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O Flamengo apresentou a camisa com o patrocínio da Batavo em coletiva de imprensa no início da tarde desta quarta-feira, na Gávea. Os volantes Maldonado e Willians foram os escolhidos para apresentarem o uniforme que já será usado contra o Americano, às 19h30m (de Brasília), no Maracanã, pela quarta rodada da Taça Guanabara.

A solenidade contou com a presença da presidente Patrícia Amorim, o vice de marketing rubro-negro, Henrique Brandão, e os diretores da Batavo Wlademir Paravisi e Eric Boutaud. Eles explicaram um pouco mais sobre o contrato, que dura até janeiro de 2011 e renderá R$ 25 milhões ao Flamengo: R$ 22 milhões só para o clube e o restante para ações de marketing.

- Esse é um patrocínio só para o futebol. Mas se a Batavo quiser, temos outras modalidades – brincou Patrícia.

A Batavo não irá pagar, por exemplo, vencimentos de jogadores que possam vir a ser contratados.

- Nossa ação está mais focada do jeito que fizemos no ano passado (com o Corinthians), mas não necessariamente investir em atletas. Esse não é nosso perfil – disse Wlademir.

Já existem duas ações promocionais que foram divulgadas. Uma delas diz respeito à realização de três amistosos do Flamengo, que ainda não têm data, local e adversários agendados.

- Tudo irá depender do calendário do futebol – disse Henrique Brandão, para anunciar a segunda medida:

- A partir desse jogo (contra o Americano) e dos próximos dois jogos (Fluminense e Olaria), a Batavo irá doar um litro de leite às vítimas do Haiti para cada torcedor rubro-negro que for a esses três jogos – disse Brandão.

Ele explicou que em fevereiro, o Flamengo receberá a primeira parcela do contrato no valor de R$ 4 milhões. Depois, serão 12 parcelas mensais de R$ 1,5 milhão.

Agora o clube busca patrocinadores para a manga da camisa e para o calção. O departamento de marketing rubro-negro espera arrecadar mais R$ 15 milhões com essas futuras parcerias.

Fonte: Globoesporte

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Olá nação flamenguista, eu também sou flamenguista e sempre quis entender direito, o que aconteceu em 1987. Dando uma vasculhada na internet e conversando com amigos flamenguistas mais velhos, vi que a CBF fez uma “sacanagem” com o Clube dos 13 que apóia o tetra-campeonato do flamengo naquele ano. Como é que pode o campeão e vice da 1ª divisão, ter que disputar uma final com o campeão e vice da 2ª divisão para decidir o campeão brasileiro de 1987? E outra coisa! Essa mudança no regulamento foi implantada pela CBF já com o campeonato em andamento. Veja vocês mesmos a matéria retirada do site do Flamengo, e tire suas próprias conclusões:

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Pôster do Flamengo Campeão Brasileiro em 1987

História

Foi o ano da revolução no futebol brasileiro. Revoltados com o imenso prejuízo nos últimos anos, os trezes maiores clubes do país (Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo, Santos, São Paulo, Corinthians, Palmeiras, Atlético-MG, Cruzeiro, Grêmio, Inter-RS e Bahia) bateram o pé, enfrentaram a CBF e resolveram montar um campeonato paralelo. A discussão tornou-se perigosa, já que a FIFA entrou na parada e ameaçou suspender todos os clubes que desrespeitassem a entidade maior do futebol brasileiro. Aí, surgiu uma conciliação. O recém formado Clube dos Treze formaria um Módulo principal (o Verde) junto com outros três que seriam convidados e daí sairia o campeão brasileiro. Em contrapartida, a CBF organizaria mais três módulos (Amarelo, Azul e Branco, respectivamente a Segunda, Terceira e Quarta divisões) para prestigiar seus compromissos políticos com as demais federações nacionais. Quando tudo parecia resolvido, surgiu outro grave problema.

No meio da Copa União, a CBF, pressionada politicamente, resolveu mudar o regulamento e impôs um quadrangular final entre o campeão e vice do Módulo Verde e Amarelo, de onde sairia o campeão brasileiro de 1987. Claro que o Clube dos Treze não aceitou em hipótese nenhuma o confronto entre os dois primeiros colocados da Primeira Divisão contra a Segundona. Enquanto o Módulo Verde só tinha clubes consagrados, o Amarelo contava com equipes de menor expressão. Com a bola rolando, o Atlético-MG fez uma primeira fase impressionante. Jogando 15 vezes, não perdeu um jogo sequer. E olha que só tinha time grande. Junto com o Galo, também conseguiram vaga nas semifinais o Flamengo, Cruzeiro e Internacional. Os times mineiros tiveram o privilégio de jogar a segunda partida em casa, por terem melhor campanha. O Cruzeiro segurou o Inter no Beira-Rio na primeira partida: 0 a 0. Na volta, o placar se repetiu. O regulamento previa uma prorrogação de 30 minutos e foi aí que o Inter se deu bem; fez 1 a 0 e garantiu a vaga na final.

