e mulheres se comportam, o mistério do casamento – expresso na cruz – nos ilumina (Ef 5.25,26).
- Se o dinheiro é nosso Deus, a Bíblia nos alerta que o Salvador se fez pobre (2 Co 8.9) para nos enriquecer.
- Por fim, se achamos que podemos criar e seguir nossas próprias regras, falhamos. Cristo morreu debaixo de uma maldição justamente porque quebramos toda a Lei que ele nos deu.
Pelo Evangelho, sabemos que Deus não está distante, mas conosco. Sabemos que ele se envolve e, por isso, julga e odeia o pecado. Pelo Evangelho, aprendemos que não somos anjinhos com pequenas falhas, mas pessoas inclinadas ao mal, profundamente corrompidas. Bem-aventurados os que choram e lamentam sua pobreza de espírito (Mt 5.3,4).
Na cruz e na ressurreição de Cristo, descobrimos que o Salvador não está nos ensinando e ajudando a ser uma boa pessoa, mas proporcionando a libertação e a transformação de nosso ser. Se os homens, por natureza, estão mortos, não faz sentido falar de dicas para viver melhor. Eles precisam de vida, e isso só vem por meio do Evangelho.
Em Cristo,
Josa
¹ A partir daqui, passo a usar muito do ótimo livro de Michael Horton, Cristianismo sem Cristo, da Ed. Cultura Cristã.
² Isso não quer dizer que nos anularemos até nada restar de nós mesmos. Pelo contrário, devemos confiar que, quando Deus nos transforma à semelhança de seu Filho, ele está nos tornando naquilo que realmente deveríamos ser, sem as manchas, sem os pecados e vícios que pensamos ser parte de nossa identidade. Alguns cristãos professos podem ser hipócritas e farisaicos, mas creio que a maioria dos irmãos em Cristo é realmente usada nessa boa obra de nos levar ao que realmente deveríamos ser. E, mesmo que discordemos biblicamente de suas exortações, a atitude que alguns chamam de “autêntica” nada tem a ver com Jesus.
³ O farisaísmo ganha força na época do “silêncio profético”.
Fonte: Ipródigo
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mar/12
Alma de BBB? Como assim? O que o Big Brother Brasil tem a ver comigo?
Publicador por felipe na categoria Curiosidades, OutrosVocê deve estar se perguntando alma de BBB? Como assim? O que e que eu tenho a ver com Big Brother Brasil? Como eu posso ter alma de BBB? Também fiquei confuso quando vi esse artigo mais depois percebi que realmente esse artigo tem a ver com a realidade. Parabéns pessoal do Ipródigo especialmente ao Josaías Jr o autor.Veja e repassem galera muito bom.

Depois de algumas edições perdidas, fui movido a assistir novamente pela profissão. Dizem que o publicitário deve estar atento à maneira como a sociedade e os anunciantes reagem e usam o BBB. Se uma coisa move a população, você, publicitário, deve entender. Meu interesse era sinceramente mercadológico, mas isso não me impedia de ter meus participantes favoritos ao prêmio. Ou, pelo menos, aqueles que eu considerava menos insuportáveis. Hoje não vejo mais, embora o Globo.com e os usuários do Twitter insistam em me informar sobre o assunto…
Dito isso, há alguns anos notei um padrão de comportamento entre os participantes do BBB que coincide com o padrão tanto de amigos e conhecidos incrédulos, quanto de irmãos em Cristo. E pior: coincide com certos padrões em minha vida! Aquelas pessoas não são meros baladeiros em busca da fama, elas têm desejos, vontades, um coração e uma cosmovisão. Como qualquer pessoa, elas têm pressuposições aprendidas – seja com pais, amigos, na televisão, na cultura, ou mesmo por dedução e indução lógica (tá, talvez eu tenha exagerado). E, por meio de seus atos, discursos e aparência, ela não apenas manifestam, mas propagam suas ideias e atitudes.
E, acredite se quiser, nossos queridos “guerreiros” (como diz Bial) podem nos ensinar um pouco sobre os vícios e as esquisitices de nossa cultura. E revelam pecados que eu também cometo.
O que caracteriza nossa “alma de BBB”?
