Edir Macêdo, culpado ou inocente?
Publicado por Dito e arquivado em Noticias, tags: bens, caridade, desvio, dinheiro, doações, edir macêdo, empresas, fé, fiéis, igreja, igreja universal, investimento, lavagem, lucro, ministério, obras, religião, roubo, templo, universalA mídia é algo interessante, toda semana tem algo em foco, teve aquela semana que só se falava na televisão sobre o caso Nardone, depois veio o caso de Eloá que terminou em um final trágico, teve também o acidente do avião da air france, entre outros, agora o que está em foco é o caso do Edir Macêdo. Segundo a denúncia da promotoria, Edir Macedo e os outros acusados desviaram dinheiro de doações de fiéis e se aproveitaram da isenção de impostos oferecida a igrejas de qualquer culto.

Sinceramente, eu não fiquei surpreso, o que eu achei um absurdo, foi aqueles vídeos mostrados na televisão sobre o próprio Edir Macêdo, ensinando a tirar dinheiro dos fiéis, e ainda pedindo para os fiéis darem seus próprios bens, como carro, imóveis, apartamentos, microondas, televisão, geladeira, etc. Que religião é essa que ensina que você tem que dar seus bens para prosperar. Eu acredito que se você é cristão e obteve um bem, foi Deus quem te deu, aí você pega o bem que Deus te deu e entrega para Edi Macêdo? isso é loucura. Com relação a o que ele está sendo acusado, pode até ser coisa da mídia, mas os vídeos são claros e não tem como ser falsos, é o próprio Edir Macêdo falando aquelas barbaridades, sem falar nas denúncias contra ele.
Na Bíblia diz sobre os dizimos que é 10% da sua renda, você está simplesmente devolvendo a Deus 10% do que ele te deu, isso é totalmente normal e justo entre as igrejas, é com esse dinheiro que as igrejas pagam suas dispesas, fazem novos templos, investe em evangelização, mandando missionários para toda parte do mundo.
Veja como o assunto repercutiu no mundo todo.
Voltando ao caso do Edir Macêdo, depois de dois anos de investigação, o Ministério Público e a Justiça entenderam que houve desvio de finalidade: em vez de aplicar o dinheiro em obras de caridade e na manutenção de templos, como as igrejas fazem, os recursos das doações foram empregados na compra de empresas e visavam ao lucro por parte de Edir Macedo.
A acusação mostrou o exemplo de gente que se sentiu enganada e recorreu à Justiça para ter o dinheiro de volta. Como Gilmosa dos Santos, que viu a filha vender utensílios domésticos e até a cama onde dormia para dar dinheiro à igreja, diante da promessa de recompensa em dobro. Maria Moreira de Pinho, que entregou cerca de R$ 30 mil, em 10 anos, acreditando que o dinheiro seria empregado em obras de caridade, o que não aconteceu.
Igrejas em geral, independentemente da religião, costumam desenvolver relevante trabalho social, e por isso, estão livres do pagamento de impostos. Mas, segundo a promotoria, ficou comprovado que, no caso da Universal, os denunciados se aproveitaram da imunidade tributária concedida pela constituição a templos de qualquer culto, para captar dízimos, ofertas e contribuições e fizeram investimentos em bens particulares.
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Fonte: Jornal Nacional










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