Na outra semifinal, o invicto Atlético-MG pegou o Flamengo no Maracanã. Impulsionado pela sua gigantesca torcida, o time rubro-negro venceu por 1 a 0, gol de Bebeto. No Mineirão, os mineiros estavam preocupados com a sina que perseguia o Galo nos Campeonatos Brasileiros. Aconteceria de novo? No início parecia que sim. Com uma grande atuação de Renato Gaúcho e Zico, o time carioca fez 2 a 0. Como jogava pelo empate, o Fla relaxou e permitiu o empate dos mineiros. Quando a torcida se enchia de esperança, Renato Gaúcho, em uma arrancada fenomenal, driblou o goleiro e fez o gol da vitória do Flamengo. Mais uma vez, o Atlético-MG perdia em casa sua classificação. O pior é que o time só perdeu duas vezes na competição, justamente quando não podia.

Mostrava mais uma vez naquele ano que craque o Flamengo faz em casa, um time que contava com Zé Carlos, Leandro, Leonardo, Andrade, Ailton, Zico, Aldair e Zinho, a grande maioria deles com ótima passagem pela Seleção Brasileira. Era uma máquina de jogar futebol.

O Flamengo era o grande favorito da final. Como se não bastasse eliminar o bicho-papão da Copa União, o time vinha embalado e subindo de produção. O Inter estava numa situação inversa. Depois de assegurar a vaga na semifinal com um ótimo primeiro turno, os gaúchos ficaram em penúltimo no segundo. No Beira-Rio, no dia 6 de dezembro, com um público de 62.228 pagantes, o Flamengo saiu na frente com Bebetomas o Inter empatou.

No Maracanã, dia 13 de dezembro, a massa rubro-negra lotou para acompanhar o que seria o quarto título rubro-negro, um dilúvio não impediu que mais de 90 mil pagantes vissem um domínio total do Flamengo. Bebeto fez 1 a 0 logo no início do primeiro tempo. O Inter não conseguiu reagir em nenhum momento do jogo. A meta de Zé Carlos nunca foi ameaçada. A defesa com Jorginho, Edinho, Leandro e Leonardo comportou-se maravilhosamente. A festa estava completa. O Flamengo conquista seu quarto título nacional. Última conquista de um título Brasileiro do Flamengo sob o comando do grande Zico.

A polêmica em torno ao título

Há aqueles que consideram o Sport Recife campeão Brasileiro daquele ano, acreditando se tratar do duelo entre um time grande e um time menor, e consequentemente o favorecimento ao time grande, mas não é bem isso que aconteceu. A CBF, comandada por Otávio Pinto Guimarães e Nabi Abi Chedid, resolveu alterar a fórmula do campeonato com este em andamento, o que não foi aceito pelo Clube dos 13, tanto que Internacional que perdeu a decisão não concordou com o cruzamento. Em 1988, o Conselho Nacional do Desporto, entidade máxima do esporte a época, reconheceu a conquista rubro-negra, o que a CBF não acatou.

O Elenco

Lateral-Direito: Jorginho
Zagueiro: Edinho
Zagueiro: Leandro
Lateral-Esquerdo: Leonardo
Volante: Ailton
Volante: Andrade
Meia: Zinho
Meia: Zico
Atacante: Bebeto
Atacante: Renato Gaúcho

Técnico: Carlinhos
Outros Jogadores: Cantareli, Júlio Cesar, Zé Carlos II, Guto, Aldair, Flavio, Airton, Kita, Gerson, Vandick, Alcindo, Henágio, Leandro Silva e Nunes.

Fonte: Flamengo.com.br

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A guerra declarada de parte da torcida do Flamengo contra Ronaldo ganhou mais um capítulo. Um grupo de rubro-negros criou uma camisa em alusão ao Fenômeno com o número 9 nas costas e grafando a palavra “infiel” onde era para ter o nome do jogador. Na parte da frente, um trecho da música “Vou festejar”, de Jorge Aragão, Noeci e Dida: “Você pagou com traição/ A quem sempre te deu amor” (na letra original, o correto é “a mão” e não “amor”, como está na camisa). A peça, inclusive, já está à venda no site de uma boutique que comercializa produtos na internet.