Exibicionismo, ou biblicamente falando, falta de modéstia. Não é preciso ligar a televisão para saber que a maioria dos participantes do programa é escolhido não por ter um belo físico, mas por querer muito mostrar esse físico. Assim, a modéstia, característica das cristãs piedosas (1 Tm 2.9) não tem espaço ali. E embora o verso de Paulo trate especificamente de mulheres, os homens também caem no erro da autoexibição. Deus criou o corpo e ele certamente é bom e belo, porém, após a queda ele deve ser exibido a apenas uma pessoa – o cônjuge em um casamento bíblico. Isso não é mero moralismo, mas amor a si e ao próximo.
Esse erro se repete, por exemplo, em nossas versões particulares de reality show – as redes sociais. Certa vez, falei algumas coisas impopulares no púlpito: questionei a necessidade que jovens cristãos e cristãs têm de publicar em seus álbuns virtuais fotos em poses sensuais ou mesmo trajando apenas biquíni, sunga, etc. Novamente, a base para isso não era moralismo, não eram os trajes em si ou meus costumes retrógrados, mas o que Paulo diz em 1 Coríntios 13: o amor não se porta de maneira inconveniente. Comentaristas afirmam que essa inconveniência tem a ver com a imoralidade e a falta de decoro característica de membros da igreja de Corinto. Se portar indecorosamente não é amar.
Nada mais inconveniente para pessoas que procuram uma vida santa (e muitas vezes batalham por uma mente limpa de fantasias e desejos) que ver irmãos ou irmãs em Cristo, com quem convivem semanalmente, colaborando para mais uma queda¹.
Desejo pela celebridade. Embora logo associemos a falta de modéstia à nudez ou trajes mínimos, esse não é apenas um problema de corpos, roupas e joias, mas do desejo humano de gloriar-se em si mesmo, de chamar atenção para si, e saber que os outros também estão olhando e admirando². Não foi esse o pecado dos construtores da Torre de Babel? Eles não queriam construir um prédio, queriam construir um nome: “Vinde, tornemos célebre o nosso nome” (Gn 11.4). Sim, eles queriam ser celebridades.
Enquanto criticamos aquelas mulheres e homens, podemos viver na mesma busca que eles. Eu gostaria que esse texto tivesse muitas visitas. Por quê? Para abençoar, para glorificar a Deus, para criar uma publicidade para meu site ou para ser conhecido? Se as pessoas são meu foco, descubro em mim um terrível pecado: o temor ao homem.
Novamente, volto-me às redes sociais: quanto tempo gastamos mostrando para as pessoas quão legais, inteligentes, simpáticos, divertidos e interessantes somos? Não queremos ser celebridades igual os BBBs… nosso círculo social já basta. Eu sou fã de redes sociais, sei que existem bons motivos para falarmos sobre nossa vida (quem não gosta de compartilhar bons momentos?), mas posso também ser motivado por uma necessidade de autoexaltação às vezes.
Falta de masculinidade e feminilidade. Ao ler isso, alguns associarão esse item às recentes inovações da Globo em convidar homossexuais, transexuais e travestis para o programa. Embora essa seja uma preocupação, ela é apenas um lado de um problema generalizado: homens que deixaram de ser homens. E isso inclui homens heterossexuais.
No BBB (no mundo e também na igreja), há muito tempo nós, homens, abandonamos o posto de líderes, cabeças e pastores. Seja por covardia, por preguiça ou imaturidade, o que vemos hoje são garotos (de todas as idades) deixando o chamado divino para sermos Vice-gerentes da Criação a fim nos dedicarmos a nossos brinquedos. E, infelizmente, um dos brinquedos favoritos de alguns de nós são as garotas.
Em seu livro Qual a diferença?, John Piper nos lembra que a masculinidade madura manifesta-se na proteção e sustento das mulheres ao nosso redor. Assim, aquele que vê a mulher como apenas uma presa, como mais uma para pegar na balada, uma parceira de uma noite, um brinquedo para divertir-se, pode ser considerado pelos amigos o maior de todos os homens, o herói dos heróis e um exemplo para ser seguido. Mas, aos olhos de Deus, ele deixou de ser macho há muito tempo.
