27
jun/10

O primeiro óculos 3D universal

Publicador por Dito na categoria Tecnologia

Existem diversos tipos de óculos 3d, cada um para um determinado fim e determinada marca. Então para quebrar este ritmo de desigualdade, surge no mercado o óculos universal para ver imagens em três dimensões chamado Monster Vision Max 3D.

Ele é o primeiro produto universal existente no mercado. Ele não utiliza nenhuma conexão com fio. Ele proporcionará horas e horas de uso e não deixará o espectador com nenhum tipo de cansaço na visão. O melhor de tudo é que ele caberá em todos os tamanhos de cabeça.

O Monster Max 3D já pode ser encontrado em lojas online e físicas dos Estados Unidos. Como é uma tecnologia nova, ele possui um preço bem salgado. O óculos 3D não sai por menos de US$249,95.

Fonte: Game Vicio

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08
mar/10

Filmes em 3D podem nos causar problemas de visão

Publicador por Dito na categoria Tecnologia

Filmes em 3D sem dúvidas um dos avanços tecnológicos mais esperado por todos os fanáticos de filmes, mas será que toda essa tecnologia futurística é segura para nós?

Após o lançamento do filme de James Cameron, as produções em 3D estão em alta e contam com uma grande adesão de espectadores. Ao avaliar os efeitos da técnica na visão humana, optometristas da University of California perceberam que uma grande exposição à tecnologia 3D pode causar problemas em algumas pessoas.

Os filmes em 3D dão uma dimensão extra aos efeitos especiais, o que é um atrativo que garante bilheterias. Porém, após 20 minutos a imagem se torna desconfortável, explica Guido Voltolina, diretor sênior para desenvolvimento de negócios e tecnologia de imagens nos Laboratórios Dolby. O ideal é ter o cérebro focado no enredo, sem tanto trabalho com as imagens, acrescenta.

O Dr. Daniel Adams, da University of California (São Francisco), explica que os frequentes movimentos ou ajustes realizados pelos olhos podem desencadear sintomas como enjôo ou tontura, além de cansar a vista.

Ao assistir a um filme em 3D, são realizados pequenos e frequentes movimentos oculares, já que os objetos na tela aparecem mais próximos ou mais distantes do que estão realmente, explica Adams. Quando se obedece ao reflexo cerebral, os músculos oculares tentam fazer o foco no ponto onde os objetos parecem estar (ou seja, projetando-se para fora da tela) e não onde realmente estão (na superfície da tela). Num primeiro momento, portanto a imagem em 3D fica fora de foco. Para conseguir assistir à projeção, é preciso condicionar o ato reflexo e, consientemente, controlar o ponto focal e o estrabismo natural. Tal movimento é possível – quem nunca brincou de vesgo durante a infância atire a primeira pedra – e até bem fácil, mas pode causar desconforto, afirma o médico para o site TG Daily .

Os efeitos da fadiga visual incluem irritação nos olhos (às vezes acompanhada de lacrimação), visão dupla , dores de cabeça, sensibilidade e redução da acuidade visual, segundo pesquisas da Wright State University .

A boa notícia é que os produtores de filmes estão trabalhando com médicos e especialistas em visão para assegurar o conforto nas experiências em 3 dimensões, conta o site San Francisco Chronicle . Os especialistas dizem que não é necessário se preocupar com sua visão ao assistir os filmes 3D, já que não há evidências que a tecnologia seja danosa a longo prazo ou de forma definitiva. O problema, no momento, é apenas desconforto.

Martin Banks, professor de optometria na University of California (Berkeley), sugere àqueles que se sentirem desconfortáveis durante um filme que removam os óculos 3D e dêem um descanso aos olhos. O professor também diz para olhar para objetos próximos e distantes, ao sair do cinema, para ajustar a vista ao mundo real.

Os pesquisadores acreditam que, ainda este ano, começarão a ser vendidas TVs equipadas com a tecnologia 3D, e já existem planos para levar a técnica também a celulares e computadores.

Fonte: 1001 Informática

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03
jan/10

Olho biônico, será possível?

Publicador por Dito na categoria Tecnologia

A tecnologia esta cada vez mais inacreditável, veja só essa notícia que achei. Uma equipe de Oftalmologistas da University of New South Wales at Prince of Wales Hospital, em Sydney, Austrália, anunciou na semana passada resultados encorajadores no desenvolvimento de um “olho bionico” destinado a pessoas com Degeneracao da Retina.

O procedimento consiste na colocacao de micro-electrodos na superficie do olho, podendo cada um deles receber impulsos externos que os ativam. Uma camera externa capta as cenas e transmite os seus dados aos micro-electrodos atraves de um computador. Em seguida, os micro-electrodos estimulam a retina, que transmite as informacoes ao nervo optico.

Este estimulo electrico direto das vias visuais nao vai, contudo, permitir a recuperacao total da vista, destinando-se a proporcionar ao cego uma visao “funcional” suficiente para se situar e se movimentar.

De acordo com o lider da investigação, o professor Minas Coroneo, este dispositivo representa poucos riscos para o paciente, pois nao necessita de uma intervencao cirurgica e apresenta-se especialmente promissor para as pessoas que sofrem de Retinopatite Pigmentaria, uma destruicao progressiva de determinadas celulas fotossensiveis, mas sem afetar o nervo optico. “O paciente vai sentir flashes de luz que vao definir os contornos dos objetos que se encontram a sua volta”, explicou o professor.

