ago/09
Edir Macêdo, culpado ou inocente?
Publicador por Dito na categoria NoticiasA mÃdia é algo interessante, toda semana tem algo em foco, teve aquela semana que só se falava na televisão sobre o caso Nardone, depois veio o caso de Eloá que terminou em um final trágico, teve também o acidente do avião da air france, entre outros, agora o que está em foco é o caso do Edir Macêdo. Segundo a denúncia da promotoria, Edir Macedo e os outros acusados desviaram dinheiro de doações de fiéis e se aproveitaram da isenção de impostos oferecida a igrejas de qualquer culto.

Sinceramente, eu não fiquei surpreso, o que eu achei um absurdo, foi aqueles vÃdeos mostrados na televisão sobre o próprio Edir Macêdo, ensinando a tirar dinheiro dos fiéis, e ainda pedindo para os fiéis darem seus próprios bens, como carro, imóveis, apartamentos, microondas, televisão, geladeira, etc. Que religião é essa que ensina que você tem que dar seus bens para prosperar. Eu acredito que se você é cristão e obteve um bem, foi Deus quem te deu, aà você pega o bem que Deus te deu e entrega para Edi Macêdo? isso é loucura. Com relação a o que ele está sendo acusado, pode até ser coisa da mÃdia, mas os vÃdeos são claros e não tem como ser falsos, é o próprio Edir Macêdo falando aquelas barbaridades, sem falar nas denúncias contra ele.
Na BÃblia diz sobre os dizimos que é 10% da sua renda, você está simplesmente devolvendo a Deus 10% do que ele te deu, isso é totalmente normal e justo entre as igrejas, é com esse dinheiro que as igrejas pagam suas dispesas, fazem novos templos, investe em evangelização, mandando missionários para toda parte do mundo.
Veja como o assunto repercutiu no mundo todo.
Voltando ao caso do Edir Macêdo, depois de dois anos de investigação, o Ministério Público e a Justiça entenderam que houve desvio de finalidade: em vez de aplicar o dinheiro em obras de caridade e na manutenção de templos, como as igrejas fazem, os recursos das doações foram empregados na compra de empresas e visavam ao lucro por parte de Edir Macedo.
A acusação mostrou o exemplo de gente que se sentiu enganada e recorreu à Justiça para ter o dinheiro de volta. Como Gilmosa dos Santos, que viu a filha vender utensÃlios domésticos e até a cama onde dormia para dar dinheiro à igreja, diante da promessa de recompensa em dobro. Maria Moreira de Pinho, que entregou cerca de R$ 30 mil, em 10 anos, acreditando que o dinheiro seria empregado em obras de caridade, o que não aconteceu.
Igrejas em geral, independentemente da religião, costumam desenvolver relevante trabalho social, e por isso, estão livres do pagamento de impostos. Mas, segundo a promotoria, ficou comprovado que, no caso da Universal, os denunciados se aproveitaram da imunidade tributária concedida pela constituição a templos de qualquer culto, para captar dÃzimos, ofertas e contribuições e fizeram investimentos em bens particulares.
Quem quiser ver a matéria completa, clique ao final desse post na fonte de onde tiramos as informações formais desse post.
Se você tem algo a expressar sobre isso, essa é a sua oportunidade, deixe um comentário dizendo o que você achou disso tudo.
Fonte: Jornal Nacional
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jul/09
Comemoração religiosa do Brasil provoca polêmica
Publicador por Dito na categoria EsporteA comemoração da seleção pelo tÃtulo da Copa das Confederações e o comportamento dos jogadores brasileiros após a vitória sobre os Estados Unidos causam polêmica na Europa. A queixa é de que o time brasileiro estaria usando o futebol como palco para a religião. A Fifa confirmou ao Estado que mandou um alerta à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pedindo moderação na atitude dos jogadores mais religiosos, mas indicou que por enquanto não puniria os atletas, já que a manifestação ocorreu após o apito final.

Ao virar o jogo contra os EUA, os jogadores da seleção fizeram uma roda no centro do campo e rezaram. A Associação Dinamarquesa de Futebol é uma das que não estão satisfeitas com a Fifa e quer posição mais firme.Pede punições para evitar que isso volte a ocorrer.
Tanto a Fifa quanto os europeus concordam que não querem que o futebol se transforme em um palco para disputas religiosas, um tema sensÃvel em várias partes do mundo. Mas, por enquanto, a Fifa não ousa punir a seleção brasileira.
“A religião não tem lugar no futebol”, afirmou Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa. Para ele, a oração promovida pelos brasileiros em campo foi “exagerada”. “Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Da mesma forma que não podemos deixar a polÃtica entrar no futebol, a religião também precisa ficar fora”, disse o dirigente ao jornal Politiken, da Dinamarca.
Ao Estado, a entidade confirmou que espera que a Fifa tome “providências” e que busca apoio de outras associações.
As regras da Fifa de fato impedem mensagens polÃticas ou religiosas em campo. A entidade prevê punições em casos de descumprimento. Por enquanto, a Fifa não tomou nenhuma decisão e insiste que a manifestação religiosa apenas ocorreu após a partida. Essa não é a primeira vez que o tema causa polêmica. Ao fim da Copa de 2002, a comemoração do pentacampeonato brasileiro foi repleta de mensagens religiosas.
A Fifa mostrou seu desagrado na época. Mas disse que não teria como impedir a equipe que acabara de se sagrar campeã do mundo de comemorar à sua maneira. A entidade diz que está “monitorando” a situação. E confirma que “alertou a CBF sobre os procedimentos referentes ao assunto”. A Fifa alega que, no caso da final da Copa das Confederações, o ato dos brasileiros de se reunir para rezar ocorreu só após o apito final. E as leis apenas falam da situação em jogo.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a CBF informou que não recebeu nenhuma queixa da Fifa e, por isso, não vai comentar o assunto.
TEMA RECORRENTE
Nos últimos anos, o tema da religião no futebol ganhou uma nova dimensão. Frank Ribery, artilheiro francês, provocou polêmica há poucas semanas ao ser flagrado por uma câmera rezando pelos costumes muçulmanos. Recentemente, dois jogadores bósnios do time norueguês Sandefjord comemoraram um gol se ajoelhando e rezando da forma tradicional muçulmana. Um outro jogador do mesmo time não se conteve e fez gestos vulgares aos dois atletas.
Fonte: Estadão
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