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Fonte: Globoesporte

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Em tarde de modelo, Adriano, que vestirá a camisa 9, puxou a fila para a apresentação dos novos uniformes do Flamengo, no início da tarde desta quarta-feira, na Gávea. O lançamento celebra o início da parceria de quase seis anos com a Olympikus. A empresa substitui a Nike e pagará R$ 21 milhões – entre material esportivo e dinheiro – por temporada.

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Jogadores do futebol e do basquete do Flamengo apresentam o novo manto rubro-negro

O uniforme número 1 tem as listas rubro-negras um pouco mais grossas em relação ao atual. Há um detalhe vermelho na gola. Por sua vez, a camisa branca volta às listras horizontais no meio da camisa, semelhante ao modelo que era utilizado na década de 90. O patrocínio frontal da camisa nos primeiros três meses será Olympikus Tube.

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Adriano desfila com a nova camisa do Fla

- Queria agraceder a Vulcabras (dona da marca Olympikus) por ter essa visão. Estamos inaugurando hoje (quarta) uma nova era. Vamos ter os produtos mais vendidos do país – disse o presidente do clube, Delair Dumbrosck.

Foram reveladas as novas camisas do time de basquete e dos goleiros. Também foi mostrada uma linha de produtos para os torcedores. Camisas, cachecol, boné. Uma linha casual, totalizando mais de 45 produtos.

Atraso

O acordo com a Olympikus estava fechado desde o fim do primeiro semestre de 2008. Entretanto, uma ação desastrada do departamento de marketing do Flamengo atrasou a oficialização da parceria.

Alegando descumprimento de cláusulas contratuais, o clube rompeu unilateralmente o contrato e passou a usar um uniforme com três interrogações no lugar do fornecedor de material esportivo. Durou pouco. A Justiça determinou que a Nike voltasse a vestir o clube até o fim do contrato, dia 30 de junho de 2009.

Confira o infográfico abaixo com as mudanças no uniforme do Fla:

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Fonte: Globoesporte

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O nome do atacante Adriano foi publicado na tarde desta terça-feira no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), e o Imperador já está regularizado e liberado para atuar pelo Flamengo.

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O prazo para a inscrição de jogadores na Copa do Brasil se encerra nesta terça. O Rubro-Negro está nas quartas de final da competição nacional e, nesta quarta, recebe o Internacional, às 21h50m, no Maracanã. A expectativa é de que Adriano estreie no dia 30, contra o Atlético-PR, pelo Brasileirão. Com isso, caso o time passe pelos gaúchos e chegue à semifinal do torneio, o atacante já estaria em condições de ajudar o Fla nos dois campeonatos.

Apresentado na última quinta-feira, Adriano fez exames cardiológicos (segunda), de sangue e ouvido (terça) e, nesta quarta, realizará os últimos exames médicos. Na quinta, o craque será entregue à preparação física do Flamengo e, na próxima segunda, deverá se juntar ao restante do elenco.

O diretor de futebol Plínio Serpa Pinto disse que não há a possibilidade de algum outro reforço ser anunciado a tempo de ser inscrito na Copa do Brasil. Há a necessidade de contratar um zagueiro, mas o dirigente preferiu a cautela:

- Não podemos nos precipitar – disse o dirigente rubro-negro.

Fonte: GloboEsporte

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Julio César vem a cada ano se destacando mais no futebol mundial, Julio César tem 29 anos e está no Inter desde 2005. Antes da rápida passagem pelo Chievo (empréstimo do Inter), o goleiro defendia o Flamengo, onde se destacou. Sua estréia pelo clube rubro-negro aconteceu em 1997. Julio César está sempre presente nas convocações de Dunga para a seleção.

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A Federação Internacional de Futebol, História e Estatística (IFFHS) realizou uma votação para eleger os melhores goleiros do mundo. Entre os dez, um brasileiro. Julio César, do Inter de Milão foi o melhor brasileiro colocado, o sétimo.

Abaixo você confere a lista dos onze melhores colocados. 

1. Iker Casillas – Real Madrid

2. Gianluigi Buffon – Juventus

3. Edwin van der Sar – Manchester United

4. Petr Cech – Chelsea

5. Igor Akinfeev – CSKA Moscou

6. José Cevallos – LDU

7. Julio César – Inter de Milão 

8. José Manuel Reina – Liverpool

9. Jens Lehmann – Stuttgart

10. Justo Villar – Valladolid

11. Rogério Ceni – São Paulo 

É, quem sabe ano que vem o goleiro do são paulo consegue ficar entre os dez, nada contra.

Fonte: G1

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