Fonte: Game Vicio

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21
jun/09

Aparelho que ajuda cegos a identificar objetos

Publicador por Dito na categoria Tecnologia

Achei essa notícia na internet, muito interessante como a informação e a tecnologia podem beneficiar os deficientes. Fabiane Kelle de Almeida, 24 anos, quando estava terminando a faculdade de engenharia elétrica, pensou em realizar um projeto com o qual pudesse ajudar outras pessoas. Depois de oito meses, ela apresentou como trabalho de conclusão de curso na Universidade Positivo, em Curitiba, um sistema para deficientes visuais que facilita a identificação de objetos como roupas e medicamentos.

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A ideia partiu de uma pesquisa realizada pelo Instituto Paranaense de Cegos, que dizia que uma das preocupações dos deficientes visuais é saber se eles saem de casa usando roupas que combinam. O objetivo do projeto, segundo Fabiane, é “facilitar a vida dos cegos, para que eles tenham mais independência”.

O identificador de objetos criado por Fabiane usa “tags” (etiquetas), presas às roupas ou objetos, com códigos numéricos inscritos. Quando o usuário passa a etiqueta pelo leitor do sistema, é reproduzida uma gravação de voz descrevendo a peça.

“O sistema é semelhante ao de tags eletrônicas de segurança usado em lojas”, disse Fabiane em entrevista ao Terra.

Apesar de ter pensado inicialmente no uso em peças de roupa, ela explica que as etiquetas “podem ser colocadas em alimentos, medicamentos, CDs e outros objetos”.

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Funcionamento
As tags do sistema criado por Fabiane têm o tamanho de um botão de camisa e podem ser afixados diretamente na roupa ou em outro objeto. Ao colocar a etiqueta em uma peça, o usuário deve passar o leitor para identificar o código já gravado naquela tag. O próprio leitor tem um microfone que grava uma mensagem de voz identificando o objeto – “camisa branca de manga curta”, por exemplo.

A partir de então, sempre que o usuário passar o leitor sobre aquela etiqueta, o aparelho reproduzirá a mensagem de voz que descreve o objeto com a ajuda de pequenos alto-falantes usados em computadores pessoais.

Como o sistema foi desenvolvido principalmente para o uso em roupas, a etiqueta é resistente a lavagens e não precisa ser removida. “A peça pode ser lavada e passada, sem que isso danifique a etiqueta”, afirma Fabiane.

O leitor tem o tamanho aproximado de um celular e usa tecnologia de identificação por rádio frequência (RFID). Diferentemente do que acontece com leitores de códigos de barra, ele não precisa ser posicionado em uma direção específica sobre a etiqueta.

De olho no mercado
O protótipo do identificador de objetos foi testado pelo Instituto Paranaense de Cegos e, segundo Fabiane, teve um ótimo retorno.

Mas Fabiane ainda quer aprimorar o projeto. “A ideia é deixá-lo portátil e de fácil utilização”, diz a engenheira. “Por enquanto, ele funciona à base de corrente elétrica e usa caixinhas de som de computador, mas queremos deixá-lo no formato de um celular, funcionando com bateria e com microfone e alto-falantes acoplados no aparelho”, afirma.

Para isso, Fabiane procura investidores interessados em levar o projeto adiante, viabilizando também a comercialização do produto.

Fonte: Terra

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07
fev/09

A visão de um cão é em preto e branco ou colorido?

Publicador por Dito na categoria Curiosidades

Você ja se perguntou como é a visão de um cachorro? a verdade é que eles têm a capacidade de enxergar cores, mas não da mesma maneira que nós. Isso pode parecer uma bestagem, mais é sempre bom saber um pouco mais, então vamos explicar como funciona a visão de um cachorro.

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Para os cães, as cores verde, amarelo, laranja e vermelho não têm diferença nenhuma. É uma espécie de daltonismo para estas cores. Mas o cão consegue diferenciar as cores violeta, azul e verde.

Muitos estudiosos crêem que o cão enxerga um tom de amarelo quando olha para as cores vermelho, verde e amarela, e seria exatamente por isso que ele não conseguiria diferenciá-la.

Em resumo, os cães enxergam cores, mas com menos matizes e menos precisão que nós, que conseguimos diferenciar cerca de 10 milhões de cores e combinações diferentes. Por outro lado, eles tem a capacidade de perceber tantos tons de cinza que é quase impossível testar completamente este talento, em função de nossas próprias limitações.

A explicação mais aceita para este fenômeno é que os canídeos antigos, antepassados de nossos cães, eram caçadores noturnos e a diferenciação dos tons de cinza era muito mais importante que a visão das cores.

E como todos os predadores, os cães identificam rapidamente objetos em movimento. Isso era fundamental para seu bom desempenho na caça. Ainda hoje existem numerosas raças que “caçam com a visão”, como os galgos, whippets e quase todos os lebréis. Este é um fator dos mais desenvolvidos na visão canina, podendo, em campo aberto, distinguir objetos do tamanho de um gato em movimento a quase 1.000 m. Por outro lado podem demorar a enxergar um objeto parado que você tenta mostrar a 1 metro de distância. Por isso é mais fácil chamar a atenção de seu amigo com movimentos e sinais.

Portanto podemos afirmar que os cães não enxergam melhor ou pior que nós, apenas o fazem de uma forma diferente.

Fonte: VocêSabia

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