
Giselle Itié revela como superou relacionamentos tóxicos e mãe se redescobriu
Recentemente, Giselle Itié abriu seu coração sobre assuntos que têm ganhado destaque na sociedade contemporânea, como a saúde emocional e a maternidade. Em uma conversa franca, a atriz de 43 anos compartilhou suas experiências e reflexões sobre a complexidade de relacionamentos tóxicos e a importância do apoio feminino. Venha conhecer mais sobre esse desabafo inspirador que ressoa com muitas mulheres por aí.
Superando relacionamentos tóxicos
Em sua declaração sincera, Giselle destacou quão desafiador é escapar de um relacionamento tóxico. Ela observou que muitas pessoas não conseguem identificar a toxicidade, e mesmo quando se dão conta, romper esses laços pode ser extremamente difícil. Quando você finalmente reconhece, é uma batalha para se libertar, afirmou. Para ela, essa luta não está restrita a um único gênero, mas é reflexo de uma sociedade ainda permeada pelo machismo.
Atualmente, Giselle encontra-se solteira, mas deixa claro que isso não significa estar sozinha. Esse período é uma oportunidade de autoconhecimento e crescimento. Hoje, muitas mulheres estão se redescobrindo, enfatizou, abordando a busca por relacionamentos mais saudáveis que tem tomado conta das redes sociais, incluindo o conceito de boy sober – um homem menos problemático e mais consciente.
A maternidade e a busca pela autenticidade
Giselle revelou que a maternidade mudou completamente sua perspectiva de vida. Mãe do pequeno Pedro, resultado de seu relacionamento com Guilherme Winter, a atriz encontrou um novo sentido para sua vida e suas relações. Aprendi a dizer ‘não’ mais facilmente e cheguei mais perto da minha verdadeira essência, explicou. Para ela, ser mãe é um ato de profunda responsabilidade, onde a vida de outra pessoa depende de você. É uma força imensa que vem dessa conexão, completou.
Além disso, ela criticou o modelo tradicional de criação e defendeu a educação consciente e emocional. Giselle acredita que embora seja um desafio, essa abordagem é essencial para um desenvolvimento saudável e representativo: A maternidade deve ser um desejo genuíno, não uma obrigação. Essa convicção demonstra a seriedade com que encara seu papel de mãe e as influências que pode ter no futuro de seu filho.
Entre o teatro e novos projetos na TV
Durante a conversa, a atriz também comentou sobre seu passado na televisão, especialmente em Bela, a Feia. Ela recordou com carinho o papel principal que a consagrou e que ainda permanece vivo na memória coletiva. Acredito que a trama tocou as pessoas porque fala sobre nosso desejo de pertencimento, refletiu, ressaltando que em algum momento todos nos sentimos como o patinho feio da história.
No que diz respeito à sua carreira, Giselle está com novos projetos em andamento, incluindo um filme que ainda mantém em sigilo e um solo teatral programado para o segundo semestre. Além disso, ela trouxe novidades sobre o retorno do videocast As Exaustas, prometendo uma nova formação e muitos debates relevantes. Em termos de atuação, atualmente brilha na comédia TOC TOC, onde interpreta Branca, oferecendo uma representação sensível e bem-humorada de desafios cotidianos.
Esse relato de Giselle Itié é um convite à reflexão e à busca contínua pelo autoconhecimento. Para aquelas que se interessam na jornada da maternidade e suas complexidades, vale a pena explorar outros artigos que discutem a questão, como o da homenagem emocionante de Ana Maria Braga aos 15 anos de Joana. Além disso, o papel essencial do apoio na maternidade pode ser conferido em uma análise detalhada que traz à tona as experiências de figuras inspiradoras no cenário atual.