“Eu não sou piranha, mas não sou santa. Eu sou mulher”, já disse uma participante. Como consequência do nosso fracasso masculino (e colaborando com ele), as mulheres tendem a abandonar seu chamado de se tornarem cooperadoras e auxiliadoras de Adão. A imodéstia não é apenas um desejo de exibição, mas uma tentativa de controlar o outro. Ao mesmo tempo, porém, aceitar uma “ficada”, uma relaçãofast-food, os braços de um “pegador” é concordar em participar do jogo que os homens propõem – é deixar de ser uma cooperadora idônea, uma parceira (o chamado de Gênesis 1 vem para mulher e homem), para se tornar controladora ou controlada.
Amor ao dinheiro, ou o culto a Mamon. Pelo prêmio do BBB, vale mentir, se exibir, ofender, trapacear e manipular – mas “isso é um jogo”, dizem os participantes. Lembro-me daquela história sobre a proposta que um senhor faz a uma garota: “você dormiria comigo por 1 milhão?”. Ela prontamente responde que sim. Em seguida, o homem apresenta outra proposta: “e por 5 reais?”. Indignada, a moça responde: “Nunca! Quem você pensa que eu sou?”. O senhor prontamente responde: “Isso nós já sabemos. Agora estamos apenas discutindo o preço”.
A verdade, porém, é que criticamos os BBBs, mas já nos vendemos por menos que 1 milhão e meio de reais. Alguns de nós já tiraram o dinheiro da carteira dos pais (fiz isso quandro criança), enquanto outros sonegam impostos. Também podemos ser funcionários picaretas (somos pagos pra trabalhar, lembra?). Carregamos carteirinhas falsas para o cinema e amamos jogar na loteria. Por trás disso, encontra-se o amor ao dinheiro, a adoração a Mamon, a origem de todos os males. Quando pensamos que o dinheiro nos trará conforto, alegria, sustento, ele passa a ditar as regras, não o Senhor. E assim surge mais um ídolo.
Autonomia moral. A frase de um participante do programa resume bem esse tópico: “O importante é o que eu tô pensando. Se eu me aceito, acho que isso é o que importa”. Para homens e mulheres da nossa sociedade não existem mais absolutos morais ou mesmo a noção de certo ou errado, o que importa é o que sinto em relação à minha decisão. Se desejo isso e meu coração não me reprova, é certo fazer. Se me sinto mal, não é minha consciência ou a lei natural que Deus nos deu, mas a pressão de uma sociedade conservadora.
Mesmo cristãos professos abraçam tal ideia, quando afirmamos, por exemplo, que não sentimos algum tipo de “toque do Espírito Santo” que nos impeça de abandonar uma prática errada ou tomar uma decisão certa. Entendemos que se apenas estivermos nos “sentindo-se bem” em relação a Deus, não há problema no que fazemos. O que esquecemos é que a Lei revela a vontade de Deus e que precisamos ser sondados sempre (Salmo 119.4; 139.23,24), pois nosso coração é enganoso (Jr 17.9).
Buscar o certo e o errado em nosso interior nos conduzirá ao erro. Precisamos pedir iluminação ao Espírito para que compreendamos a Lei e suplicar que Ele nos guie e nos transforme. Caso contrário, estaremos caindo no erro de nos fazermos senhores de nossa própria história. E nada pior que substituir um Grande autor por um pequeno e incompetente imitador.
Pequeno e incompetente
Se agimos e pensamos dessa forma, isso se deve a uma falha básica em uma importante pressuposição: nossa visão de Deus é limitada demais. O glorioso Deus da Bíblia, o grande Criador e Redentor, foi substituído por algo mais parecido com nós mesmos – um deus ausente, indulgente, distante e que nos adora. Errando no primeiro ponto, todos os outros se corrompem.
Quando não procuramos entender e conhecer quem é o Deus Triuno, acabamos sem entender quem somos, o que é certo ou errado, para que fomos criados e quem é realmente o Senhor da História. Não fomos feitos para sermos vistos e glorificados, fomos feitos para contemplar e celebrar o Soberano Rei.
Em Cristo,
Josa (tentando sair do centro de sua própria vida e pedindo perdão pelo post longo)
P.S.: Em um próximo post, tentarei comparar a divindade que talvez estejamos seguindo e a versão menor que provoca essa síndrome de BBB que vivemos. O que seria uma espiritualidade de BBB?
Fonte:Ipródigo
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